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Anonymous divulga supostas doações a Malafaia sem repasse para igreja

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Pastor Silas Malafaia chamou grupo Anonymous de
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil – 25.6.2015

Pastor Silas Malafaia chamou grupo Anonymous de “canalhas”

A conta do Twitter An0nCyber, que faria parte do grupo de hackers Anonymous , divulgou supostos dados do pastor Silas Malafaia no final da noite desta quinta-feira (4). A conta afirma que o líder religioso teria recebido 5 mil depósitos, que seriam para doações, em sua conta particular. Malafaia nega.

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“Você já foi um pastor… mas agora suas ovelhas vão ver que você era um lobo”, escreveu a conta vinculada ao Anonymous . O perfil afirma que depósitos foram enviados ao Pagseguro de Malafaia em vez de diretamente para ” órgão ou alguma conta pra sua igreja”.

Malafaia é líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo . Na manhã desta sexta-feira (5), ele se posicionou no seu Twitter sobre o ocorrido chamando o grupo de “canalhas” e negando as afirmações da conta Anonymous.

“Os esquerdopatas forjaram mentiras dizendo q dinheiro doados vieram para minha conta . Rackearam dados meus. Só atuam contra quem ñ é do viéis da esquerda. EM NOME DE JESUS VOCÊS VÃO SER DESCOBERTOS . AGUARDEM !”, reagiu Malafaia .

A conta afirma que “as ‘ doações ‘ que estão todas no bolso dele” e que Malafaia retirou a aba de doações que havia no site dele.

O perfil do grupo Anonymous diz que “para aqueles que questionam a razão do nosso trabalho, estamos aqui pra constrangir (SIC) empresas/organizações corruptas , bem como governos”.

Veja as publicações no Twitter da conta Anonymous e do pastor Silas Malafaia:

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Estratégia de combate à Covid-19 precisa ser repensada, diz Teich

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Ex-ministro da Saúde Nelson Teich
Erasmo Salomão/MS

Ex-ministro da Saúde Nelson Teich

O ex-ministro da Saúde Nelson Teich disse neste domingo (12) em entrevista à GloboNews que a estratégia do governo federal de combate à Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2), precisa ser repensada.  Teich deixou o comando da pasta no dia 15 de abril, menos de um mês após assumir o cargo.

Para o antigo ministro, a pasta sofre com a falta de informação e inteligência. Para Teich, no entanto, essa deficiência se dá por conta do comportamento que a Covid-19 tem. “Ela é uma doença que muda todos os dias. A cada dia é uma nova dinâmica. A gente precisa ficar em um processo de eterna reformulação de estratégia”, afirmou Teich.

Ainda de acordo com o médico, isso mostra as fragilidades que o sistema de monitoramento e gestão tem na pandemia do novo coronavírus. “Uma das fragilidades, até para você conseguir liderar e coordenar, é ter informação. Se eu não sei o que acontece na ponta, eu não consigo entender o que está acontecendo ao longo do caminho e eu não consigo planejar, eu não consigo reestruturar”, disse o ex-ministro.

Um dos exemplos que Teich citou foi a dificuldade em saber qual era a diferença nas taxas de mortalidade nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) em cada região do Brasil.

“E o que fazia com que a mortalidade fosse diferente? Eram os profissionais, era o equipamento, era alguma estratégia de tratamento que acontecia em determinado lugar? Se eu tivesse essa informação eu poderia saber quem performa melhor, quem trata melhor e essa pessoa seria uma referência para o resto do sistema”, completou.

Nesse sentido, o médico explica que, caso essas informações estivessem disponíveis, as boas práticas poderiam ser aplicadas em todas as regiões. Essa estratégia, no entanto, foi um dos principais pontos de críticas de Teich no combate à Covid-19. Ele dizia que nenhuma região do Brasil era igual, por isso as medidas de enfrentamento não poderiam ser as mesmas .

“Quando você descentraliza sem informação e sem coordenação, você tem muita fragmentação. E o que é fragmentado é ineficiente”, afirmou.

Questionado sobre a forma como conduziu o ministério, Teich disse que poderia ter tido um desempenho melhor na comunicação com a sociedade e com integrantes do governo. “Uma coisa que eu estava muito preocupado era com a polarização que eu peguei com naquele momento e acabei deixando de fazer uma comunicação adequada”, avaliou o ex-ministro.

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