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Atriz de “Totalmente Demais” conta que era assediada pela internet na infância

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Giovanna Rispoli estava no ar em “Malhação – Toda Forma de Amar” e voltou às telinhas como Jojo, na reprise de “Totalmente Demais” . A atriz estreou na televisão quando tinha apenas 11anos, em “Em Família”, e contou em entrevista à colunista Patrícia Kogut que sofria assédio  pela internet quando era mais nova.

Giovanna Rispoli
Reprodução/Instagram

Giovanna Rispoli atualmente e na época de “Totalmente Demais”


A atriz contou que já recebeu muito mais mensagens desse tipo, mas com o tempo elas foram diminuindo. “De tanto que bloqueei gente sem noção elas pararam de aparecer. Acho que já passou a fase de comentários horríveis. Quanto mais nova, pior . Há muitas pessoas maldosas. À medida em que fui crescendo, viram que sou realmente contra esse tipo de coisa e foram desaparecendo. Tenho um público agora que é mais da militância, então, está tranquilo”, contou Giovanna .

A global disse que sempre mostrou para os pais as mensagens criminosas que recebia e teve a ajuda da família para lidar com essas situações. ” A gente quase chegou a ir à polícia . Um cara estava me stalkeando nas redes, mandando mensagens meio assustadoras”, falou a artista e explicou que conversaram com um policial que os aconselhou a denunciar o caso se ele persistisse, mas o homem acabou sumindo.

Atualmente, Giovanna está passando a quarentena com a família no interior de São Paulo e, além de trabalhar como atriz, também estuda cinema no Rio de Janeiro. Além dos assédios que sofreu pela internet, a artista também relembrou como foi trabalhar em ” Totalmente Demais “. “Lembro sempre da relação familiar da personagem, das cenas com o Fabio Assunção e com a Guida Vianna. Depois entrou a Marina Ruy Barbosa no nosso núcleo. Foi uma novela ótima em vários aspectos”, contou.

Fonte: IG GENTE

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A luta antirracista narrada em 5 livros de autores negros

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As recentes manifestações  contra o racismo, principalmente nos Estados Unidos e Brasil, nos convidam a refletir sobre essa questão e a apoiar o movimento antirracista . E algumas das principais formas de fazer isso é estudando e, sobretudo, prestigiando o trabalho de artistas negros. 

Leia também: 7 intelectuais para seguir e entender o racismo no Brasil

Por isso, o iG Gente reuniu alguns livros que abordam a questão do racismo e, o mais importante: que foram escritos por negros e contam a história de negros.

1. “Úrsula”, de Maria Firmina dos Reis

Livro de Marina Firmina dos Reis
Reprodução/EditoraTaverna

Livro de Marina Firmina dos Reis


O livro é considerado o primeiro romance publicado por uma mulher no Brasil. De 1859, é também o primeiro romance abolicionista da literatura brasileira e o primeiro romance da literatura afro-brasileira. Maranhense, Maria Firmina dos Reis escreveu sobre a história de amor impossível entre Úrsula e Tancredo, denunciando injustiças sociais da época – que ainda são bastante atuais.

Leia também: 8 produções nacionais e internacionais para entender mais sobre o racismo

2. “Pequeno manual antirracista”, de Djamila Ribeiro

Livro de Djamila Ribeiro
Reprodução/Companhia das Letras

Livro de Djamila Ribeiro


Muito mais jovem e didático que “Úrsula”, o livro de Djamila Ribeiro reúne várias dicas para combater o racismo – elas são preciosas, sobretudo, para pessoas brancas. “No Brasil, há a ideia de que a escravidão aqui foi mais branda do que em outros lugares, o que nos impede de entender como o sistema escravocrata ainda impacta a forma como a sociedade se organiza”, diz em um dos capítulos. 

3. “Bucala: A pequena princesa do quilombo do cabula”, de Davi Nunes

Livro de Davi Nunes com ilustrações de Daniel Santana
Reprodução/UNEB

Livro de Davi Nunes com ilustrações de Daniel Santana


Para que a mensagem antirracista chegue também às crianças , várias obras infantis valorizam a cultura negra. Escrita por Davi Nunes, a obra resgata a história de um quilombo de Salvador, o Cabula, através da figura de uma princesa. Com o cabelo crespo em formato de coroa de rainha, ela possui poderes que protegem o quilombo dos escravocratas e capitães do mato.

4. “Na Minha Pele”, de Lázaro Ramos

Reprodução/Instagram/Acervo Literário

“Na Minha Pele” mostra a trajetória de Lázaro Ramos na arte e como lutar contra o preconceito


Já bastante conhecido por atuar em várias novelas e filmes, Lázaro já escreveu alguns livros. Um deles é “Na Minha Pele”, de 2017. Mesmo não sendo propriamente uma autobiografia, o autor narra as memórias de sua vida, propondo muitas reflexões. Ele chega a citar, inclusive, sua esposa, a atriz Taís Araújo , que também é negra e que já passou por cituações parecidas com as suas por causa do racismo.

Leia também: Convidada critica CNN, ao vivo, por ter Waack falando de racismo

5. “Quando me descobri negra”, de Bianca Santana

Bianca Santana
Reprodução/SESI-SP

Bianca Santana


A escritora e professora Bianca Santana reúne uma série de relatos sobre experiências pessoais e ouvidas de outras mulheres e homens negros. “Tenho 30 anos, mas sou negra há dez. Antes, era morena .” começa o livro, que denuncia o racismo velado e narra um processo de descoberta que pode ser doloroso, mas que também é libertador. 

Fonte: IG GENTE

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