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Política

A pergunta que não quer calar: o que Magno Malta fará com a tatuagem de Lauriete?

O ex-senador Magno Malta vive um grande dilema em sua vida pessoal.Um site de notícia deu conta de que o político teria entrado em depressão após o divórcio. Assim que o  cantor casou-se com a cantora apareceu no programa da Bispa Sônia ostentando uma tatuagem no braço direito com o nome de Lauriete.A tatuagem era […]

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O ex-senador Magno Malta vive um grande dilema em sua vida pessoal.Um site de notícia deu conta de que o político teria entrado em depressão após o divórcio.

Assim que o  cantor casou-se com a cantora apareceu no programa da Bispa Sônia ostentando uma tatuagem no braço direito com o nome de Lauriete.A tatuagem era bem grande e foi vista como uma grande prova de amor. A atitude de Malta gerou bastante repercussão na época,porque nem todos os evangélicos chegam a um consenso sobre o uso de tatuagens.

Porém, após o divórcio mais que polêmico no início do ano, muitos internautas tem se perguntado o que o ex-senador fará com a tatuagem de sua antiga esposa, já que o divórcio parece definitivo?

No início de fevereiro,um site capixaba noticiou que Lauriete estaria se divorciando de Magno Malta por conta de uma traição com uma gaúcha. Ele desmentiu toda situação e disse que estava sendo atacado.Dias depois a própria cantora confirmou em uma entrevista que estaria se separando sim de Malta.

Depois disso o ex-político teve que lidar com uma série de críticas,já que ele é um dos mais proeminentes defensores da família.No entanto,não pôde preservar a sua própria.E a situação ,junto a outras denúncias dentro do próprio estado,teria sinalizado a Bolsonaro que a indicação de Malta seria uma grande dor de cabeça no seu governo mais a frente.Por isso,Bolsonaro decidiu não indica-lo a um ministério.

Magno Malta não tinha aceitado ser vice de Bolsonaro e deve se arrepender amargamente até hoje.Na época,ele afirmou que nem seu partido e nem sua mulher queriam.Ele concorreu a senador pelo Espírito Santo e também perdeu,pois já estaria queimado em seu estado.Ele também quase não fez campanha por conta da agenda de Bolsonaro que assumiu.

No fim das contas sem um e nem outro,Malta está fazendo palestras políticas para falar sobre o Brasil.Ele tem tentando não sumir do panorama político e atua na internet,onde vem militando.

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Política

“Será o paraíso se cumprir as metas”, diz Paes sobre leilão da Cedae

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O prefeito da cidade do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, disse nesta tarde (25) que o sucesso da concessão dos serviços de distribuição de água e de saneamento dependerá da capacidade de atuação das agências reguladoras. Segundo ele, o leilão foi bem conduzido, mas a fase de implementação precisa ser bem fiscalizada.

“Será o paraíso se cumprir as metas. Vamos ter as praias limpas, vamos ter as favelas com saneamento, vamos resgatar as lagoas e a Baía de Guanabara. É o que se deseja em uma cidade onde a questão ambiental representa um ativo econômico como é o caso do Rio de Janeiro”, disse. 

Por meio da concessão, os serviços de distribuição de água e saneamento na maioria dos municípios até então atendidos pela estatal Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) foi repassada à iniciativa privada. O modelo de concessão foi elaborado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Os leilões ocorreram no ano passado. O grupo Águas do Brasil venceu a disputa pelos blocos 1, 3 e 4, que juntos abrangem 32 municípios e bairros do centro, da zona sul, da zona oeste e da zona norte da capital. O consórcio Iguá arrematou o bloco 2, que engloba outra parte da capital – Barra da Tijuca e Jacarepaguá – e mais dois municípios. 

As empresas vencedoras obtêm a concessão por 35 anos e precisam se comprometer com a meta da universalização dos serviços até 2033. A Cedae seguirá operando a Estação de Tratamento do Guandu e venderá água tratada para as novas concessionárias, que ficarão responsáveis pela distribuição, pela captação e pelo tratamento do esgoto.

Paes considerou que é preciso melhorar a eficiência na fiscalização desses serviços. A Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado do Rio de Janeiro (Agenersa), que atua na regulação do setor, não foi mencionada diretamente.

“O grande desafio agora é ver como se controla isso. É ver se as agências reguladoras vão exigir o cumprimento das metas ali definidas. Se isso ocorrer, vai se comprovar um super caso de sucesso de uma concessão bem feita que deu uma bela outorga pro estado, que deu uma bela outorga pra cidade do Rio de Janeiro e que conseguiu de maneira inteligente abarcar municípios que não teriam sustentabilidade econômica se fossem fazer a concessão sozinhos”, avaliou.

O prefeito também elogiou o novo marco do saneamento, aprovado pelo Congresso Nacional em 2020. Através dele, foram fixadas regras que devem nortear a concessão desses serviços. “Não sou contra empresas estatais. Mas o caso da Cedae é um caso típico de empresa que cobrava valores altos e que dava pouco retorno à cidade. O marco legal do saneamento é um avanço. Ele definiu prazos e permitiu que os gestores tomassem as decisões, no meu ponto de vista corretamente”.

Milícias

As declarações de Paes se deram durante participação no evento Brazil Forum UK, que ocorreu na Universidade de Oxford. Participaram estudantes e pesquisadores brasileiros que atuam em instituições de todo o Reino Unido. Os debates foram transmitidos pelas redes sociais. Além de Paes, outros políticos e também juristas estão entre os convidados. Mais cedo, mesas de debate contaram com a presença, por exemplo, do ex-governador de São Paulo, João Doria, do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso.

O prefeito da capital fluminense foi convidado para debater o papel das cidades como indutoras de desenvolvimento e inovação. Ele dividiu a mesa com a antropóloga Andreza Aruska, diretora do Centro Latino-Americano da Universidade de Oxford. Foram discutidos assuntos variados como meio-ambiente, segurança pública, saúde e habitação.

Ao ser questionado sobre o avanço das milícias, Paes manifestou discordância com análises que tendem a relacionar o problema com a ausência de políticas públicas nos territórios dominados.

Segundo ele, criminosos atuam em comunidades atendidas pelo metrô, pelo trem, por postos de saúde, por escola, por mercado popular e por centros esportivos. O prefeito deu o exemplo Conjunto Esperança, localizado no Complexo da Maré. “É um conjunto habitacional perto do centro da cidade, na beira da Avenida Brasil, em frente à Fiocruz [Fundação Oswaldo Cruz], com escola, posto de saúde, duas praças públicas e você entra lá e tem um sujeito de lança-chamas pra te receber”.

Paes disse ser preciso pensar políticas públicas com dados e evidências. “Na Vila Kennedy [comunidade da zona oeste do Rio de Janeiro], todas as ruas são asfaltadas, todas têm esgoto, todas têm iluminação, a coleta de lixo são sete dias por semana. Temos 18 escolas municipais, não sei quantas praças, quatro clínicas da família, uma vila olímpica e para completar dois batalhões da Polícia Militar. Que conversa é essa de ausência do Estado? Não é o Leblon, mas o Estado está presente. O que justifica um lugar desse estar dominado? Ali acho que é tráfico, não sei se já juntou com milícia”, disse. “Queria eu ter a reposta. Não tenho”, acrescentou.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

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