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Brasil está fora da lista de países que receberão vacinas dos EUA

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FOTO: BRENDAN SMIALOWSKI/AFP

O anúncio da doação de 500 milhões de doses de vacinas da Pfizer pelos Estados Unidos (EUA) a outros países terminou em decepção para os brasileiros. É que o país ficou de fora da lista de 92 nações anunciadas nesta quinta-feira (10) pela Casa Branca. Os imunizantes serão entregues a países que fazem parte da aliança Covax Facilit feita pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Apesar de participar do acordo, o Brasil não foi um dos beneficiados uma vez que um dos critérios usados pelo governo dos EUA é a condição econômica dos países beneficiados. Os que receberão as doações são considerados de renda baixa e média-baixa. Segundo esses critérios, o Brasil tem possibilidade de comprar as próprias doses e, por isso, não está entre os beneficiados.

A entrega dos imunizantes será feita até junho de 2022. Entre os escolhidos estão Angola, Afeganistão e Síria. Já no grupo dos que ficarão de fora, estão Argentina, Canadá e Reino Unido.

Dentre os países que estavam na espera das doações, a expectativa era que o Brasil estivesse na lista e recebesse cerca de 25 milhões de doses no primeiro lote.

Washington recebeu duras críticas nos últimos meses devido a demora no compartilhamento de suas vacinas com o resto do mundo. Atualmente o país imunizou 64% dos adultos americanos com ao menos uma dose.

Fonte: Correio Brasiliense

 

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Ponto de não retorno para aquecimento global teria sido superado

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Durante os 389 dias no mar, as equipes a bordo do quebra-gelo "Polarstern" coletaram muitas informações sobre a mudança climática - Foto: © Captura de tela

A temperatura global já teria superado um ponto não retorno. A advertência de um possível aquecimento irreversível do planeta foi feita nesta terça-feira (15) pelo cientista alemão que comandou a maior expedição enviada ao Ártico.

“Somente as observações que faremos nos próximos anos poderão nos indicar se ainda é possível salvar as geleiras do Ártico, presentes o ano todo graças a uma proteção do clima, ou se já superamos o ponto de não retorno”, disse Markus Rex. O cientista fez o balanço oito meses após o retorno da missão internacional de um ano no Polo Norte.

“O desaparecimento das geleiras durante o verão no Ártico é uma das primeiras bombas de um campo minado, um dos primeiros pontos de não retorno que atingimos com um aquecimento exagerado” (global), detalhou o alemão em uma entrevista coletiva em Berlim, ao lado da ministra da Educação e Pesquisa Anja Karliczek. “Podemos nos perguntar se já não estamos andando sobre esta mina e se já não ativamos o início da explosão”, completou o climatologista.

Ultrapassar o ponto irreversível acarretaria um “efeito dominó” com consequências catastróficas para o planeta, advertiu o cientista. Isso pode “agravar ainda mais o aquecimento com o desaparecimento da calota polar da Groenlândia ou o degelo de zonas amplas do permafrost [tipo de solo encontrado na região, constituído por terra, gelo e rochas permanentemente congelados] do Ártico”.

“O epicentro do aquecimento global”

A maior expedição enviada ao Polo Norte, chamada MOSAIC, retornou à Alemanha em outubro de 2020. Na época, o chefe da missão alertou sobre a ameaça atual contra as camadas de gelo, que desaparecem a uma “velocidade dramática”.

As equipes ficaram 389 dias no mar, a bordo do quebra-gelo “Polarstern”. Elas coletaram muitas informações sobre as mudanças climáticas, principalmente nos meses em que o navio ficou à deriva no gelo do Polo Norte. O retrocesso das geleiras é considerado pelos cientistas o “epicentro do aquecimento global”, segundo Rex.

Fonte: RFI Brasil

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