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Chuva exige atenção redobrada no trânsito

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Com as chuvas que têm caído na Serra, é importante redobrar a atenção no trânsito e seguir as orientações de direção defensiva. O Departamento de Operações de Trânsito da Prefeitura da Serra, que, entre outras atribuições, é responsável por ações de fiscalização e educação para o trânsito, tem algumas dicas de segurança que os condutores de veículos automotores devem observar nos dias chuvosos.

– Reduza a velocidade e acenda o farol para aumentar a visibilidade do veículo e facilitar a visualização de poças d’água e trechos alagados.

– Aumente a distância em relação ao veículo da frente, mesmo que estejam trafegando a baixa velocidade. Além de evitar colisões provocadas por freadas bruscas e pela pista escorregadia, trafegar a uma distância segura permite que o condutor verifique a profundidade das poças e tenha tempo de reagir em caso de imprevistos.

– Evite rotas alternativas para fugir de possíveis pontos de alagamento, a não ser que conheça bem o local. Nessas horas é melhor ir por vias conhecidas a se arriscar em regiões pelas quais não costuma passar.  

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– É melhor parar diante de um ponto alagado a tentar atravessar e deixar o veículo preso no alagamento. Em alguns casos, a água provoca danos sérios no veículo, além de expor o condutor a risco de acidentes ou doenças.

– Evite passar a mão no vidro para desembaçá-lo, pois isso piora a visibilidade. O ideal é usar um pano limpo, usar o ar-condicionado (nos carros que possuem o equipamento) ou o ventilador.

– Mantenha a palheta do limpador de para-brisa em bom estado de conservação, trocando-a sempre que apresentar sinais de desgaste. A orientação vale também para a manutenção do desembaçador traseiro, do ar-condicionado e do ventilador, que podem ser usados para desembaçar o para-brisa.

– Caso a chuva esteja muito forte, é preferível parar em um lugar seguro e esperar até que o tempo melhore.

– Cuidado com os pedestres nas calçadas. Jogar água neles ao passar por poças em alta velocidade é infração sujeita a multa, além de ser falta de respeito com o próximo. Transitar devagar ajuda a evitar esse tipo de incidente.

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– Quem tem veículos altos, como caminhonetes, pode não ter problemas ao passar por pontos alagados, mas as ondas provocadas por esses carros podem atrapalhar a condução dos veículos menores. Dirigir a baixa velocidade e defensivamente ajuda a evitar esses problemas.

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Dia de Combate à Intolerância Religiosa nesta terça (21) na Arena Procon

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O Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa é na próxima terça-feira, 21 de janeiro. O tema é tão popular que virou até enredo da escola de samba Grande Rio para o carnaval 2020.  E não é para menos, já que dados do Disque 100 revelam que em 2018 foram mais de 500 denúncias sobre o tema, e que entre os anos de 2015 e 2017, houve uma denúncia a cada 15 horas no Brasil.  

A intolerância é o ato de discriminar, ofender e rechaçar religiões, liturgias e cultos, ou ofender, discriminar, agredir pessoas por conta de suas práticas religiosas e crenças. A secretária de Direitos Humanos e Cidadania da Serra, Lourência Riane, lembra que no Brasil essa prática é considerada crime, previsto no artigo 20 da lei nº 7.716/89 e pode levar o infrator a cumprir pena de reclusão de 1 a 3 anos, além de multa.

Na Serra, a data será lembrada com um debate que vai acontecer na terça-feira (21), às 15 horas, na Arena Procon, em Jacaraípe. Qualquer pessoa pode participar do evento, que será conduzido em forma de roda de conversa por representantes da Secretaria de Direitos Humanos e Cidadania da Serra.

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Dados do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) de 2018 revelam que a religião que mais sofreu intolerância religiosa foi a umbanda (72 denúncias). Em seguida, vieram o candomblé (47), as testemunhas de Jeová (31), as matrizes africanas (28) e alguns segmentos evangélicos (23).

Dia de Combate à Intolerância Religiosa

O Dia de Combate à Intolerância Religiosa foi instituído em 2007 pela Lei nº 11.635 em homenagem à Gildásia dos Santos e Santos (Mãe Gilda), líder religiosa Ialorixá do terreiro Axé Abassá de Ogum, em Salvador. Ela sofreu um enfarte que causou sua morte após enfrentar situações de intolerância religiosa, no ano de 2000.

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