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Caso Jane Cherubin: vídeo mostra vendedora minutos antes de ser violentada e torturada

Uma câmera de videomonitoramento registrou o momento exato em que a vendedora Jane Cherubin da Silva, de 36 anos, e o namorado dela, Jonas Guimarães do Amaral Neto, suspeito de espancar, estuprar e torturar a mulher, deixaram o bar onde os dois trabalhavam pouco antes do crime, na localidade de Forquilha do Rio, em Dores […]

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Uma câmera de videomonitoramento registrou o momento exato em que a vendedora Jane Cherubin da Silva, de 36 anos, e o namorado dela, Jonas Guimarães do Amaral Neto, suspeito de espancar, estuprar e torturar a mulher, deixaram o bar onde os dois trabalhavam pouco antes do crime, na localidade de Forquilha do Rio, em Dores do Rio Preto, região do Caparaó, no Espírito Santo.

As imagens mostram que, às 2h58 da última segunda-feira (04), eles deixaram o estabelecimento em um carro cinza e seguiram em direção à portaria do Parque Nacional do Caparaó, que abriga o famoso Pico da Bandeira. Os dois estavam na companhia de familiares de Jane, que também haviam passado a noite no bar.

Um irmão de Jane conversou por telefone com a equipe de jornalismo do Portal Hoje ES e contou que, ao sair do local, foi em direção a Espera Feliz, em Minas Gerais, onde as famílias moram, mas Jonas e Jane tomaram o caminho contrário. Horas depois, o casal ainda não tinha chegado em casa e a família começou a ficar preocupada.

O irmão decidiu ligar para Jane e quem atendeu foi Jonas, com a voz alterada, dizendo que estava indo embora a pé para casa, em Espera Feliz. A família conta ainda que Jonas também manteve contato, por telefone, com o pai de Jane e que mandou uma mensagem em áudio para a mãe da namorada.

O tom da mensagem preocupou os familiares, que saíram à procura da vendedora. Às 05h18, cerca de duas horas depois da saída do bar, a câmera de segurança mostra o irmão de Jane passando em frente ao bar, a bordo de uma picape branca. Oito minutos depois, o carro faz o caminho inverso, mas em alta velocidade. O irmão já havia encontrado Jane no meio de uma estrada da região. Ela havia perdido os sentidos depois de ter sido brutalmente espancada.

Segundo o irmão, Jane tinha marcas de estrangulamento, ferimentos por todo o corpo e sinais de tortura, com as unhas da mão arrancadas. O rosto da vendedora ficou completamente desfigurado. A família afirma ainda que ela foi estuprada.

A vendedora foi socorrida e ainda está internada em um hospital no município de Carangola, em Minas Gerais, vizinho de Dores do Rio Preto. A família de Jane já acionou um advogado, que deverá acompanhar o caso.

Já Jonas desapareceu logo após o crime. A polícia foi acionada e o caso foi registrado na Delegacia Regional de Alegre. Na terça-feira (05), um mandado de prisão contra Jonas foi expedido pela juíza plantonista de Ibitirama, pelo crime de feminicídio.

De acordo com a família, Jane ainda não pode contar o que aconteceu, já que, por causa dos ferimentos, ela não consegue falar. A família acredita que as agressões foram o resultado de uma crise de ciúmes de Jonas.

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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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