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Após protesto, Suplicy tenta abraçar Mercadante e ouve ‘não precisa’

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Suplicy na reunião das diretrizes dp programa de governo do PT nesta terça-feira (21)

Suplicy na reunião das diretrizes dp programa de governo do PT nesta terça-feira (21) – Reprodução: Youtube – 21/06/2022

Após interromper, aos gritos, o lançamento das diretrizes de governo para a pré-candidatura à Presidência de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta terça-feira, o vereador Eduardo Suplicy (PT-SP) disse ter enviado uma carta ao coordenador do programa de governo, Aloizio Mercadante, ao pré-candidato a vice na chapa, Geraldo Alckmin, e a Lula para falar do episódio, mas não obteve resposta. Ao GLOBO, o ex-senador disse ter tentado abraçar Mercadante após a interrupção do evento, mas ouviu um “não precisa”.

O senhor foi ou não foi convidado para aquela reunião? O pai Rodney (William), de qual sou amigo, me mandou um recado: “Você vai amanhã na apresentação do programa do PT?” Eu respondi: Poxa, não fui convidado.

Por que o senhor decidiu fazer aquela intervenção? Por causa das projeções na tela feitas pelo Mercadante e a apresentação oral dele, com as diversas diretrizes. Ele não mencionou o objetivo de implantar a renda básica e eu não tinha visto ainda o plano.

O senhor conversou com alguém depois do ocorrido? O Mercadante preferiu não conversar comigo depois. Fui até a mesa lhe dar um abraço e ele disse: “Não precisa” e saiu. O Lula fez muitos elogios a mim. Embora citada (na primeira proposta), eu achei modesta a referência dada à renda básica de cidadania. Então eu mandei por escrito mais umas 50 linhas dizendo sobre isso. Inclusive, mandei três versões, a primeira com 50 linhas e a última eu cortei para simplificar. Eu imaginava que, na exposição, ele colocaria isso como um dos objetivos principais. O Brasil é o primeiro país do mundo que aprovou uma lei para instituir uma renda básica aprovada por todos os partidos. No Senado, em dezembro de 2002, e na Câmara em dezembro de 2003. O presidente Jair Bolsonaro, que era deputado federal, nada falou contra. Portanto, votou a favor.

O senhor teve algum retorno sobre a falta de resposta às suas mensagens? Ontem escrevi uma carta. Mandei para o Mercadante, Lula e Alckmin explicando por que tive aquela atitude para que pudessem entender melhor. Por enquanto, não tive nenhum retorno.

O senhor ficou chateado? O que posso lhe dizer é que houve um apoio fortíssimo à renda básica e todos querem que esteja de fato incluída no programa. Muitos me cumprimentam pela batalha.

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Datafolha: Fernando Haddad tem rejeição de 35% em SP; França tem 20%

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 Levantamento aponta que 35% dos eleitores não votariam no ex-prefeito de São Paulo
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Levantamento aponta que 35% dos eleitores não votariam no ex-prefeito de São Paulo

Pesquisa do Instituto Datafolha divulgado nesta quinta-feira aponta que o ex-prefeito de São Paulo  Fernando Haddad (PT) é o mais rejeitado entre os pré-candidatos ao governo de São Paulo. 

De acordo com o levantamento, 35% dos eleitores não votariam no ex-prefeito, que mantém a dianteira na disputa ao Palácio dos Bandeirantes.

Haddad é seguido pelo ex-governador Márcio França, do PSB, cuja rejeição é de 20%. O socialista, no entanto, deve sair de cena para concorrer ao Senado, de acordo com aliados. Se o cenário sem França se confirmar, Haddad sobe de 28% para 34% das intenções de voto.


O governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB), e o ex-ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas (Republicanos) apresentam menor rejeição. Não votariam em nenhum dos dois 16% dos paulistas. No entanto, ambos são desconhecidos da maior parte do eleitorado.

O Datafolha ouviu 1.806 pessoas com mais de 16 anos de 28 a 30 de junho no estado, aferindo dados com uma margem de erro de dois pontos para mais ou menos. O levantamento, contratado pelo jornal Folha de S.Paulo, foi registrado com o número SP-20523/2022 no Tribunal Superior Eleitoral.

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Fonte: IG Nacional

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