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Banestes promove encontro anual de líderes com metas e desafios para 2019

Neste sábado (09), o Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes) promoveu o seu encontro anual de líderes, no Steffen Centro de Eventos, na Serra. O evento intitulado de “Kick Off 2019”, termo que se refere ao pontapé inicial de uma atividade, teve como tema “Juntos Somos Gigantes”. Além da comemoração dos resultados alcançados pelo […]

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Neste sábado (09), o Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes) promoveu o seu encontro anual de líderes, no Steffen Centro de Eventos, na Serra. O evento intitulado de “Kick Off 2019”, termo que se refere ao pontapé inicial de uma atividade, teve como tema “Juntos Somos Gigantes”. Além da comemoração dos resultados alcançados pelo Banestes em 2018, foram apresentados os desafios e metas para este ano.

Participaram cerca de mil lideranças do banco, além de membros da diretoria e o governador do Estado, Renato Casagrande, que discursou na abertura do evento. Em sua fala, o chefe do Executivo Estadual ressaltou seu compromisso com a prestação de serviços públicos de qualidade à sociedade.

“Nosso primeiro compromisso é com uma direção e diretores profissionais para representar o tamanho do banco. O segundo compromisso é afirmar que o Banestes continuará sobre o controle do Governo do Espírito Santo. O terceiro compromisso é com resultado. O Banestes é um banco público, mas tem que dar resultado aos cofres do Estado para que possamos aplicar em políticas públicas. O quarto compromisso do banco é ser um instrumento de desenvolvimento do Estado”, afirmou.

O governador destacou ainda a importância dos investimentos em inovações tecnológicas e novos projetos pelo banco. “O Banestes tem que estar vinculado a quem quer fazer investimento no Espírito Santo. Ser um banco regional não é fácil, pois competimos com grandes instituições mundiais. Tenho plena convicção de que, com investimento em tecnologia e na marca Banestes, vamos conquistar cada vez mais resultados”, disse.

O diretor-presidente do Banestes, José Amarildo Casagrande, reforçou, em sua fala, as diretrizes com as quais são desenvolvidos os projetos do banco. “Toda a equipe do Banestes trabalha com foco nos pilares do programa Crescemos Juntos, que são experiência do cliente, trabalho em equipe, inovação e alta performance. Em 2018, o Banco passou por grandes transformações, que trouxeram resultados excepcionais. E, para este ano, as expectativas são ainda melhores, com a execução de novos projetos e de ações estratégicas em prol do desenvolvimento e competitividade de nossos produtos no mercado”, informou.

Segundo ele, o encontro de líderes reforçou o compromisso assumido pela nova diretoria do Banestes, em conjunto com toda a equipe funcional do banco. Além das apresentações da diretoria sobre os projetos e resultados do banco, o evento teve duas palestras: a primeira conduzida pelo empreendedor capixaba Leonardo Carraretto, especialista em marketing e inovação; e a segunda conduzida pelo historiador, professor e escritor, Leandro Karnal.

Em fevereiro deste ano, o Banestes anunciou o maior lucro líquido da companhia de R$ 181 milhões no exercício de 2018, 3,3% a mais do que em relação ao ano anterior. Foi o melhor resultado nos 81 anos de história da instituição financeira. Ao final de dezembro de 2018, o Patrimônio Líquido do Banestes alcançou R$ 1,5 bilhão, sendo 7,1% superior ao mesmo período de 2017 e 3,6% acima do PL do trimestre anterior.

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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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