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Caso Guilherme: sete armas de PMs serão periciadas

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Guilherme
Ponte/Arquivo

Guilherme foi morto a tiros na Vila Clara, zona sul de São Paulo

Sete armas de agentes da Polícia Militar (PM) foram apreendidas e serão periciadas para saber se os policiais estavam envolvidos na morte de Guilherme Silva Guedes , de 15 anos. O adolescente foi morto após ser baleado à queima roupa no último dia 14 na Zona Sul da cidade de São Paulo. 

As informações foram confirmadas pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) nesta segunda-feira (29). As pistolas serão periciadas pela Polícia Técnico-Científica e serão comparadas com as balas encontradas no corpo de Guilherme. 

Segundo o Instituto Médico Legal (IML), o jovem foi atingido por dois tiros que resultaram em três perfurações. Um dos tiros pegou na mão e na cabeça de Guilherme e o outro atingiu a boca do garoto.

Duas das armas apreendidas pertencem ao sargento da Polícia Militar Adriano Fernandes de Campos, que está preso pelo crime desde o dia 17 de junho. A investigação da polícia identificou outro homem que teria participado da ação, mas não divulgou seu nome. 

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Sargento preso com 37 kg de droga na Espanha segue na FAB e recebe salário

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sargento traficante

Manoel Silva Rodrigues, segue na instituição e recebendo salário. Ele é réu por tráfico de drogas no Brasil, e o valor estimado do tráfico é de R$ 6,3 milhões segundo o Ministério Público Militar

Condenado por  tráfico de 37 kg de cocaína e preso na Espanha há um ano e um mês, o segundo sargento da Força Aérea Brasileira (FAB) Manoel Silva Rodrigues, segue na instituição e recebendo salário. Ele é réu por tráfico de drogas no Brasil, e o valor estimado do tráfico é de R$ 6,3 milhões segundo o Ministério Público Militar.

De acordo com dados levantados no Portal da Transparência pelo portal Uol, apesar de estar detido e sem trabalhar desde junho de 2019, o militar recebe brutos R$ 8,1 mil mensais, incluindo verbas indenizatórias.

No mês de novembro, o valor bruto chegou a R$ 14,5 mil, devido à gratificação natalina. Nesse período, seus salários somaram cerca de R$ 97,5 mil.

Não houve pedido de bloqueio no processo em que ele é réu, de acordo com informações da Justiça Militar, e os pagamentos dizem respeito à questão administrativa da FAB.

De acordo com a FAB, Rodrigues foi notificado da abertura do processo de exclusão da equipe militar. Porém, para ser desligado administrativamente, é preciso o trânsito em julgado (quando não cabe recurso) do processo judicial, que embasa o processo interno, segundo a FAB.

Além do processo que responde na Espanha, Rodrigues também foi acusado na Justiça Militar. Há uma audiência militar marcada para o dia 20 de agosto.

O juiz ouvirá testemunhas de acusação indicadas pelo Ministério Público. Será também necessário ouvir a defesa e testemunhas do sargento antes de o juiz decidir sobre o caso. O magistrado que atua no caso solicitou à Justiça espanhola, via Ministério da Justiça, autorização para que Rodrigues participe da audiência por vídeo conferência.

A prisão do sargento ocorreu em junho de 2019, durante viagem do presidente Jair Bolsonaro à cúpula do G20. A cocaína estava na bagagem do sargento que voou em uma aeronave de apoio da comitiva presidencial, mas Rodrigues não estava no mesmo voo do presidente.

O sargento era um dos 21 militares que prestava apoio à comitiva que acompanhou o presidente. A droga foi encontrada pela Guarda Civil da Espanha ao vistoriar a bagagem de Rodrigues no aeroporto de Sevilha, Espanha.

Na época, Bolsonaro disse que o sargento pagaria um preço alto pelo crime e que “se fosse na Indonésia, pegaria pena de morte”. O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) o classificou como “uma mula qualificada”

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