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Saúde

Carnaval: saiba os serviços da Saúde que funcionarão no ES

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A partir deste sábado (22), as festas carnavalescas começam a se espalhar por diversas cidades capixabas. Com isso, algumas instituições de saúde administradas pela Secretaria da Saúde (Sesa) sofrerão mudanças nos atendimentos.

O Hemocentro do Espírito Santo (Hemoes), em Vitória, irá funcionar todos os dias de folia em horário normal. Já os hemocentros regionais de Colatina, Linhares e São Mateus abrem até esta sexta-feira (21) e retomam os atendimentos na próxima quinta-feira (27).

Os serviços da Sesa que atendem por agendamento ou que não realizam serviços de urgência e emergência também funcionarão até esta sexta-feira (21) e retomarão o atendimento na quinta (27).

São eles: Farmácias Cidadãs Estaduais (Vitória, Vila Velha, Serra, Cariacica, Cachoeiro de Itapemirim, São Mateus, Colatina, Nova Venécia, Linhares, Venda Nova do Imigrante, Aracruz e Guaçuí); Centro de Reabilitação Física do Espírito Santo (Crefes), em Vila Velha; e os Centros Regionais de Especialidades (CREs) de Cariacica, São Mateus, Colatina e Cachoeiro de Itapemirim.

Serviços de urgência e emergência que mantêm o atendimento durante o Carnaval

– Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192).

– Centro de Informação e Assistência Toxicológica (CIATox-ES): Tanto os profissionais de saúde quanto a população em geral podem ligar para o número 0800-283-9904 para receber orientações de como proceder em caso de intoxicação por medicamentos, plantas, contatos com animais peçonhentos ou outro motivo. A ligação é gratuita.

– Hospitais com pronto-socorro 24 horas por dia:

– Hospital Estadual de Urgência e Emergência (HEUE), em Vitória;

– Hospital Estadual Antônio Bezerra de Faria, em Vila Velha;

– Hospital Estadual Dr. Jayme Santos Neves, na Serra;

– Hospital Estadual Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (Himaba), em Vila Velha;

– Hospital Estadual Infantil Nossa Senhora da Glória (HINSG), em Vitória;

– Hospital Estadual de Atenção Clínica (HEAC), em Cariacica – emergências psiquiátricas;

– Hospital Estadual Roberto Arnizaut Silvares (HRAS), em São Mateus;

– Hospital Estadual Silvio Avidos, em Colatina;

– Hospital Estadual João dos Santos Neves, em Baixo Guandu;

– Hospital Estadual São José do Calçado;

– Hospital Estadual Jerônimo Monteiro;

– Hospital Estadual Dr. Alceu Melgaço Filho, em Barra de São Francisco;

– Centro de Atendimento Psiquiátrico Dr. Aristides Alexandre Campos (CAPAAC), em Cachoeiro de Itapemirim – emergências psiquiátricas.

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Saúde

Especialista defende que crianças a partir de 3 anos também sejam imunizadas o quanto antes

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Projeto Curumim começou a testar o uso da vacina Coronavac no público de 3 a 17 anos no Espírito Santo

Teve início nesta segunda-feira (17) o projeto Curumim, realizado pelo grupo de pesquisa em vacinas do Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes (Hucam), que testa o uso da vacina Coronavac no público de 3 a 17 anos no Espírito Santo. O estudo, que terá a participação de 1.280 crianças e adolescentes, possibilitará o conhecimento sobre eficácia, produção de anticorpos e células de defesa nessa faixa etária.

“À medida que temos um aumento do número de casos de Covid na população, é extremamente importante a imunização do maior número de pessoas, e isso inclui as crianças. Até o momento já temos estudos de segurança e eficácia de crianças até os 3 anos de idade, portanto, assim que seja possível elas devem ser imunizadas”, alerta o infecto pediatra da Unimed Vitória Pedro Peçanha.

O especialista reforça que toda iniciativa estabelecida de forma séria, estruturada e segura, como avalia ser o caso do projeto em questão, deve ser valorizada. “A Coronavac já é utilizada em crianças acima dos 3 anos em outros países e demonstrou potencial para criação de anticorpos, sem efeitos adversos graves. Sua tecnologia é conhecida, o que a torna uma opção para a imunização das nossas crianças”.

Vale ressaltar que a Coronavac está em avaliação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a análise do uso em crianças de 3 a 11 anos. Peçanha ressalta ainda que a não vacinação em massa desse público pode comprometer o retorno às aulas. “Pode chegar a ocorrer atrasos e interrupções no ano letivo caso as crianças não estejam devidamente vacinadas”.

No último sábado (15) crianças a partir de 5 anos com comorbidades começaram a ser vacinadas com o imunizante da Pfizer. De acordo com declaração do secretário de Estado da Saúde, Nésio Fernandes, a expectativa do Estado é vacinar todas as crianças de 5 a 11 anos com a primeira dose até março.

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