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Bruno Gagliasso desabafa e diz que foi tratado “como bandido” pela polícia

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Na noite de quinta-feira (21), Bruno Gagliasso resolveu desabafar em seu perfil no Twitter relembrando quando foi hostilizado por conta de seu posicionamento político. O ator citou o tratamento que recebeu de policiais numa rodovia durante uma viagem.

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Bruno Gagliasso
Divulgação

Bruno Gagliasso relata como foi tratado pela polícia no caminho para Búzios


“Meu carro com a minha família foi parado pela polícia na estrada de Búzios e trataram a gente como bandido. ‘Os lacradores devem estar cheios de drogas no porta malas'”, disse Bruno. “Tinha brinquedo da minha filha e roupa da minha família”.

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O ator lembrou que, antes das eleições presidenciais , Giovanna Ewbank cansou de pedir para não fazer novos pronunciamentos temendo outras retaliações.

“Durante meses, a Giovanna implorava para eu não falar nada sobre política porque ela não aguentava mais os ataques dessa gente imunda. E, agora, eles estão no poder”, escreveu.

Bruno revelou também que se sente muito mal com as fake news que foram publicadas nas redes sociais a seu respeito: “Recebi um e-mail de uma senhora que era minha fã há anos pedindo que deixasse de apoiar a pedofilia”.

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“Passamos meses tentando entender o que estava acontecendo, sendo difamados. Postaram fotos minhas com meu amigo de mais 18 anos dizendo que ele era meu namorado e a Gio era ‘fachada’ para esconder a pederastia”, lembrou.

Fonte: IG GENTE

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A luta antirracista narrada em 5 livros de autores negros

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As recentes manifestações  contra o racismo, principalmente nos Estados Unidos e Brasil, nos convidam a refletir sobre essa questão e a apoiar o movimento antirracista . E algumas das principais formas de fazer isso é estudando e, sobretudo, prestigiando o trabalho de artistas negros. 

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Por isso, o iG Gente reuniu alguns livros que abordam a questão do racismo e, o mais importante: que foram escritos por negros e contam a história de negros.

1. “Úrsula”, de Maria Firmina dos Reis

Livro de Marina Firmina dos Reis
Reprodução/EditoraTaverna

Livro de Marina Firmina dos Reis


O livro é considerado o primeiro romance publicado por uma mulher no Brasil. De 1859, é também o primeiro romance abolicionista da literatura brasileira e o primeiro romance da literatura afro-brasileira. Maranhense, Maria Firmina dos Reis escreveu sobre a história de amor impossível entre Úrsula e Tancredo, denunciando injustiças sociais da época – que ainda são bastante atuais.

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2. “Pequeno manual antirracista”, de Djamila Ribeiro

Livro de Djamila Ribeiro
Reprodução/Companhia das Letras

Livro de Djamila Ribeiro


Muito mais jovem e didático que “Úrsula”, o livro de Djamila Ribeiro reúne várias dicas para combater o racismo – elas são preciosas, sobretudo, para pessoas brancas. “No Brasil, há a ideia de que a escravidão aqui foi mais branda do que em outros lugares, o que nos impede de entender como o sistema escravocrata ainda impacta a forma como a sociedade se organiza”, diz em um dos capítulos. 

3. “Bucala: A pequena princesa do quilombo do cabula”, de Davi Nunes

Livro de Davi Nunes com ilustrações de Daniel Santana
Reprodução/UNEB

Livro de Davi Nunes com ilustrações de Daniel Santana


Para que a mensagem antirracista chegue também às crianças , várias obras infantis valorizam a cultura negra. Escrita por Davi Nunes, a obra resgata a história de um quilombo de Salvador, o Cabula, através da figura de uma princesa. Com o cabelo crespo em formato de coroa de rainha, ela possui poderes que protegem o quilombo dos escravocratas e capitães do mato.

4. “Na Minha Pele”, de Lázaro Ramos

Reprodução/Instagram/Acervo Literário

“Na Minha Pele” mostra a trajetória de Lázaro Ramos na arte e como lutar contra o preconceito


Já bastante conhecido por atuar em várias novelas e filmes, Lázaro já escreveu alguns livros. Um deles é “Na Minha Pele”, de 2017. Mesmo não sendo propriamente uma autobiografia, o autor narra as memórias de sua vida, propondo muitas reflexões. Ele chega a citar, inclusive, sua esposa, a atriz Taís Araújo , que também é negra e que já passou por cituações parecidas com as suas por causa do racismo.

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5. “Quando me descobri negra”, de Bianca Santana

Bianca Santana
Reprodução/SESI-SP

Bianca Santana


A escritora e professora Bianca Santana reúne uma série de relatos sobre experiências pessoais e ouvidas de outras mulheres e homens negros. “Tenho 30 anos, mas sou negra há dez. Antes, era morena .” começa o livro, que denuncia o racismo velado e narra um processo de descoberta que pode ser doloroso, mas que também é libertador. 

Fonte: IG GENTE

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