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Alerta! Ciclone pode atingir Vitória até amanhã

Os efeitos do ciclone classificado como Tempestade Tropical “Iba” já estão sendo sentidos nas proximidades da cidade de Conceição da Barra, no litoral Norte do Estado. A informação vem da Marinha, que detalhou que os efeitos desse ciclone devem chegar ao restante do litoral do Espírito Santo até amanhã. Segundo o relatório da Marinha, o […]

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Os efeitos do ciclone classificado como Tempestade Tropical “Iba” já estão sendo sentidos nas proximidades da cidade de Conceição da Barra, no litoral Norte do Estado.

A informação vem da Marinha, que detalhou que os efeitos desse ciclone devem chegar ao restante do litoral do Espírito Santo até amanhã.

Segundo o relatório da Marinha, o ciclone classificado como Depressão Tropical foi formado em alto-mar, onde são esperados ventos fortes de até 87 km/h (47 nós). Junto à costa a previsão é de ventos de 61 km/h (33 nós).

Há previsão de ondas entre três e cinco metros em alto-mar e possibilidade de ressaca na costa entre Vitória e Caravelas, na Bahia, com ondas de até 2,5 metros.

“Este sistema fica sobre o mar e oferece risco para a navegação, como tempestades, ventos fortes constantes e mar muito agitado, com ondas altas”, informou.

O meteorologista Thiago Carvalho do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) fez uma alerta.

“Esse ciclone fará com que tenham rajadas extremamente fortes, trazendo tempestades até amanhã. Poderá ser visto de Norte a Sul do Estado, e as regiões costeiras poderão sofrer consequências, como casas destelhadas e árvores caídas”, alertou.

A expressão “iba” significa “ruim” em tupi-guarani. A nomenclatura tem feito jus aos estragos que o tempo vem causando no litoral capixaba.

A mudança climática afetou o Estado desde a semana passada, quando foi possível ver os prejuízos causados pela força das ondas. Casas e pontos comerciais chegaram a ser invadidos pela água em Ponta da Fruta, Vila Velha.

Na Serra, segundo o secretário de Defesa Social, Nylton Rodrigues, a defesa civil está de plantão.
“Em Mar Belo, tivemos um calçamento que cedeu, mas já sinalizamos. Chegamos a ficar no nível 2 de atenção, mas agora estamos no 1, que é de observação”, destacou.

Já na praia da Meaípe, em Guarapari, devido à forte ressaca que atingiu o litoral, um comerciante, de 71 anos, ficou ferido no último sábado, quando a areia cedeu.

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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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