Bebê nasce em um motel por causa do forte trânsito

Um caso bem fora do comum aconteceu em um motel de São Paulo-SP.

Chloe, filha de Priscila Bomfim e Vitor Neves, nasceu com 49 cm e 3,605 quilos.

O caso viralizou na internet e o casal ainda precisou pagar uma multa por orgia para o estabelecimento.

Os pais da criança foram até um Pronto-Socorro, porque acharam que a filha fosse nascer.

Depois de um tempo no local, Prsicila, que é analista financeira, não apresentou dilatação suficiente para o parto.

No feriado, o trânsito de São Paulo estava mais difícil que o normal, por causa de uma greve de ônibus, e o clima também não era dos melhores, pois estava chovendo.

A melhor solução que o casal encontrou, foi ficar em um motel próximo, assim como foi indicado pela doula. “Fizemos contato com a nossa doula, que sugeriu irmos para um hotel próximo”, disse Vitor em entrevista ao blog Maternar.

O hospital que eles estavam era o Sepaco, localizado na Vila Mariana, e o motel fica na avenida Ricardo Jafet, na zona sul da cidade.

Assim que eles chegaram ao local, informaram à recepção que Priscila estava em trabalho de parto e precisava de um quarto com banheira para descansar.

A situação deixou as recepcionistas apreensivas. “Eles afirmaram que ficariam apenas para relaxar, pois não queriam enfrentar o trânsito das 17h.

De noite, as contrações começaram a ficar cada vez mais fortes, e de maneira irregular e espaçada. Uma massagista foi chamada para ajudar a acalmar a mulher, mas na madrugada ela sabia que precisava ir para o hospital.

Quando foi 9h40 da manhã, a bolsa de Priscila estourou e ela gritava, na banheira: “Impossível chegar ao hospital, vai nascer”, disse em entrevista ao blog.

Por uma chamada de vídeo, ela foi recebendo orientações de como o parto deveria ser realizado, pois a cabeça de Chloe já estava saindo. A menina nasceu às 10h05.

A família precisou pagar ao motel quatro vezes mais o valor que deviam, totalizando R$ 1.082.

A multa foi equivalente à uma “orgia”, pois o estabelecimento precisou cobrar pelo número de pessoas que estavam no quarto e também pela higienização necessária.