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Polícia

Adolescentes de 14 e 17 anos são apreendidos por envolvimento em homicídio em Jaguaré

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A equipe da Delegacia de Polícia (DP) de Jaguaré deflagrou, nesta semana, a Operação Têmis, com o objetivo de cumprir mandados de prisão, apreensão e de internação de indivíduos ligados a organizações criminosas que atuam no município de Jaguaré, no norte do Estado.

As diligências tiveram início nessa terça-feira (23), quando um adolescente de 17 anos foi apreendido e um jovem de 19 anos preso. Contra o maior, a Justiça expediu um mandado de prisão. Já o adolescente tinha mandado de internação em aberto.

Na quarta-feira (24), outro adolescente de apenas 14 anos se entregou na Delegacia. Contra ele também havia um mandado de internação e era procurado. Sem ter mais como se esconder, acabou se entregando.

“Os menores fazem parte da mesma organização criminosa ligada a crimes violentos registrados em Jaguaré. Nossas investigações apontam que eles estão envolvidos em um homicídio cometido no dia 20 de dezembro do ano passado. Já o maior, é investigado por envolvimento em outro homicídio, cometido no dia 30 de janeiro deste ano”, relatou a titular da DP de Jaguaré, delegada Gabriella Zaché.

Submetralhadoras para o tráfico

Nessa quarta-feira (24), os policiais civis da delegacia de Jaguaré receberam informações de que um integrante de uma organização criminosa estaria comercializando armas e munições, e fabricando submetralhadoras artesanais em sua residência, com o objetivo de disponibilizar o armamento para o tráfico local.

A denúncia foi averiguada e o indivíduo identificado, bem como endereço dele. Durante a abordagem, os policiais constataram que o suspeito portava uma escopeta calibre 12, carregada com nove munições. “Consultamos o sistema e verificamos que a arma era devidamente registrada, porém, não por este indivíduo. A espingarda foi furtada em 2016, em uma propriedade na zona rural de Montanha”, relatou a delegada.

Em seguida, os policiais realizaram buscas na residência do suspeito e encontraram uma oficina clandestina para fabricação de armas ilegais. Foi apreendida uma submetralhadora de fabricação artesanal, calibre .380, com dois carregadores, munições, uma estrutura metálica para montagem de outra submetralhadora, uma peça de metalon para fabricação de carregadores, dois canos de ferro para fabricar armas, seis molas de conjunto de ferrolho de arma de fogo, duas travas de gatilho, dois gatilhos, e ainda um celular e uma bucha de maconha.

O homem foi autuado em flagrante por posse ilegal de arma de fogo e receptação, e encaminhado ao sistema prisional.

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Polícia

Cabo da PM é preso em flagrante após matar a mulher em Vitória

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A professora Kátia Matos, de 49 anos, foi assassinada com um tiro na noite deste domingo (11) dentro de um apartamento no bairro Jardim da Penha, em Vitória. O principal suspeito de cometer o crime é o marido da vítima, que é cabo da Polícia Militar e foi preso em flagrante no local do crime.

O cabo Borges foi autuado em flagrante por homicídio qualificado por motivo fútil, que impossibilitou a defesa da vítima. De acordo com a PM, ele ficará preso no presídio da instituição, em Maruípe.

O crime aconteceu no segundo andar do prédio onde o casal morava junto com a filha de 10 anos. A criança presenciou o assassinato e foi ela quem pediu socorro para a mãe.

De acordo com uma amiga da vítima, o casal estava junto há cerca de 20 anos.

“Eles brigavam muito, ele batia nela. Ele era um camarada muito violento. Há 10 anos eles se separaram e depois de mais de um ano foi que eles voltaram”, contou a aposentada Janete Alves Mesquita, que era amiga da família.

Ainda segundo ela, por meio de postagens nas redes sociais, Kátia já demonstrava que algo na relação com o companheiro não estava bem.

Moradores do prédio contaram que ouviram gritos de socorro por volta das 19h. Logo em seguida, ouviram também barulho do tiro. Na sequência, a filha do casal desceu do apartamento pedindo ajuda.

Um vizinho da família, que preferiu não se identificar, afirmou que já existiu um inquérito contra o policial, que poderia ter resultado em sua expulsão da Polícia Militar. No entanto, como Kátia retirou a queixa, o marido conseguiu ser promovido a cabo recentemente.

De acordo com o boletim da Polícia Militar, quando os policiais chegaram ao prédio onde o crime aconteceu, o cabo estava no local e teria levado os colegas de profissão até o local do crime.

Depois, ele foi levado do local por uma viatura da PM. Antes de ser levado para o presídio da PM, o policial precisou receber atendimento médico por se queixar de mal-estar e dores de cabeça.

Fonte: G1

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