conecte-se conosco

Agronegócio & Turismo

8 truques para escapar das roubadas no Rio de Janeiro

Publicado

source

O Rio de Janeiro continua lindo. Mas ainda carrega fama de cidade insegura para os turistas desavisados e isso não é à toa. Como muitas metrópoles do país, há arrastões em praias e assaltos nos calçadões, que não se podem prever, mas também há uma série de dicas que podem te ajudar a fugir de experiências desagradáveis ao visitar a Cidade Maravilhosa. 

Leia mais: 16 pontos turísticos no Rio de Janeiro para você conhecer e aproveitar

Rio de Janeiro arrow-options
shutterstock

Vista do Rio de Janeiro do Cristo Redentor


Prestar atenção a trajetos, usar alguns aplicativos e escolher o horário certo para alguns passeios pode te poupar de algumas roubadas no Rio de Janeiro .

1. Vai pegar um taxi? Cuidado com o trajeto

A tradição de dar umas voltas a mais como turista não deixou de existir com o advento dos aplicativos. A moda agora nos bancos de carros é que o valor final da corrida fica maior que o previsto por causa da bandeira dois. A dica é ficar de olho no Waze no seu próprio celular pra saber se o motorista não está rodando mais do que o necessário.

2. Vai seguir o caminho pelo Waze e não conhece a cidade? Cuidado rebrobado! 

Se a ideia é ir de carro ou mesmo alugar um por lá, cuidado ao seguir o caminho indicado pelo Waze. Ele até pode ser o mais rápido, mas pode não ser o mais seguro. Tente evitar trajetos que te levem para vias como Linha Vermelha ou Amarela, por exemplo. 

Ainda assim, tente andar com a internet em dia ou, no mínimo, um mapinha de papel da cidade (tem de graça em todo hotel). Se precisar pedir informação na rua dificilmente um carioca não dará: ele te explicará um caminho ou direção mesmo que não tenha a menor ideia do que esteja falando, sempre com muita simpatia.

Leia mais:  Cachoeira do Caiado está liberada ao público

3. O “alternativo” pode virar um problema

Bondinho do Pão de Açúcar arrow-options
shutterstock

Bondinho do Pão de Açúcar

Cuidado também com os “programas alternativos”, como tomar cerveja no simpático morro da Urca como opção à fila do passeio no bondinho. É de fato uma balada barata e a vista é linda, mas, assim como os banheiros dos bares que liberam as garrafas para serem tomadas na rua, o cartão postal tem um natural cheiro de urina que vai se adensando com o aumento de gente no point . Vá preparado. 

4. Vai aos Arcos da Lapa? Escolha bem o horário 

Os Arcos da Lapa são um cartão-postal do Rio de Janeiro e merecem fazer parte do seu roteiro. E a dica aqui é visitá-los sempre em boa companhia, de preferência à noite. Guarde a imagem da murada branca vista dos bares, depois de algumas cervejas. Passar por lá durante o dia significa desviar de sujeira disputando o chão com gente em situação de rua pedindo esmola. É melhor ficar com a ilusão noturna do Arqueduto Carioca.

Leia mais: Rio de Janeiro cai em ranking de cidades mais visitadas; Hong Kong lidera

arcos da lapa arrow-options
shutterstock

Arcos da Lapa


5. Cuidado com o exagero nas porções

Deixe bem claro que nos restaurantes que o seu prato é “pra um”. Sobretudo nos charmosos restaurantes antiguinhos, com garçons com meio século de profissão que parecem ter saído de uma charge do J. Carlos. Eles têm o hábito de servir a opção família, mesmo que você esteja sozinho. Uma versão raiz do documentário “Super Size Me”.

Leia mais:  Passagem de ônibus grátis por um ano? Veja como ganhar

6. Calor escaldante x ar condicionado congelante

Praia de Copacabana arrow-options
shutterstock

Praia de Copacabana

Mesmo com o Sol brilhando, tenha sempre uma mantinha ou casaco a tiracolo. Principalmente no verão, todo lugar fechado parece ter seus aparelhos de ar condicionado calibrados com temperatura dos polos terrestres, como uma forma de compensação com o calor das ruas. E evite os shoppings centers nesses dias mais quentes: eles viram abrigos lotados de refugiados do calor das ruas cariocas, mal dá pra respirar.

7. Cuide bem do seu chope

Quando seu copo de chope estiver pela metade, cuide dele. Se em São Paulo o garçom já traria outro mesmo sem você pedir e, na Bahia, você ficasse com o copo vazio por muito tempo até chegar o segundo, no Rio de Janeiro, alguns bares são capazes de recolher sua bebida depois do terceiro gole “pra não ficar quente”. Fica caro.

Leia mais: Curta o fim de semana no Rio de Janeiro

8. “Não perturbe”

Lembre-se de deixar o aviso de “não perturbe” no lado de fora da porta durante à noite, caso não queria acordar com batidas na porta às sete da manhã com oferta de reposição de frigobar depois de uma noitada na praia.

Fonte: IG Turismo

Comentários Facebook
publicidade

Agronegócio & Turismo

Carnaval em São Paulo: quanto custa hospedagens e passagem e dicas para curtir

Publicado

source

Com quase 900 blocos de rua programados para 2020, a cidade de São Paulo recentemente entrou para a lista dos queridinhos do carnaval .

festa arrow-options
shutterstock

Carnaval em são paulo

Multicultural, a festa busca agradar até aos que não gostam tanto da tradição: pop, rock, pagode e até o eletrônico estão entre os ritmos que podem ser encontrados sem dificuldades nas ruas e no sambódromo. 

De acordo com a plataforma de viagens Decolar.com, as pesquisas de passagens e hospedagens para o carnaval em São Paulo  superaram festas tradicionais como o carnaval de Salvador, com espera de mais de 15 milhões de pessoas para a folia de momo. 

Leia mais: Carnaval: 62% devem gastar até R$500 nos quatro dias de folia

Para curtir da melhor maneira, porém, é importante ficar atento à agenda e perfil dos blocos. Centro, Pinheiros e a região da Zona Sul são pontos onde, tradicionalmente, os blocos mais famosos se concentram, o que facilita o acesso pelo transporte público. 

Os blocos Sargento Pimenta, que traz uma nova roupagem aos clássicos dos Beatles; Bicho Maluco Beleza, que conta com o cantor Alceu Valença; Minhoqueens, que atrai o público LGBT ao Centro da cidade e o bloco afro Ilú Obá de Min são algumas das agremiações mais procuradas nos quatro dias de folia. 

Além dos chamados “bloquinhos”, que ganharam as ruas da cidade nos últimos anos com orquestras de sopro, baterias de samba e, muitas vezes, pequenos trios elétricos, a capital conta com o sambódromo do Anhembi.

No sambódromo , a Liga das Escolas de Samba de São Paulo, com cerca de 30 agremiações, desfilam durante os quatro dias com sambistas e carros e alegóricos. As vendas presenciais de ingressos para o desfile do grupo especial – nos dias 21 e 22 de fevereiro – já começaram e vão de R$90 (arquibancada) a R$10 mil (camarote). 

Leia mais:  Feira de Negócios e Agroturismo de Cachoeiro começa nesta quarta

Em qualquer programação, porém, o fluxo de movimento é o mesmo: sábado e domingo de carnaval são os dias mais cheios e contam com atrações principais. Isso acontece porque, diferentemente de algumas capitais, a segunda e terça-feira nem sempre são feriados nos estabelecimentos paulistanos. 

Quanto custa viajar? 

Para se hospedar na capital paulista, os preços seguem o padrão da maioria das grandes cidades do país sem grandes alterações na temporada, com opções de albergues entre R$ 50 e R$ 200 por diária e hotéis que vão desde os econômicos (R$250 a diária em localização privilegiada) aos mais luxuosos, que cobram em média R$1.300 pela acomodação de casal.  

Leia mais: Rio de Janeiro se prepara para 50 dias de carnaval

Já o valor das passagens aéreas para a capital paulista, de acordo com pesquisa feita no dia 28 de janeiro, já mostram alterações devido a alta procura. Para ir de Brasília para São Paulo entre os dias 21 e 26 de fevereiro, por exemplo, será necessário desembolsar no mínimo R$510. Já para quem sai do Rio de Janeiro no mesmo período, o valor vai para R$916. O trecho entre São Paulo e Recife, no Nordeste, custa R$1.960 nos dias de carnaval.                                                                 

Leia mais:  Passagem de ônibus grátis por um ano? Veja como ganhar

Fuja dos perrengues em São Paulo

carnaval arrow-options
shutterstock

Blocos de rua crescem em São Paulo

Megalópole, São Paulo não é diferente no carnaval. Não é difícil encontrar blocos que reúnem, por exemplo, número próximo a um milhão de foliões nas ruas. Embora seja uma festa grandiosa, o dado aponta para a possibilidade de multidões desconfortáveis e muitas filas, inclusive nas estações e metrô. 

Uma dica importante para evitar perda de tempo e tumultos é comprar bilhetes de ônibus e metrô, se possível, um dia antes do início da festa. Caso você possua o bilhete único da cidade, não esqueça de checar quantas passagens ainda possui e recarregá-lo se necessário.

Ainda sobre transporte, outra dica que vale para a maioria das festas no carnaval : ainda que os seus planos não envolvam bebidas alcoólicas, evite locomover-se pela cidade de carro. Além das ruas fechadas que podem travar o trânsito em determinados pontos, a quantidade de pedestres aumenta por motivos óbvios. 

Outro ponto que não deve ser esquecido nas festas de rua é que, embora já seja comum o uso de maquinetas de cartão de crédito e débito pelos vendedores ambulantes, a melhor alternativa ainda é o uso de dinheiro em espécie, que dificulta golpes e – quando trocado – facilita compras mais rápidas no meio da multidão. 

Especial sobre carnaval no iG Turismo

As dicas sobre o carnaval em São Paulo abrem uma série sobre a folia em diversas cidades pelo Brasil. Ao longo da semana vamos dar dicar de como aproveitar e quanto gastar para passar o carnaval no Rio de Janeiro, em Salvador, em Olinda e em Belo Horizonte. 

Fonte: IG Turismo

Comentários Facebook
Continue lendo

CIDADES

ESTADO

POLÍTICA NACIONAL

ENTRETENIMENTO

Mais Lidas da Semana