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Nacional

“Blogueira” que comemorou morte do neto de Lula é perfil fake gerido por homem

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alessandra strutzel

Perfil fake de blogueira era gerenciado por um homem, morador do Rio de Janeiro – Reprodução/ Facebook

Os administradores e três perfis nas redes sociais utilizados para atacar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após o falecimento do neto de 7 anos, em 2019, foram identificados. A 7ª Vara Cível de São Bernardo do Campo descobriu que a suposta blogueira Alessandra Strutzel, que chamou de “uma boa notícia” a morte de Arthur, era na verdade um perfil fake, criado por um homem.

O caso chamou a atenção porque a Justiça paulistana descobriu que a “blogueira” não existe. O perfil em questão teria sido administrado por um morador de Campo Grande, no Rio de Janeiro, identificado como L.A.S, segundo informações do colunista Rogério Gentile, do portal UOL. A identidade do suspeito foi preservada devido ao fato dele ainda não ter se manifestado sobre o processo.

O ex-presidente Lula havia movido uma ação contra a “blogueira”, cobrando uma indenização de R$ 50,3 nil. O perfil fake chegou a lançar uma “vaquinha” online para conseguir arcar com os custos do processo, em caso de condenação.

Outros dois perfis tiveram os donos localizados após usarem a morte do neto de Lula para criticar o ex-presidente. Um deles usava o perfil Hudson Du Mato e é morador de Belo Horizonte, em Minas Gerais. O petista pediu uma indenização no valor de um salário mínimo. Já Wellington Melo Castro estava escondido por trás do perfil fake cujo nome era Fernanda de Carvalho da Silva.

Ele alegou que a conta telefônica associada ao perfil foi utilizada de maneira indevida e que não seria ele quem o gerenciava.

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Contra prefeito, MP desaconselha uso de ozônio no ânus para tratar Covid-19

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prefeito de itajaí

Volnei Morastoni, prefeito de Itajaí. Foto: Divulgação

Uma recomendação foi enviada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) ao prefeito Volnei Morastoni (MDB), de Itajaí, para que a aplicação de ozônio no ânus não seja utilizado para tratar o novo coronavírus. O prefeito havia sinalizado o método como forma alternativa para os pacientes infectados e foi desaconselhado pelo órgão.

“O Ministério Público recomenda a Vossa Excelência que se abstenha de disponibilizar, no âmbito do Município de Itajaí, a prática da ozonioterapia como forma de tratamento medicamentoso em eventuais diagnósticos de Covid-19″, diz o documento.

A falta de comprovação científica da eficiência deste tipo de uso da ozonioterapia foi reforçada pelo órgão, que pontua efeitos desconhecidos sobre o tratamento.

O comunicado de Morastoni sobre ter inscrito a cidade na Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) para oferecer o tratamento de ozônio pelo ânus foi anunciado em uma live nesta terça-feira (4).

“Provavelmente, vai ser uma aplicação via retal, uma aplicação ‘tranquilíssima’, ‘rapidíssima’, de dois minutos, num cateter fininho e isso dá um resultado excelente”, afirmou o prefeito, que é médico, nas redes sociais.

O tratamento contaria com cerca de dez sessões e seria oferecido apenas “a quem desejar”.

No momento, Morastoni distribui ivermectina à população, fármaco usado no tratamento de vários tipos de infestações por parasitas, como piolhos, sarna, oncocercose, estrongiloidíase, tricuríase, ascaridíase e filaríase linfática.

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