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Bolsonaro chega a Washington; 1º evento é jantar com Bannon e Olavo

O presidente Jair Bolsonaro desembarcou na tarde deste domingo (17.mar.2019), em Washington, capital dos Estados Unidos, onde irá reunir-se com o presidente Donald Trump. O encontro está previsto para 3ª feira (19.mar), na Casa Branca. Ao comentar sobre a viagem no Twitter, Bolsonaro criticou seus antecessores na Presidência da República, a quem chamou de “anti-americanos”. […]

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O presidente Jair Bolsonaro desembarcou na tarde deste domingo (17.mar.2019), em Washington, capital dos Estados Unidos, onde irá reunir-se com o presidente Donald Trump. O encontro está previsto para 3ª feira (19.mar), na Casa Branca.

Ao comentar sobre a viagem no Twitter, Bolsonaro criticou seus antecessores na Presidência da República, a quem chamou de “anti-americanos”.

JANTAR COM DESAFETO DE TRUMP

Neste domingo, Bolsonaro participa de 1 jantar com autoridades na residência do embaixador brasileiro em Washington, Sérgio Amaral. De acordo com o jornal Folha de São Paulo, devem participar nomes como o do ex-estrategista da campanha de Trump, Steve Bannon, e o escritor Olavo de Carvalho.

Bannon não é mais próximo do governo de Trump e virou desafeto do presidente desde que o livro “Fogo e Fúria”, escrito por Michael Wolff, relatou que o ex-estrategista teria classificado como traição uma conversa de Donald Trump Júnior, filho do presidente, com uma informante russa na campanha presidencial de 2016.

No sábado (16.mar), Bannon, Olavo e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) participaram de 1 evento de preparação para a chegada de Bolsonaro. Na ocasião foi exibido o documentário “Jardim das Aflições”, baseado em 1 livro de Olavo de Carvalho.

A visita do presidente aos EUA será 1 teste para a política externa. Bolsonaro defende a aproximação com os norte-americanos desde a campanha. Na última semana, em uma live no Facebook ao lado do chanceler Ernesto Araújo, disse que os Estados Unidos “podem ser 1 grande parceiro”.

Além do chanceler Ernesto Araújo, estarão com Bolsonaro nos EUA outros 6 ministros:

  • Paulo Guedes (Economia)
  • Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública)
  • Augusto Heleno (Segurança Institucional)
  • Tereza Cristina (Agricultura)
  • Bento Albuquerque (Minas e Energia)
  • Marcos Pontes (Ciência, Tecnologia e Comunicações)

Durante o período, o vice-presidente Hamilton Mourão assume a Presidência da República.

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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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