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Polícia

BPMA apreende arma de fogo e animal silvestre abatido em Jerônimo Monteiro

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Na tarde desta quarta-feira (17), policiais militares da 4ª Companhia do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), sediada em Cachoeiro de Itapemirim, atenderam uma denúncia de prática de caça de animais silvestres na zona rural de Jerônimo Monteiro.

Chegando ao local da denúncia, os policiais indagaram ao proprietário da residência sobre a prática de caça e a posse de arma de fogo e este, um homem de 50 anos, confirmou que realmente possuía uma arma de fogo em sua residência, que foi apresentada aos militares estaduais com três munições, bem como um tatu abatido, que estava em seu congelador.

Diante da numeração ilegível do armamento, da constatação de que o proprietário não possuía o certificado de posse da arma e da presença de um animal da fauna silvestre abatido, foi feita a condução à delegacia de Polícia de Alegre, onde o homem foi apresentado à autoridade da Polícia Civil de plantão.

De acordo com o comandante da 4ª Companhia do BPMA, capitão Reinaldo Faria, “Essa ação exitosa é fruto direto da participação da sociedade, que por meio do sistema Disque-Denúncia 181 vem contribuindo com as forças policiais com informações valiosas para a realização de suas atividades”.

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Cabo da PM é preso em flagrante após matar a mulher em Vitória

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A professora Kátia Matos, de 49 anos, foi assassinada com um tiro na noite deste domingo (11) dentro de um apartamento no bairro Jardim da Penha, em Vitória. O principal suspeito de cometer o crime é o marido da vítima, que é cabo da Polícia Militar e foi preso em flagrante no local do crime.

O cabo Borges foi autuado em flagrante por homicídio qualificado por motivo fútil, que impossibilitou a defesa da vítima. De acordo com a PM, ele ficará preso no presídio da instituição, em Maruípe.

O crime aconteceu no segundo andar do prédio onde o casal morava junto com a filha de 10 anos. A criança presenciou o assassinato e foi ela quem pediu socorro para a mãe.

De acordo com uma amiga da vítima, o casal estava junto há cerca de 20 anos.

“Eles brigavam muito, ele batia nela. Ele era um camarada muito violento. Há 10 anos eles se separaram e depois de mais de um ano foi que eles voltaram”, contou a aposentada Janete Alves Mesquita, que era amiga da família.

Ainda segundo ela, por meio de postagens nas redes sociais, Kátia já demonstrava que algo na relação com o companheiro não estava bem.

Moradores do prédio contaram que ouviram gritos de socorro por volta das 19h. Logo em seguida, ouviram também barulho do tiro. Na sequência, a filha do casal desceu do apartamento pedindo ajuda.

Um vizinho da família, que preferiu não se identificar, afirmou que já existiu um inquérito contra o policial, que poderia ter resultado em sua expulsão da Polícia Militar. No entanto, como Kátia retirou a queixa, o marido conseguiu ser promovido a cabo recentemente.

De acordo com o boletim da Polícia Militar, quando os policiais chegaram ao prédio onde o crime aconteceu, o cabo estava no local e teria levado os colegas de profissão até o local do crime.

Depois, ele foi levado do local por uma viatura da PM. Antes de ser levado para o presídio da PM, o policial precisou receber atendimento médico por se queixar de mal-estar e dores de cabeça.

Fonte: G1

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