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Bolsonaro compartilha fake news com acusação a repórter do Estadão

O presidente Jair Bolsonaro publicou um áudio atribuído à jornalista Constança Rezende do jornal O Estado de S. Paulo, onde afirma que ela “diz querer arruinar a vida de Flávio Bolsonaro e buscar o impeachment do presidente” e ataca a imprensa. “Ela é filha de Chico Otavio, profissional do ‘O Globo’. Querem derrubar o Governo, com […]

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O presidente Jair Bolsonaro publicou um áudio atribuído à jornalista Constança Rezende do jornal O Estado de S. Paulo, onde afirma que ela “diz querer arruinar a vida de Flávio Bolsonaro e buscar o impeachment do presidente” e ataca a imprensa. “Ela é filha de Chico Otavio, profissional do ‘O Globo’. Querem derrubar o Governo, com chantagens, desinformações e vazamentos”, escreveu Bolsonaro.

Na gravação, no entanto, Constança fala sobre as denúncias do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) sobre a movimentação atípica de R$ 1,2 milhão nas contas de Fabricio Queiroz,  ex-assessor de Flávio Bolsonaro. Na conversa, em inglês, a repórter avalia que “o caso pode comprometer” e “está arruinando Bolsonaro”. Em nenhum momento declara que seria sua intenção arruinar o governo.

Em nota, o jornal O Estado de S. Paulo diz que a fake news foi distribuída pelo site bolsonarista Terça Livre. O site publicou que a suposta declaração teria sido dada segundo “denúncia” de um jornalista francês, em uma conversa gravada.

O jornal desmente: “Constança Rezende não deu entrevista nem dialogou com o jornalista francês citado pelo Terça Livre. As frases da gravação foram retiradas de uma conversa que ela teve em 23 de janeiro com uma pessoa que se apresentou como Alex MacAllister, suposto estudante interessado em fazer um estudo comparativo entre Donald Trump e Jair Bolsonaro”.

O Estadão alerta ainda que o Terça Livre falsamente atribui à repórter a publicação da primeira reportagem sobre as investigações do Coaf, sendo que o autor da primeira reportagem foi Fábio Serapião, também do Estado.

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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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