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Política Nacional

Após renúncia na Bolívia, Bolsonaro defende voto impresso; Lula fala em golpe

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Jair Bolsonaro
José Dias/PR

Bolsonaro defende voto como instrumento contra fraudes

O presidente Jair Bolsonaro defendeu neste domingo (10) a aplicação do voto impresso no Brasil após  Evo Morales renunciar à presidência da Bolívia em meio a acusações de fraude no processo eleitoral. Em uma publicação nas redes sociais, o uso de cédulas daria “a certeza que fatos como o da Bolívia não acontecerão no Brasil”. “A lição que fica para nós é a necessidade, em nome da democracia e transparência, de contagem de votos que possam ser auditados”, disse.

Evo Morales renunciou após as  Forças Armadas pedirem que ele deixasse o cargoele mesmo ter convocado novas eleições . “Me dói muito que nos tenham levado ao enfrentamento. Enviei minha renúncia para a Assembleia Legislativa Plurinacional”, afirmou em pronunciamento na televisão. O vice-presidente Álvaro García Linera , que estava ao lado de Morales, também renunciou.

“Quero pedir desculpas por ter sido exigente durante o trabalho. Não foi para Evo, foi para o povo boliviano”. “Aqui não termina a vida, segue a luta”, disse Morales ao encerrar sua fala.

Leia também: Na mão grande: entenda o método Evo Morales de se perpetuar no poder

Além deles, também renunciaram o presidente da Câmara, Victor Borda, e a presidente do Senado boliviano, Adriana Salvatierra. Nessa situação, o próximo na linha sucessória para assumir a presidência é Petronio Flores, presidente do Tribunal Constitucional, entidade equivalente ao Supremo Tribunal Federal na Bolívia.

O ex-presidente Lula também se manifestou sobre a renúncia de Morales. No Twitter, o petista disse que “é lamentável que a América Latina tenha uma elite econômica que não saiba conviver com a democracia e com a inclusão social dos mais pobres”.

 

 

Desde que Morales foi reeleito, em 20 de outubro, o processo eleitoral tem sido questionado pela Organização dos Estados Americanos (OEA). Ele venceu as eleições com 47,07% do total de votos, enquanto seu rival Carlos Mesa ficou com 36,51%.

Na Bolívia, um candidato só vence quando soma mais de 50% dos votos ou quanto tem menos, mas fica com vantagem de 10 pontos percentuais em relação ao segundo colocado. Por conta dessa vantagem ter sido pequena e de resultados contraditórios terem sido divulgados, a OEA chegou a duvidar do resultado e pediu uma auditoria das urnas.

Essa adutoria só seria finalizada em 13 de novembro, mas foi adiantada “por conta da gravidade das denúncias”, disse o secretário-geral da OEA, Luis Almagro.

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Política Nacional

Polícia Federal vai à casa de Wilson Witzel, governador do Rio de Janeiro

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homem de terno e gravata
DIVULGAÇÃO/GOVERNO DO RIO DE JANEIRO

Governador do Rio, Wilson Witzel

Agentes da Polícia Federal estão no Palácio das Laranjeiras, casa oficial do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, localizada na Zona Sul do Rio de Janeiro, na manhã desta terça-feira (26). 

A ação cumprida por agentes de Brasília não tem envolvimento da superintendência do Rio de Janeiro e se chama Operação Placebo. Ela buscaria ligações entre Witzel e o empresário Mário Peixoto, principal investigado por superfaturamento de materiais de hospitais de campanha no estado.

Além do Palácio das Larajeiras, a PF cumpre mandados nos bairros do Leblon e do Grajaú, ambos no Rio de Janeiro. O Grajaú, na Zona Norte, era o bairro no qual Witzel morava antes de ser eleito governador.

Leia também: Witzel demite secretário de Saúde por fraudes na compra de respiradores

Imagens feitas por helicóptero e veiculadas no Bom Dia RJ desta terça mostram que ao menos quatro viaturas estão no local. 

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