conecte-se conosco

Nacional

Caso Rafael: mãe confessa que matou filho de propósito porque ele não dormia

Publicado

 

 

mulher com menino
A princípio, mãe disse que morte do filho foi acidental. Foto: Polícia Civil do Rio Grande Sul/Divulgação

A mãe do menino Rafael Winques, de 11 anos, assassinado na cidade de Planalto, no Rio Grande do Sul, mudou o depoimento e confessou na última sexta-feira (26) que asfixiou o filho até a morte após o garoto não dormir mesmo com uma dose dobrada de remédio ministrada por ela.

Em conversa com os policiais, Alexandra Dougokenski afirmou que estava irritada com o filho porque ele não dormia e ficava jogando no celular. Ela teria, por volta das 2h, dado dois comprimidos de diazepam ao garoto, mas horas depois pegou o menino jogando no celular novamente.

Leia também: Após brigar com casal, mulher tira máscara e tosse no rosto de bebê; assista

“Naquele momento ela perdeu o controle da situação e resolveu estrangular ele”, afirmou o delegado, Eibert Moreira Neto, em coletiva de imprensa. A defesa de Alexandra afirmou que a cliente foi coagida pela polícia a prestar nova declaração e negou a versão dela.

Relembre o caso

O corpo de Rafael Winques foi encontrado na cidade de Planalto, no norte do Rio Grande do Sul, dez dias após a mãe do garoto denunciar o desaparecimento dele. Na ocasião, a mãe, Alexandra, confessou o crime e disse que matou o filho acidentalmente após ministrar uma dose excessiva de remédio no garoto. A perícia no corpo, porém, detectou que Rafael foi asfixiado.

Comentários Facebook
publicidade

Nacional

Tribunal de Justiça de SP promove funcionária um dia antes de aposentadoria

Publicado


source
Ligia Donati Cajon foi promovida à desembargadora e aposentada em seguida
Reprodução Youtube Tribunal de Justiça de São Paulo

Ligia Donati Cajon foi promovida à desembargadora e aposentada em seguida

O Tribunal de Justiça de São Paulo passa por um plano de contingenciamento que prevê suspensão de concursos e nomeações, por conta da crise financeira. No entanto, o TJSP promoveu uma magistrada ao cargo de desembargadora e a aposentou em seguida. Isso faz com que ela receba o teto do salário do Judiciário no estado.


A juíza Ligia Donati Cajon, então titular na comarca de Catanduva (SP), foi promovida por antiguidade.

Além dela, no dia 17 de junho, o presidente do TJSP, desembargador Geraldo Pinheiro Franco, promoveu cinco juízes a desembargadores. Eles ocuparam postos de ex-funcionários, que tinham se aposentado.

Em publicação no Diário Oficial do dia seguinte, o presidente do TJSP concedeu aposentadoria requerida pela agora desembargadora. Enquanto juíza, Ligia Donati Cajon recebeu nos últimos meses um salário bruto de R$ 33.689,10. O salário dos desembargadores é de R$ 35.462,22.

Aposentada, Cajon receberá o salário de desembargadora, além de ter direito a extras, como pagamentos retroativos.

Pela lei, não há irregularidade na decisão do tribunal de promover e aposentar uma integrante da corte no dia seguinte.

O Tribunal de Justiça afirma que “a promoção foi por conta de direito e a aposentadoria por conta de direito”.

Por videoconferência, a cerimônia de posse dos cinco desembargadores aconteceu no mesmo dia da aposentadoria de Cajon.

“Nesse momento só duas palavras me vêm à mente: gratidão e alegria. Alegria por ter conseguido finalmente chegar a este honroso cargo, depois de 31 anos de magistratura, e por ter conseguido cumprir o meu dever”, disse Cajon no evento.

Cajon é magistrada desde 1989 e foi juíza em Caçapava, Taubaté, Osasco e Teodoro Sampaio.

Corte de gastos no Tribunal

O plano de contingenciamento do Tribunal por conta da crise cortou concursos, combustível, viagens com carros oficiais, horas extras e material de consumo. Além disso, contratos estão sendo revisados.

Há uma avaliação em andamento sobre a possibilidade de extinguir comarcas. 

Estão intactos praticamente todos os auxílios, bônus e retroativos aos juízes. Mas foi suspenso um benefício de R$ 3,5 mil anuais, que permitia reembolso no caso de compras de livros ou softwares.

O TJSP diz que já havia estabelecido, em janeiro, outro plano de contingenciamento com reflexo nas indenizações, que geraria economia de R$ 314 milhões neste ano.

Comentários Facebook
Continue lendo

CIDADES

ESTADO

POLÍTICA NACIONAL

ENTRETENIMENTO

Mais Lidas da Semana