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Polícia

Agredido a socos por aluno, professor decide abandonar profissão

Vítima de agressão dentro da sala de aula em uma escola estadual em Lins (SP), o professor Paulo Rafael Procópio, de 62 anos, anunciou que pretende abandonar a profissão após 20 anos de magistério. O ataque foi um dos dois casos de agressão a professores registrados na cidade na sexta-feira (22) envolvendo alunos menores de […]

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Vítima de agressão dentro da sala de aula em uma escola estadual em Lins (SP), o professor Paulo Rafael Procópio, de 62 anos, anunciou que pretende abandonar a profissão após 20 anos de magistério.

O ataque foi um dos dois casos de agressão a professores registrados na cidade na sexta-feira (22) envolvendo alunos menores de idade. Em outra escola, um professor de 41 anos e um cuidador, de 23, foram agredidos e ameaçados por um aluno de 12 anos.

Paulo Procópio, que dá aulas de história e geografia há três anos na escola estadual Otacílio Sant’anna, no Parque Alto de Fátima, explicou que já tem tempo para se aposentar, mas admitia seguir trabalhando após obter o benefício.

Paulo Procópio ainda se recupera dos ferimentos no rosto que sofreu após ser agredido pelo aluno. Ele precisou levar seis pontos cirúrgicos no rosto e mais dois no supercílio para fechar os cortes provocados pelos socos desferidos pelo aluno e também pelo caderno que foi atirado durante o ataque.

Em entrevista ao portal G1, o educador justificou a decisão. “Tem muitos professores que, até pela questão financeira, continuam trabalhando após se aposentar. Mas agora vou me aposentar e procurar outra coisa pra fazer. Não quero mais dar aulas”, diz o professor, que ficará afastado em licença médica até a próxima quarta-feira, 27.

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Estelionatário da Bahia é detido na Serra após monitoramento do Cerco Inteligente do Governo do Estado

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A Polícia Civil do Espírito Santo, por meio da Superintendência Interestadual e de Captura (Supic), prendeu, na última segunda-feira (20), um homem de 45 anos, que tinha um mandado de prisão em aberto pelo crime de estelionato, cometido em Itamaraju, na Bahia. A prisão ocorreu no bairro Nova Almeida, na Serra, e foi coordenada pelo chefe da Supic, delegado Júlio César. O monitoramento dos locais para onde o suspeito se dirigia só foi possível por conta do Programa Cerco Inteligente, do Governo do Estado.

De início, a análise dos dados foi feita através de uma placa de veículo. Com essa informação em mãos, a Gerência de Inteligência (Gint) da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Espírito Santo (Sesp) passou a monitorar as passagens do automóvel durante alguns locais e horários, levantando informações sobre sua atividade. Com isso, foi repassada a informação de um ponto de bloqueio onde seria possível deter o infrator e cumprir o mandado de prisão.

Após o recebimento dos dados, equipes da Superintendência Interestadual e de Captura (Supic) se posicionaram no ponto indicado. Ao avistar o carro do suspeito, que se aproximava de uma revenda de veículos, as equipes policiais se dirigiram até o acusado e lhe deram voz de prisão.

O homem foi levado até a 3ª Delegacia Regional de Serra, onde foram realizados os procedimentos de praxe e, posteriormente, o acusado foi conduzido até o Centro de Triagem de Viana (CTV), onde permanecerá à disposição da Justiça. A necessidade de recambiamento de presos é uma decisão judicial.

Dados aliados à Segurança Pública

O monitoramento dos locais para onde o suspeito se dirigia só foi possível por conta do Programa Cerco Inteligente, um sistema integrado de monitoramento e combate aos crimes de trânsito, ambientais, fiscais e de segurança pública. Com equipamentos de alta tecnologia que geram informações em tempo real, o Cerco Inteligente é mais uma ação do Governo do Estado, por meio do Programa Estado Presente em Defesa da Vida, idealizado para garantir a segurança dos capixabas e evitar a evasão de recursos e fraudes fiscais.

O sistema consiste em captar, por meio dos equipamentos instalados nas rodovias, o peso total, por eixo e por roda, de veículos que trafegam no Estado, sem a necessidade de o veículo se deslocar da via, podendo trafegar a até 100 quilômetros por hora; a placa, por meio de uma câmera de leitura; e outras características do veículo – cor, marca, modelo, velocidade, adesivos e outras marcas –, por meio de uma câmera de contexto.

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