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Avião que caiu em Ubatuba foi fabricado há 40 anos e tinha documentos em dia

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Avião caiu no mar entre a divisa de SP e RJ
Reprodução/redes sociais

Avião caiu no mar entre a divisa de SP e RJ

O avião bimotor que caiu em mar aberto entre Ubatuba (SP) e Paraty (RJ), na noite de ontem, com dois pilotos e um passageiro,  foi fabricado há 40 anos, em 1981, pela Piper Aircraft, uma das três grandes fabricantes do mundo. A empresa tem sede na Flórida, nos Estados Unidos.

A Força Aérea Brasileira encontrou, na tarde desta quinta-feira (25), um corpo nas proximidades de onde a aeronave caiu , mas ele ainda não foi identificado. Segundo a FAB, porém, provavelmente é uma das vítimas do acidente com bimotor.

Na manhã de hoje, também foram localizados destroços na área de busca, mas ainda não há confirmação de que pertençam ao veículo.

A aeronave estava registrada para serviços aéreos privados e autorizado para realizar voos noturnos por instrumentos (IFR), de acordo com o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB). O avião teve operação negada apenas para táxi aéreo.

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O veículo é de modelo PA-34-220T e tem número de série 34-8133079. Ele transporta até seis passageiros e decola com peso máximo de 2.155 kg.

De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a última movimentação de compra da aeronave foi feita em 1º de junho de 2020, com propriedade atribuída ao copiloto José Porfírio de Brito Júnior.

Além disso, o Certificado de Verificação de Aeronavegabilidade (CVA) do veículo estava em dia, com data de validade até o dia 6 de agosto de 2022.

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Anvisa afirma que diretores do órgão não foram intimados pela Polícia Federal

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Anvisa afirma que diretores não foram intimados pela Polícia Federal

Anvisa afirma que diretores não foram intimados pela Polícia Federal – Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou uma nota na manhã desta terça-feira (30) que desmente uma informação divulgada pelo portal Metrópoles sobre uma possível operação da Polícia Federal no órgão brasileiro.

Segundo a entidade, “nenhum dos cinco Diretores da Anvisa, a saber Antonio Barra Torres, Meiruze de Souza Freitas, Rômison Rodrigues Mota, Cristiane Rose Jourdan Gomes e Alex Machado Campos, recebeu qualquer tipo de contato ou interpelação pela Polícia Federal”.

A Anvisa ressalta, ainda, que não procede a informação de que há a presença de policiais federais na sede do órgão para a realização de uma possível operação.

O esclarecimento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária vem de encontro às revelações do Metrópoles. De acordo com o portal, agentes de segurança investigam fraudes que envolvem a entrega de medicamentos de alto custo. A aquisição dos remédios teria sido feita com recursos públicos.

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