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Bolsonaro é o presidente a ficar mais dias no exterior em 3 meses de mandato

Dentre os ex-presidentes, Dilma Rousseff é a única a não visitar os Estados Unidos durante os 6 primeiros meses de governo. Já Bolsonaro é o único a visitar Israel no 1º semestre de mandato. O Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, só recebeu presidentes brasileiros no 1º ano de mandato durante as gestões de […]

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Dentre os ex-presidentes, Dilma Rousseff é a única a não visitar os Estados Unidos durante os 6 primeiros meses de governo. Já Bolsonaro é o único a visitar Israel no 1º semestre de mandato.

O Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, só recebeu presidentes brasileiros no 1º ano de mandato durante as gestões de Lula (2003) e Bolsonaro (2019). O evento acontece todo ano, no fim de janeiro. Collor assumiu a Presidência em março de 1990 e participou em 1992. Dilma foi a Davos em 2014 e Fernando Henrique esteve em 1998.

VIAGENS DE BOLSONARO

Bolsonaro foi aos Estados Unidos no domingo (17.mar.2019) e volta na 3ª feira (19.mar) após reunir-se com o presidente norte-americano, Donald Trump. Fica 1 dia em Brasília e, depois, parte para o Chile, onde fica de 5ª a sábado (21 a 23.mar). No final do mês (31.mar), vai a Israel.

A visita do presidente a Washington será 1 teste para a política externa. Bolsonaro defende a aproximação com os norte-americanos desde a campanha. Na última semana, em uma live no Facebook ao lado do chanceler Ernesto Araújo, disse que os EUA “podem ser 1 grande parceiro”.

Além do chanceler Ernesto Araújo, estarão com Bolsonaro nos EUA os ministros Paulo Guedes (Economia), Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública), Augusto Heleno (Segurança Institucional); Tereza Cristina (Agricultura), Bento Albuquerque (Minas e Energia) e Marcos Pontes (Ciência, Tecnologia e Comunicações).

A viagem está prevista desde novembro de 2018, quando o então presidente eleito recebeu John Bolton, assessor de Segurança Nacional da Presidência dos Estados Unidos em sua casa no Rio. Na ocasião, bateu continência para Bolton.

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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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