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Economia

Casais empreendedores: Sorte no amor e nos negócios

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O casal Ueber Moreira e Emerson Cabral está junto há oito anos - Foto: Divulgação

A frase “trabalhe com o que ama e nunca mais precisará trabalhar na vida”, do pensador chinês Confúcio, é famosa e constatada por alguns empreendedores, mas será que o mesmo vale quando se trabalha com quem ama? Administrar amor e negócios pode não ser tão difícil assim. O casal Ueber Moreira e Emerson Cabral está junto há oito anos, e desse amor surgiu o restaurante Modéstia às Favas, na cidade de Vila Velha, em 2018.

Sem pretensão de ter um negócio, o casal, que sempre gostou de receber amigos, criou um espaço gourmet dentro de casa, para momentos de lazer. O hobby de cozinhar para amigos foi ganhando novos adeptos, as reformas foram dando uma nova cara ao espaço, a proposta de exclusividade e acolhimento no atendimento foi ganhando fama, a pandemia intensificou o processo de transformação até que de fato, o local se tornou um restaurante.

“Nós vimos que o Modéstia era um negócio, mas até então não estávamos empreendendo, estávamos criando um espaço pra gente, um espaço de hobby. Quando o espaço estava quase fazendo um ano, percebemos que ele merecia ser ampliado e dar mais conforto para os clientes. Aos poucos, o que era um hobby virou uma empresa e agora estamos empreendendo 100%, porque é de onde tiramos o nosso sustento”, destaca Ueber.

A experiência de empreender juntos é um aprendizado para o casal que garante ter se encontrado nesse negócio. “É uma parceria natural, já que ambos têm paixão por receber e atender. Cada um se dedica a funções que mais se encaixam com as habilidades individuais. Assim, conseguimos ampliar bastante nossa atuação conjunta. E cada um dá suporte nos trabalhos do outro”, explica Ueber.

Em outro ramo, o casal de fisioterapeutas Henrique e Juliana Coutinho dá provas de que é possível ter sorte no amor e no jogo. Juntos eles abriram a clínica de fisioterapia Unifisio, e entre romance e negócios lá se foram 20 anos.

“Desde que estávamos na faculdade falávamos em montar uma empresa juntos e com um pouco mais de um ano de formados, em junho de 2004, tivemos a oportunidade de comprar nossa empresa. Achamos muito legal essa parceria, apesar de estarmos praticamente 24h juntos, nunca tivemos problema em separar o trabalho da vida de casados. Sempre buscamos conversar bastante, então sabemos quais são os sonhos um do outro, e buscamos o melhor para atingí-los e fazermos o outro feliz. E é muito bom termos certeza que podemos confiar um no outro dentro da empresa”, destaca Henrique.

Além da dedicação, o casal contou com outro fator importante: a capacitação. O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Espírito Santo (Sebrae/ES) foi um grande suporte aos empreendedores, que fizeram o Empretec e participaram do projeto de Agente Local de Inovação, se tornando um destaque de evolução no programa. “O auxílio do Sebrae nos ajudou a dar o pontapé inicial para crescimento de nossa empresa e hoje estamos com o serviço de Cross Training, além da clínica de fisioterapia”, ressalta.

O Sebrae/ES oferece uma gama de soluções para que os empreendedores tenham sucesso em seus negócios. Na questão de planejamento e organização financeira, durante todo o mês de junho serão disponibilizados serviços e produtos que tratam do assunto. Confira as ofertas pelo link: https://conteudo.es.sebrae.com.br/financas.

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Economia

Privatização da Eletrobras é a maior do país, diz ministério

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A Secretaria de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia publicou nota em que afirma que a aprovação da Medida Provisória 1.031/2021 pelo Congresso Nacional, que prevê a privatização da Eletrobras, “representa um momento histórico para o país e chega com 26 anos de atraso”. A primeira tentativa de privatização da empresa ocorreu em 1995.  
 
O texto base da MP, aprovada na Câmara na segunda-feira (21), prevê, entre outras medidas, a emissão de novas ações da Eletrobras, a serem vendidas no mercado sem a participação da empresa, resultando na perda do controle acionário de voto mantido atualmente pela União. A matéria segue, agora,  para sanção do presidente Jair Bolsonaro.
 
Segundo a nota, o texto final aprovado pelo Legislativo traz “expressivas vantagens ao consumidor”, pois a operação pode representar cerca de R$ 100 bilhões aos cofres públicos e promover a reorganização do setor elétrico brasileiro por meio de benefícios como a “redução das garantias físicas das usinas renovadas e as obras de revitalização das bacias; além do direcionamento de mais de R$ 40 bilhões para a CDE [Conta de Desenvolvimento Energético] em benefício da modicidade tarifária de todos os consumidores”.

A estimativa do Ministério de Minas e Energia é de redução de 6,3% na tarifa de energia para por todos os brasileiros. “Em que pese esse número ainda tenha que ser revisado, a partir das alterações finais do texto, fica evidente que a redução tarifária será expressiva”, diz a nota.
 
Ainda de acordo com a nota, sobre o uso das termelétricas de base, considerada a “questão mais polêmica” levantada ao longo da tramitação da MP, os custos de para a construção de eventuais gasodutos estarão embutidos no valor do preço-teto do leilão. Conforme a nota, a proposta das térmicas reduz tarifa e traz segurança ao sistema.

“Esse valor compreende a operação completa: construção da térmica e eventual gasoduto; a contratação do bloco de gás possibilitará o deslocamento das termelétricas a óleo diesel, que custam três vezes o preço-teto proposto e são muito mais poluentes”, destaca.

Edição: Bruna Saniele

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