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Economia

Caixa pagou até este sábado R$ 60 bilhões em auxílio emergencial

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A Caixa Econômica Federal pagou R$ 60 bilhões de auxílio emergencial, somadas as primeiras e segunda parcelas. No total, 55,1 milhões de pessoas receberam a primeira parcela. O pagamento da segunda parcela alcançou 30,4 milhões de trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados. O auxílio emergencial é de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras), por parcela.

Do total pago até agora, R$ 22,8 bilhões foram para beneficiários do Bolsa Família, R$ 11,7 bilhões para aqueles inscritos no Cadastro Único para os Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e R$ 25,5 bilhões para quem se cadastrou pelo site ou aplicativo do auxílio emergencial.

Os cadastros processados para pedir o benefício chegaram a 101,2 milhões. Desse total, 59 milhões foram considerados elegíveis e 42,2 milhões inelegíveis. Quase 10 milhões de pessoas ainda aguardam para saber se terão o benefício: 4,9 milhões de cadastros estão em análise e outros 4,8 milhões em reanálise. O cadastro no programa pode ser feito até o dia 3 de junho.

Saques da primeira parcela

Hoje (23), 901 agências da Caixa Econômica Federal abriram para pagamento do auxílio emergencial. As agências ficaram abertas entre 8h e 12h. Foram atendidas as pessoas que fazem aniversário em maio, junho e julho. Segundo o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, em transmissão ao vivo pela internet, foram feitos pagamentos para 2,1 milhões de pessoas.

De acordo com Guimarães, havia “pouquíssimas filas” nas agências, que se formaram antes da abertura em algumas unidades. Ele reforçou que não é preciso chegar de madrugada nas agências para garantir o atendimento. O banco tem informado que atenderá todas as pessoas que chegarem às agências no horário.

Na próxima segunda-feira (25), poderão sacar em dinheiro os beneficiários nascidos em agosto; na terça-feira (26), nascidos em setembro; na quarta-feira (27), aniversariantes de outubro; na quinta-feira (28), de novembro, e na sexta-feira (29), de dezembro.

Cartão virtual

A Caixa informou hoje que há maior movimentação dos recursos depositados na poupança social digital por meio de compras no débito do que saques. Até ontem (22), foram registradas 484,9 mil transações por débito (no valor total de R$ 181,5 milhões) e 139,8 mil saques (R$ 93,1 milhões).

O presidente da Caixa disse que na próxima semana deverá anunciar “novidades” sobre o cartão virtual, mas não adiantou detalhes.

A poupança social digital Caixa é uma modalidade simplificada, aberta para beneficiários de programas governamentais. A movimentação é feita pelo aplicativo Caixa Tem.

Segunda parcela

A Caixa iniciou na última segunda-feira (18) o pagamento da segunda parcela do benefício. No caso dos beneficiários do Bolsa Família, o calendário está dividido conforme as datas habituais de pagamento para quem integra o programa. Para as demais pessoas, o pagamento é feito de acordo com o mês de nascimento.

Segunda parcela nas contas digitais

Na quarta-feira (20), começou o crédito da segunda parcela nas contas sociais digitais da Caixa para as pessoas que nasceram nos meses de janeiro e fevereiro e que não estão no grupo do Bolsa Família. Hoje (23), foi feito o depósito para aqueles que nasceram em julho e agosto, totalizando 5,2 milhões de pessoas. Na próxima segunda-feira (25), será a vez dos nascidos em setembro e outubro, e na terça-feira (26), novembro e dezembro.

Saques da segunda parcela

O calendário para saques da segunda parcela é diferente do calendário do crédito nas contas digitais e tem início no próximo sábado (30), para os nascidos em janeiro.

No dia 1º de junho, os saques serão permitidos para quem nasceu em fevereiro, seguindo nessa ordem até 13 de junho para os nascidos em dezembro.

No dia 7 de junho (domingo) não haverá saques.

Na quinta-feira (21), o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, disse que a segunda parcela do auxílio emergencial só será depositada em contas fora da Caixa Econômica Federal a partir do dia 30. Segundo ele, os beneficiários receberão o dinheiro automaticamente na conta corrente de outros bancos no período de 30 de maio a 13 de junho, conforme o cronograma de saque em espécie do segundo lote.

Edição: Maria Claudia

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Economia

PIB paulista cresce 1,6% no 3º trimestre e cai no acumulado do ano

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O Produto Interno Bruto (PIB) do estado de São Paulo cresceu 1,6% no terceiro trimestre (de julho a setembro), na comparação com o mesmo período do ano passado, informou nesta segunda-feira (30) a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade). No segundo trimestre (abril a junho), houve queda de 7,6% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.

No acumulado de 12 meses houve queda de 0,7% e, no acumulado de 2020, em relação ao mesmo período do ano anterior, a retração foi de 1,7%. No mês de setembro, o PIB do estado cresceu 1,2% em relação a agosto, descontada a sazonalidade, e 3,1% na comparação com setembro de 2019.

Em relação ao segundo trimestre deste ano, o PIB cresceu 9,4% no terceiro trimestre, feito o ajuste sazonal, depois de uma queda de 6,8% no segundo comparado ao primeiro. O primeiro semestre do ano também havia apresentado redução de 1,3% em relação ao anterior.

A Fundação Seade avalia que, em termos gerais, ficou caracterizada uma recuperação da economia paulista, após a queda acentuada em março e abril, período que coincide com o início da pandemia do novo coronavírus no Brasil.

Projeções

A entidade estima que o PIB paulista deve fechar o ano com retração entre 1,1% e 0,1%, com queda média de 0,6%. Para 2021, as projeções indicam que a economia paulista pode crescer 4,9%, com variação entre 4,3% e 5,6%.

Entre os fatores de incerteza no cenário atual para a economia paulista, apontados pela fundação, estão o crescimento de casos e óbitos de covid-19 no Brasil, que pode impor recuos na flexibilização das medidas restritivas; a redução do auxílio emergencial, que deve contribuir para a retração do consumo e causar impacto nas atividades associadas ao comércio e serviços pessoais; o recrudescimento da inflação; e a taxa de desocupação em setembro no estado, que ficou em 14,5%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Sobre os recuos de medidas em relação à covid-19, o governo estadual paulista anunciou hoje (30) a regressão de todo o estado para a Fase Amarela do Plano São Paulo. A reclassificação acontece devido ao aumento das taxas de transmissão da doença e das internações no estado. 

Além disso, a Fundação Seade inclui como fator de incerteza o aumento do endividamento público, cujo patamar deve se aproximar de 100% do PIB no curto prazo. “Isso dificulta a manutenção dos gastos públicos e pressiona a política monetária, pelo lado da rolagem da dívida mobiliária, como também embute riscos consideráveis de ampliação do chamado risco Brasil, afetando negativamente a entrada de capital estrangeiro”, disse a entidade.

Edição: Graça Adjuto

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