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Agência internacional de classificação de risco certifica o Bandes com avaliação AA

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Classificação credencia a instituição ampliar a captação de recursos internacionais.

Uma das principais agências internacionais de classificação de risco de crédito, a Ficth Ratings, atribuiu ao Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes) a nota AA, na perspectiva nacional, mantendo a nota atribuída ao banco na avaliação divulgada em novembro do ano passado. A agência considerou ainda como um aspecto positivo o modelo adotado pelo Bandes em seus controles internos, compliance e gestão de riscos.

O rating é uma “nota” e se refere ao mecanismo de classificação de crédito de uma empresa, um país ou um título. Essa nota é emitida por agências classificadoras de risco que avaliam aspectos financeiros e a capacidade do avaliado de honrar suas obrigações financeiras dentro do prazo. Para esta classificação são considerados pela Ficth Ratings em seu processo de avaliação os aspectos econômico-financeiros, os padrões de governança corporativa e a capacidade de crescimento do Bandes

A atribuição de rating leva em conta uma série de variáveis para definir o nível de risco de inadimplência do agente financeiro. São estudados aspectos sociais, econômicos e políticos para estabelecer a classificação de risco, assim como características da própria instituição. Para realizar a classificação de risco, as agências de rating recorrem tanto a técnicas quantitativas –como análise de balanço patrimonial, ativo, passivo, fluxo de caixa e projeções estatísticas – quanto a análises de elementos qualitativos, como ambiente externo, setor da empresa, legislação, questões jurídicas e percepções sobre o emissor e seus processos.

Com a nota AA, o Bandes se credencia, entre outras possibilidades, para ampliar a captação de recursos em bancos multilaterais internacionais. Este processo é uma inovação adotada pelo banco como forma de ampliar os recursos disponíveis para empresários capixabas. O diretor-presidente do Bandes, Munir Abud de Oliveira, destaca que o rating reflete a consistência da forte performance financeira da instituição e consolida a imagem do banco capixaba para os mercados nacional e internacional.

“O reconhecimento feito pela agência em nossos processos nos permite reforçar nosso empenho em captar recursos no mercado internacional com custo operacional mais baixo e, assim, oferecer ao empresariado, programas de fomento e linhas de financiamento que permitam o desenvolvimento e fortalecimento da economia capixaba. No último ano, o Bandes realizou uma captação histórica para instituição, aprovada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento no valor de US$ 30 milhões”, destaca Munir Abud.

Entre os aspectos considerados como positivos na avaliação da agência Fitch Ratings, merece destaque o resultado da mudança estratégica do Bandes, direcionando as operações de qualidade para apoiar negócios nos segmentos de indústria e serviços e no setor público, por meio de crédito para os municípios. O diretor de Administração e Finanças do Bandes, Sávio Bertochi Caçador, que conduziu o processo na agência, destaca que o banco tem se empenhado na melhoria de seus processos.

“A diretoria Executiva do Bandes está muito satisfeita com esse rating duplo AA nacional da Fitch Ratings. Sabemos que a ótima situação fiscal do controlador do banco, o governo do Espírito Santo, é ponto fundamental nesse rating. Contudo, são pontos relevantes nesse rating também a boa gestão do banco nesse período. Destacamos a diversificação e o suprimento adequado de funding para o desenvolvimento sustentável do Espírito Santo, a redução da inadimplência e o bom desempenho financeiro”, afirma Caçador.

Um dos aspectos citados pela agência de classificação é que o Bandes é estrategicamente importante para o Estado, pois é o braço de desenvolvimento do Governo, desempenhando um papel importante no fomento à economia local, por meio da concessão de créditos a pequenas e médias empresas (PMEs), bem como do fornecimento de recursos a municípios capixabas.

A agência considerou ainda como um aspecto positivo o modelo adotado pelo Bandes em seus controles internos, compliance e gestão de riscos. Outro aspecto destacado no relatório da agência e que colaborou para a boa avaliação da instituição foi a nota A dada ao Governo do Espírito Santo, pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), no que diz respeito à Capacidade de Pagamento do Estado (Capag). Este indicador tem impacto na avaliação do banco, pois o Bandes é uma sociedade de economia mista, com controle majoritário do Governo do Estado.

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Recursos da Lei Paulo Gustavo para setor cultural capixaba serão discutidos em Vitória nesta terça (16)

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Evento acontece nesta terça-feira (16), na Casa da Música Sônia Cabral, no Centro de Vitória, a partir das 18h30. Estão previstos cerca de R$ 40 milhões de repasse ao Estado e R$ 35 milhões para os 78 municípios.

A Lei Paulo Gustavo vai destinar R$ 75 milhões ao fomento do setor cultural capixaba. Para apresentar e debater os impactos, benefícios e oportunidades dos recursos no Estado, a equipe da Secretaria da Cultura (Secult) realiza um encontro aberto ao público, que acontece nesta terça-feira (16), às 18h30, na Casa da Música Sônia Cabral, localizada no Centro de Vitória.

Estão previstos cerca de R$ 40 milhões de repasse ao Estado e R$ 35 milhões para os 78 municípios. Esta divisão decorre de um mecanismo que calcula a população de cada local perante ao fundo de participação dos estados e municípios. Deste valor, aproximadamente 75% serão direcionados ao setor audiovisual e 25% para os demais segmentos da arte e cultura.

“Além da  presença dos empreendedores e fazedores de cultura em geral,  será importante que entidades de todo o Estado conheçam sobre a mobilização em torno da Lei”, afirmou o secretário de Estado da Cultura e presidente do Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura, Fabrício Noronha.

Lei Paulo Gustavo

Com o objetivo de auxiliar o setor cultural prejudicado pela pandemia da Covid-19, o  Projeto de Lei Paulo Gustavo (PLP 73/21) foi apresentado como recurso de ação emergencial no mês de novembro de 2021 no Senado e em julho deste ano foi promulgada como Lei Complementar 195/22. O nome da Lei homenageia o ator Paulo Gustavo, que faleceu em maio de 2021, devido à Covid-19.

O recurso total de R$ 3,86 bilhões é proveniente do superávit financeiro do FNC (Fundo Nacional de Cultura), e do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), recursos financeiros estes que não seriam utilizados no cronograma de pagamento dentro do exercício fiscal e que poderiam ser empregados como fonte de recurso adicional a ser operado diretamente pelos estados e municípios.

Serviço:

Encontrão Capixaba – Lei Paulo Gustavo e seu impacto no ES

Data: 16/08 (terça-feira)

Horário: 18h30

Local: Casa da Música Sônia Cabral, Centro de Vitória.

Aberto ao público.

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