conecte-se conosco

Política Estadual

Ales reconhece atuação da Igreja Presbiteriana

Publicado

A Assembleia Legislativa (Ales) reconheceu os trabalhos sociais desempenhados pela Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) ao longo de seus 160 anos no país em sessão solene na noite desta quarta-feira (13). Membros da entidade religiosa foram homenageados com certificados do legislativo e celebrados em sua jornada de evangelização no Espírito Santo.

O proponente da sessão e presidente da Casa, deputado Erick Musso (Republicanos), ressaltou que a homenagem presta justiça à trajetória de “uma das mais respeitadas instituições que presta, junto com outras denominações, um trabalho de levar a palavra de Deus aos corações aflitos, angustiados, ao resgate de vidas.”. Musso também esclareceu que a homenagem partiu de um pedido do ex-deputado estadual Esmael Almeida. 

O deputado Gandini (Cidadania) comentou a prerrogativa dada ao Poder Legislativo de reconhecer os bons exemplos da sociedade e reforçou a importância de registrar na história, por meio da homenagem, os trabalhos desenvolvidos. “A Igreja Presbiteriana do Brasil é uma instituição extremamente importante na constituição da nossa sociedade, do Brasil e do Espírito Santo”, avaliou.

O vereador do município de Vitória Davi Esmael (PSB) fez uma reflexão sobre o momento atual pelo qual a sociedade passa e apontou problemas familiares como causa de muitas mazelas como abuso sexual infantil, crescimento da população em situação de rua e gravidez na adolescência. “Devemos valorizar cada vez mais as instituições religiosas”, avaliou.

Leia mais:  Deputado quer laudo na venda de carro usado

Igreja da palavra

Lideranças destacaram que a palavra de Deus é a base da IPB. “Somos conhecidos como o povo da palavra. Nós cremos que somente a escritura e toda escritura nos traz a vontade de Deus”, sentenciou o presidente do Sínodo Central Espírito-santense Reverendo Jailto Lima do Nascimento.

“Somos desafiados a dar prosseguimento, levando o evangelho que salva, que restaura, para as vidas que lá fora estão perdidas e que não conhecem Cristo e só poderão conhecer através da pregação do evangelho”, corroborou o presidente do Sínodo Espírito Santo – Rio de Janeiro, reverendo Romildo Lima de Freitas.

Trabalho Social

A atuação social da IPB também foi destacada. “A IPB tem marcado sua atuação através de suas forças de integração com seu trabalho com áreas sociais através da construção de escolas, universidades, destacando-se a Universidade Presbiteriana Mackenzie, seminários de formação teológica, centros de pós-graduação, hospitais, instituições, assistência social a dependentes químicos como na cidade de Vila Velha a Apadd [Associação de Prevenção e Assistência aos Dependentes de Drogas] e outras instituições ligadas a essa denominação”, disse o presidente do Sínodo Minas – Espírito Santo, reverendo Marcelo Bernaldino da Silva.

Histórico

A Igreja Presbiteriana chegou definitivamente ao Brasil no século XIX, mais precisamente em 1859, com a chegada do missionário norte-americano Ashbel Green Simonton. Em Vitória a igreja chegou como congregação em 1928. É uma comunidade orientada pelos ideais da Reforma Protestante do século XVI.

Leia mais:  Convocados não comparecem à CPI

Homenageados 

  • Ada Cunha Xavier do Carmo
  • Alex Almeida Santos
  • Arthur Vargas de Oliveira
  • Eni Ferreira Brito da Rocha
  • Flávia Moreira Viana Soares 
  • Marcos Vinícius Tavares Vieira
  • Matheus Satler Ramalho Soares
  • Pâmela Novais de Freitas
  • Presbítero César Romero Valente de Freitas
  • Presbítero Edmar de Souza Pereira Júnior
  • Presbítero Ronaldo Almeida Menenguci
  • Renato Jordão Belzof
  • Reverendo Abdiel Bibiano Neves
  • Reverendo Ademir Amorim
  • Reverendo Adilson Souza dos Santos
  • Reverendo Antônio Mateus Filho
  • Reverendo Antônio Raimundo Silva Alves
  • Reverendo Carlos Magno da Silva
  • Reverendo Gilberto Dutra Leite do Amaral
  • Reverendo Hernandes Dias Lopes
  • Reverendo Jailto Lima do Nascimento
  • Reverendo Jair Moreira
  • Reverendo Jefferson Gomes de Oliveira
  • Reverendo Jesiel Corrêa
  • Reverendo José Ernesto Spínola Conti
  • Reverendo Marcelo Bernaldino da Silva
  • Reverendo Marcelo Mariano da Cruz
  • Reverendo Moacyr Moreira de Freitas
  • Reverendo Robson Araújo Carreiro
  • Reverendo Rodrigo Geraldo da Silva
  • Reverendo Romildo Lima de Freitas
  • Reverendo Rômulo Schade Barcelos
  • Reverendo Ronaldo da Silva Moreira
  • Reverendo Vilson Machado
  • Sidinei Junio Pereira da Silva

Comentários Facebook
publicidade

Política Estadual

Esgotamento: Aracruz tem projetos, mas precisa de recursos

Publicado

Aracruz tem 42% de cobertura de rede e tratamento de esgoto e espera até 2026 alcançar a universalização do saneamento. Os projetos executivos para as obras já foram elaborados e investimento total gira em torno de R$ 253 milhões. Mas, segundo o diretor-geral do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) municipal, Elias Antônio Coelho Marochio, o problema é a falta de recursos para colocar as obras em prática, que ainda precisam ser captados.

Na reunião da Frente Parlamentar de Fiscalização de Obras de Coleta e Tratamento de Esgoto no ES, realizada nesta quinta-feira (12), o diretor cobrou uma linha de financiamento, sobretudo junto ao governo do Estado, uma vez que só a taxa paga pela população pelo serviço não é suficiente para ampliar o sistema. “Hoje os Saaes estão meio que órfãos, não temos uma linha de financiamento”, afirmou.

De acordo com ele, o governo tem investido muito na Cesan. A autarquia inclusive assumirá a distribuição de água e a rede de esgoto e tratamento na região da orla, muito em função dos investimentos empresariais, como o estaleiro Jurong, e ao apelo turístico do local – aliviando em R$ 100 milhões (do total de R$ 253 milhões) os investimentos municipais previstos.

Leia mais:  Inaugurada unidade da Defensoria Pública na Assembleia

Cesan x Saae

O sistema de funcionamento híbrido despertou questionamento do deputado Gandini (Cidadania), presidente da FP. Se a Cesan já vai assumir a orla, perguntou, por que não poderia ficar encarregada por todo o sistema de saneamento de Aracruz (que inclui outras três regiões). “Pelo que estou vendo o Saae não tem condição nenhuma de executar (os investimentos)”.

Elias associou o crescimento da Cesan aos recursos que o governo do Estado aloca na companhia, pois “tarifa não paga o negócio”. “Por que o governo investe só na Cesan? Vamos lembrar aqui que Aracruz e os demais municípios compõem o caixa do governo”, avaliou. Se isso fosse feito, o serviço poderia ser tocado pelo Saae porque apresenta custo operacional menor.

Para o vice-prefeito de Aracruz, Lucio Zanol (PTN), essa dificuldade estaria associada à visão que a população local tem sobre a Cesan, de uma empresa que cobra tarifas altas. Para que essa mudança fosse colocada em prática, seria necessário aprovar uma lei na câmara municipal e os vereadores sofreriam pressão dos moradores da cidade, ponderou.

Leia mais:  Lei permite realização de sorteios por entidades

Para o morador da Barra do Sahy Jean Pedrini a proximidade do Saae com a comunidade não pode ser esquecida. “Geralmente os trabalhadores são pessoas ligadas à comunidade”, explicou. “Eles entendem o Saae como uma família, uma extensão de sua casa”. 

Já o representante da Cesan Luiz Cláudio Victor Rodrigues adiantou que o contrato para o início das obras na orla será assinado nos próximos dias, com prazo de entrega em 6 anos. Ele não descartou que a companhia assuma o serviço em todo o município. “É muito importante para gente que esse sistema funcione, que o contrato dê certo, e que a gente possa evoluir. Quem sabe a gente não evolui para o município inteiro?”, finalizou. 

Comentários Facebook
Continue lendo

CIDADES

ESTADO

POLÍTICA NACIONAL

ENTRETENIMENTO

Mais Lidas da Semana