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Amante de Manato, presa por extorsão, mora em Vila Velha e natural de Ecoporanga

A amante do ex-deputado Carlos Manato (PSL), homem forte do presidente da República, Carlos Manato, é natural de Ecoporanga e mora atualmente em Vila Velha. Ela tem 37 anos: Simone Lima Silva. Ela já foi presa em 1995 por furtar loja. Justificou que estava em depressão na época. E no seu depoimento, Simone disse que […]

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A amante do ex-deputado Carlos Manato (PSL), homem forte do presidente da República, Carlos Manato, é natural de Ecoporanga e mora atualmente em Vila Velha. Ela tem 37 anos: Simone Lima Silva.

Ela já foi presa em 1995 por furtar loja. Justificou que estava em depressão na época. E no seu depoimento, Simone disse que conheceu o ex-deputado Carlos Manato antes de se casar, mas era um caso extra-conjugal pois ele sempre foi casado com a deputada federal, Doutora Soraya (PSL).

De forma peculiar, disse que numa ocasião em Guarapari pediu R$ 5 mil ao ex-deputado que negou, alegando não ter aquele dinheiro. A partir de então decidiu chantagear Manato que acordou em lhe dar R$ 25 mil para não mostrar os vídeos a ninguém.

Para não aparecer no escândalo, pediu para o motorista do ex-deputado, Luiz Dayr, levar R$ 10 mil em mãos no Shopping Praia da Costa e levar documento em que manteria sigilo. Os outros R$ 15 mil seriam depositados.

Para conseguir chegar a este ponto, Simone enviou um dos vídeos íntimos dos dois, o que levou o Secretário da Casa Civil da Presidência da República a colocar o motorista como suposta vítima em seu lugar.

Existe a suposição de que a amante não teria agido sozinha no plano de extorsão. O caso está sendo apurado. A Delegada Rhaiana Bremenkamp teria preservado o nome do ex-deputado, inserindo só o nome “Carlos” em toda citação referente ao assessor do presidente da República.

Fonte: Folha do ES

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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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