conecte-se conosco

Estado

Arquivo Público recebe acervos pessoais de Milson Henriques e Renato Pacheco

Publicado


O governador do Estado, Renato Casagrande, participou, na manhã desta terça-feira (13), da solenidade de recebimento das coleções pessoais de Milson Henriques e Renato Pacheco, que passaram a compor o acervo do Arquivo Público do Estado do Espírito Santo (APEES). Também foi realizada a entrega de 4.700 livros doados ao APEES durante campanha para a Biblioteca Pública Municipal de Iconha, atingida pelas chuvas de janeiro de 2020.

Durante o evento, o governador agradeceu aos herdeiros pela cessão dos acervos, que agora ficarão disponíveis ao público. “Gostaria de agradecer à família do Juarez Vieira, Marilza e Carolina por terem cedidos, como herdeiros, todo esse acervo do Milson Henriques. Tive a oportunidade de conviver um pouco com Milson e acompanhei o seu trabalho. É muito bom receber esse acervo para disponibilizar e democratizar esse conhecimento”, declarou.

Casagrande prosseguiu: “Também gostaria de agradecer à Clotilde, esposa do Renato Pacheco e ao Rodrigo, seu filho, que hoje representam à família. Estamos recebendo a guarda permanente do acervo do Renato Pacheco, que como dizem, foi o intelectual mais completo que tivemos.  Não somente seu talento como professor, mas ele dominava todos os assuntos com muita capacidade. Essa história vem agora para o Arquivo Público. Renato Pacheco é uma grande referência e pode se torna-lo cada vez mais conhecido.”

O diretor-geral do APEES, Cilmar Cesconetto Franceschetto, também participou do evento e afirmou que é uma honra recolher acervos de personalidades de relevância como o Milson Henriques e o professor Renato Pacheco.

“Os documentos gerados e guardados ao longo da vida desses dois intelectuais em muito enriquece o patrimônio documental do Espírito Santo. São pessoas que em suas militâncias enalteceram, com suas obras, a vida dos capixabas, e que agora nos legam um valioso acervo documental, testemunho das suas memórias. Mas, além disso, um importantíssimo instrumento de pesquisa ao estudo da nossa história”, destacou.

A “Coleção Milson Henriques” abrange 27 caixas com diferentes documentos, como recortes de jornais, cartas, panfletos, cartões-postais, charges, quadros, desenhos, fotografias, diário, currículo artístico, premiações, telegramas, letras de músicas, convites, roteiros, cartazes, ingressos, álbuns, rótulos e homenagens, referentes ao período de 1943 a 2015. 

Já a “Coleção Renato Pacheco”, por sua vez, é composta por 109 caixas, nas quais constam documentos familiares e pessoais, originais de livros, estudos, correspondências, recortes de jornais, materiais didáticos, fotografias, cadernos, resenhas, revistas e manuscritos.

Biblioteca Pública Municipal de Iconha

Os 4.700 livros entregues à Biblioteca Pública Municipal de Iconha foram resultado de uma campanha, de iniciativa do APEES, da qual também participaram a Biblioteca Pública Estadual, o Instituto Histórico e Geográfico de Vila Velha (Casa da Memória), a Biblioteca Municipal de Vila Velha e a Assembleia Legislativa.

“Depois das chuvas que devastaram Iconha, a biblioteca local, que também sofreu com alagamento, irá receber mais de quatro mil livros através de uma campanha realizada pelo Arquivo Público. Um ato nobre, pois troca de conhecimento e sabedoria é fundamental para a cultura”, comentou o governador.

Informações à Imprensa:
Assessoria de Comunicação do Governo
Giovani Pagotto
(27) 98895-0843

Assessoria de Comunicação do Apees
Jória Motta Scolforo
(27) 3636-6117 / 99633-3558
[email protected] 

 

Fonte: Governo ES

Comentários Facebook
publicidade

Estado

Parque Paulo Cezar Vinha recebe ouriço e tatu reabilitados

Publicado

 

O Parque Estadual Paulo Cesar Vinha (PEPCV), em Guarapari, recebeu dois animais reabilitados que tiveram a chance de voltar à natureza: um ouriço e um tatu. Antes, os bichinhos passaram por um período de cuidados no Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos (Ipram), instituição que operacionaliza o Centro de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres (Cetras), do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema), em Jardim América, Cariacica.

O ouriço é uma fêmea da espécie Coendou prehensilis. Ela foi resgatada, ainda filhote, depois que a mãe morreu ao ser atacada por um cachorro. “Como ela era muito filhote, chegou com 200 gramas e ainda não tinha espinhos para proteção, então ela foi cuidada pela nossa equipe do Ipram”, explica a médica veterinária Renata Hurtado, Coordenadora de Medicina e Reabilitação do Ipram.

Primeiro, a “ouricinha”, como é carinhosamente chamada pela equipe que cuidou dela, recebeu leite na mamadeira. Conforme foi crescendo, foram adicionadas frutas ao leite e depois ofertados diversos alimentos em pedaços, como frutas, legumes e brotos. “Toda a criação dela foi feita de forma especial para que não ficasse acostumada com as pessoas. Quando ela cresceu e foi aprovada para soltura, fizemos contato com o PEPCV para nos auxiliar no que chamamos de soltura branda ou soft release”, ressalta Renata Hurtado.

Na soltura branda, o animal vai sendo aclimatado ao novo ambiente aos poucos. “Por ser um filhote de uma espécie tradicionalmente não agressiva, este tipo de soltura é importante para auxiliar na adaptação gradativa do animal ao seu ambiente natural”, lembra a médica veterinária.

E é exatamente assim que tem sido a adaptação do ouriço. A gestora do PEPCV, Joseany Trarbach, conta que a princípio o animal ficou num viveiro com água, abrigo e alimentos. Após alguns dias de ambientação, a porta do espaço foi aberta e a “ouricinha” saiu para explorar a área. “Ela tem a oportunidade de voltar caso não encontre abrigo ou não se sinta segura. Às vezes ela volta para o viveiro apenas para se alimentar”, conta.

A médica veterinária Renata Hurtado explica que esse comportamento é normal. “A ideia é manter os alimentos no recinto para que o animal entenda que lá é seu local seguro, e só precisa abandoná-lo quando encontrar um lugar melhor ou mais adequado. Como é ainda muito jovem, é normal que volte”, destaca.

Outro animal resgatado que foi solto no Parque Paulo Cesar Vinha foi um tatu. Ele foi encontrado em uma rua, em Guarapari, aparentemente perdido e sofrendo com o calor excessivo. “Cuidamos dele para aliviar os efeitos das altas temperaturas que enfrentou. Mas, apesar da situação em que foi encontrado, ele estava bem e apto para retornar logo para a natureza”, afirma a médica veterinária.

Fonte: Governo ES

Comentários Facebook
Continue lendo

CIDADES

ESTADO

POLÍTICA NACIONAL

ENTRETENIMENTO

Mais Lidas da Semana