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Adesão ao isolamento volta a cair e fica em 48% em São Paulo

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Governador de São Paulo, João Dória

A adesão ao isolamento social no estado de São Paulo ficou em 48% na sexta-feira (22), segundo o sistema de monitoramento dos deslocamentos a partir dos aparelhos celulares usados pelo governo estadual. No dia anterior, o índice havia sido de 49%. Na capital paulista, o índice ficou em 49%, uma queda em relação aos 52% de quinta-feira (21) e dos 51% de quarta-feira (20).

A Prefeitura de São Paulo antecipou os feriados de Corpus Christi e da Consciência Negra para quarta-feira e quinta-feira passadas e concedeu ponto facultativo na sexta-feira para tentar aumentar a adesão à quarentena na cidade.

O governo estadual também conseguiu que os deputados estaduais aprovassem o projeto que antecipou o feriado da Revolução Constitucionalista, celebrado em 9 de julho, para a próxima segunda-feira (25), criando um megaferiado estendido.

Na região metropolitana da capital, os sete municípios que compõe o ABC Paulista também anteciparam os feriados municipais para a última sexta-feira (22).

Segundo o balanço divulgado hoje (23) pelo governo estadual, São Paulo tem 6.045 mortes mortes confirmadas por coronavírus, sendo 272 nas últimas 24 horas. As mortes causadas pela doença foram registradas em 236 municípios do estado.

Atualmente, 11,9 mil pessoas estão internadas com covid-19 nos hospitais paulistas, Dessas, 4.674 estão em unidades de tratamento intensivo. A ocupação dos leitos de UTI está em 73,7% no estado e alcançou 89,2% na Grande São Paulo.

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“Lamento todos os mortos, mas é destino de todo mundo”, diz Bolsonaro

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o presidente jair bolsonaro fala em coletiva
Agência Brasil

Bolsonaro voltou a defender cloroquina em fala aos manifestantes: “é o que aparece no momento”


Na manhã de hoje, 02, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), disse a apoiadora na saída do Palácio do Alvorada que morte é o “destino de todo mundo”. Ele se referia ao número de mortos pela Covid-19, doença transmitida pelo novo coronavírus, no Brasil.

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“A gente lamenta todos os mortos, mas é o destino de todo mundo”, afirmou Bolsonaro. A frase tinha o intuito de ser um conforto para pessoas que perderam familiares e amigos em decorrência da pandemia do novo coronavirus.

O presidente voltou a defender o uso do tratamento com cloroquina e hidroxicloroquina e pede para que pessoas que se posicionam contra o uso do medicamento “deem alternativa”.

“Que diga ‘sou contra isso’, mas aponte qual é a outra [alternativa]. Sabemos que pode ser que não seja tudo isso que alguns pensam. Mas é o que aparece no momento. Pode [não ser tudo isso], mas tem muito relato de pessoas, muito médico favorável. A briga farmacêutica é muito grande”, falou aos apoiadores.

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As falas de Bolsonaro foram proferidas em mais um dia recorde no registro de número de mortes. Foram 1.262 novos óbitos em 24 horas , o que totaliza 31.199 em todo país. O número de casos também cresce: só hoje foram quase 29 mil, totalizando 555.383. No início do mês de maio, o número de pessoas infectadas estava na faixa dos 91 mil.

O Brasil está atrás dos Estados Unidos (105.003), Reino Unido (39.123) e Itália (33.475) em questão de número de mortes pela Covid-19, é o que aponta a Universidade Johns Hopkins.

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