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​Atleta de Vila Velha é convocada para mundial de Vôlei de Praia

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Foto: Antônio Carlos

A atleta canela verde Julhia Futado foi anunciada na terça-feira (26) para representar o país no Mundial Sub19 de Vôlei de Praia, que acontece de 14 a 18 de setembro, em Dikili, na Turquia.

Foram convocados dois “veteranos” e seis estreantes: Carol Sallaberry e Pedro disputam a competição pela segunda vez. Carol jogará ao lado de Julhia, e Pedro terá ao seu lado Henrique, com quem conquistou este ano os Jogos Sul-Americanos da Juventude. Nina/Giovanna e Dudu/Lucas Elbert são as outras equipes brasileiras.

O Brasil é o país com mais ouros no Mundial sub-19: são sete – quatro no feminino e três no masculino.

Julhia

A revelação Julhia Futado, de 15 anos, e sua dupla Sophia, de 14, conquistaram a medalha de bronze do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia Sub-17, realizado de 27 a 29 de junho, na arena montada na Praia da Costa.

Além dessa conquista nacional, Julhia já venceu outras importantes disputas, como a medalha de ouro no Estadual Sub-21 e Adulto, prata no Sub-21 brasileiro e prata no Sul-Americano Sub-19.

Julhia, que é contemplada pelo Bolsa Atleta Vila Velha, acredita que o benefício contribui muito na busca das suas vitórias, “pois os recursos ajudam no transporte e alimentação. E tem pessoas que não sabem o quanto isso ajuda. Então, agradeço muito ao Bolsa Atleta de Vila Velha”.

O Bolsa Atleta Vila Velha 2021 contempla 66 atletas de alto rendimento, que recebem de R$ 500 a R$ 1,5 mil mensais, por doze meses. Ao todo, estão sendo investidos R$ 648 mil.

“Os bolsistas são atletas de alto rendimento, com residência fixa de, no mínimo, dois anos em Vila Velha. Integrantes da seleção brasileira, que estão fora do município, também estão incluídos”, informou o subsecretário municipal de Esporte, Fábio Luiz Magalhães.

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Esporte

Arrascaeta e Gabigol são absolvidos no STJD e podem jogar contra o Athletico-PR

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Gabigol e Arrascaeta estão liberados para atuar em Athletico-PR x Flamengo, no jogo de volta das quartas de final da Copa do Brasil, na próxima quarta-feira, às 21h30 (de Brasília), em Curitiba. A dupla foi absolvida da denúncia no STJD, em julgamento nesta terça-feira, no Rio, por lances na partida de ida, que terminou empatada sem gols no Maracanã.

O relator do caso, Washington Rodrigues, votou pela absolvição da dupla, mesmo entendimento que teve o presidente da comissão, Carlos Eduardo Cardoso. Já os auditores Iuri Engel e Marcelo Vieira optaram por não reconhecer a denúncia.

O julgamento

Os flamenguistas foram denunciados pela procuradoria do órgão com base nos artigos 254-A e 254 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva. Gabigol foi enquadrado em prática de agressão, enquanto Arrascaeta foi acusado de jogada violenta.

Os lances aconteceram no jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil, no Maracanã, no último dia 27 de julho, no Maracanã, no 0 a 0 entre Flamengo e Athletico. Gabigol recebeu cartão amarelo pela pancada em Fernandinho, assim como Arrascaeta pelo carrinho em Erick.

Do lado da procuradoria, Marcos Souto Maior defendeu interferência do tribunal para corrigir os erros de arbitragem da partida. Já o advogado rubro-negro, Michel Assef Filho, lembrou que os casos foram flagrados e analisados tanto pelo árbitro da partida quanto pelo árbitro de vídeo.

O julgamento ganhou tom decisivo porque aconteceu na véspera do jogo de volta entre as equipes, que decidem na próxima quarta-feira uma das vagas nas semifinais da Copa do Brasil. Em caso de punição, a dupla ficaria fora da partida.

Os votos

O relator Washington Rodrigues votou pela absolvição da dupla:

– Já trouxe um voto pronto, porque para mim a discussão é maior. Nós éramos censores do árbitro de campo. Agora o VAR tem essa missão de analisar um lance que escapou. E nós viramos o quê? O VAR do VAR? Por essas razões, eu recebo a denúncia, mas no mérito julgo improcedente e absolvo os atletas.

O auditor Iuri Engel votou por não conhecer a denúncia:

– No próprio jogo em questão temos lances em que o Flamengo poderia ter reclamado das decisões do juiz. Acho um perigo abrir esse precedente. Por essas razões, meu voto é pelo não conhecimento da denúncia – declarou.

O auditor Marcelo Vieira votou por não conhecer a denúncia:

Fonte: Agência Esporte

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