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Economia

Bandes apresenta lucro de R$ 1,7 milhão

O Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes) divulga os resultados referentes ao exercício 2018 nesta quarta-feira (27). O Lucro Líquido acumulado pela instituição no período foi de R$ 1,7 milhão e a carteira do banco alcançou o valor de R$ 1,1 bilhão. O Relatório de Administração também traz os resultados operacionais do Bandes, que […]

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O Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes) divulga os resultados referentes ao exercício 2018 nesta quarta-feira (27). O Lucro Líquido acumulado pela instituição no período foi de R$ 1,7 milhão e a carteira do banco alcançou o valor de R$ 1,1 bilhão.

O Relatório de Administração também traz os resultados operacionais do Bandes, que em 2018 direcionou quase R$ 650 milhões, entre operações de crédito e liberações do Fundo de Desenvolvimento das Atividades Portuárias (Fundap), para os empreendimentos do Espírito Santo. Esse montante viabilizou projetos de financiamentos produtivos e contribuiu para construção de soluções estratégicas, além de atuar na geração ou manutenção de 5.665 empregos diretos.

Em 2018, o Bandes foi marcado pela diversificação de novas fontes de recursos e da carteira de crédito, com o objetivo apoiar novos setores da economia capixaba. Entre eles: inovação, economia verde, economia criativa, turismo e cadeias produtivas estratégicas, por meio de linhas de crédito com condições específicas para cada um desses segmentos. São mais recursos e oportunidades de desenvolvimento para os empreendedores capixabas.

Retomada de resultados

Os números alcançados em dezembro passado pelo Bandes revertem o balanço do primeiro semestre de 2018. No resultado contábil semestral, a instituição apresentava um prejuízo de R$ 10 milhões. O resultado momentâneo foi fruto do impacto da crise hídrica no Estado, que prejudicou as atividades do setor rural, parcela significativa da carteira do banco de fomento capixaba.

Sensível às necessidades dos produtores rurais, o Bandes, mesmo sem resoluções federais, manteve a força-tarefa para a regularização de dívidas. Foram quase sete mil atendimentos presenciais, em 43 municípios diferentes e os resultados foram significativos com mais de cinco mil contratos renegociados.

O corte no custeio permitiu uma economia de cerca de R$ 1 milhão de reais anuais. Além disso, foi concluído o Programa de Desligamento Voluntário, com as 26 adesões efetivadas, em dezembro de 2018, alcançando superávit na relação entre o seu custo e a redução da folha salarial.

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Economia

BB e agência francesa liberam 100 mi de euros para energia renovável

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Os desenvolvedores de energia renovável ganharão um incentivo para terem acesso a recursos. O Banco do Brasil (BB) e a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) assinaram, nesta semana, um contrato para viabilizar a liberação de 100 milhões de euros em financiamentos para projetos no setor.

Segundo o Banco do Brasil, a parceria ajuda no cumprimento de metas da Agenda 2030, plano de ação global com 17 objetivos de desenvolvimento sustentável e 169 metas de erradicação da pobreza.

O acordo permitirá que o BB expanda a oferta de empréstimo para projetos de energia renovável para as pessoas físicas e para as pessoas jurídicas na categoria varejo pelos próximos dez anos. A AFD também destinou 300 mil euros para financiar projetos de cooperação técnica.

O Banco do Brasil calcula que os 100 milhões de euros, que equivalem a R$ 555 milhões no câmbio atual, gere 3,1 mil empregos. Esse investimento, informa a instituição financeira, evitará a emissão de cerca de 113 mil toneladas de gás carbônico por ano.

Atualmente, o BB aplica cerca de R$ 300 bilhões em projetos de sustentabilidade ambiental e social. Em relação ao setor de energia renovável, o banco destina cerca de R$ 10 bilhões para essa finalidade e tem como meta emprestar R$ 15 bilhões até 2025.

Ampliação

A instituição pretende ampliar as parcerias com a AFD nos próximos anos. Em maio, durante o congresso Mercado Global de Carbono, o BB e a AFD firmaram um memorando de entendimentos que prevê novas oportunidades de financiamentos a estados e municípios.

As linhas de crédito para os governos locais se concentrarão em projetos de infraestrutura de saneamento, incluindo o tratamento de esgoto e resíduos sólidos, energia renovável e eficiência energética, transporte limpo, mobilidade urbana, transição da infraestrutura para cidades inteligentes e adaptação a mudanças climáticas, saúde e educação.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Economia

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