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Cinco crianças em estado grave depois de surto de diarreia em creche da Praia da Costa

Crianças precisaram ser internadas depois de um surto de diarreia em uma creche particular, na Praia da Costa, em Vila Velha. O caso ainda está sendo investigado e não há confirmação do que causou o surto.  Foram cinco crianças, sendo quatro da mesma turma, com idade entre dois e três anos. Os pais confirmaram que elas […]

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Crianças precisaram ser internadas depois de um surto de diarreia em uma creche particular, na Praia da Costa, em Vila Velha. O caso ainda está sendo investigado e não há confirmação do que causou o surto. 

Foram cinco crianças, sendo quatro da mesma turma, com idade entre dois e três anos. Os pais confirmaram que elas estão passando mal e algumas precisaram ser internadas. 

A Prefeitura de Vila Velha informou que na última sexta-feira (22), foi informada sobre o  surto por meio de um dos proprietários da unidade de ensino. A prefeitura explicou que no dia seguinte começaram as investigações e ligaram para os pais dessas crianças. 

Ainda há a informação de que duas das crianças com diarreia, teriam indo até um quiosque na orla de Vila Velha antes de apresentar os sintomas. Elas teriam brincado na areia, bebido água de coco e ingerido batata frita. No entanto, os pais que estavam acompanhando as crianças, não apresentaram sintomas.

Dessa forma, além da creche, o quiosque também está sendo investigado pela Vigilância Sanitária da Prefeitura de Vila Velha e amostras de água e alimentos serão encaminhadas para um laboratório. 

O cardápio da creche também será analisado e a Secretária Municipal de Saúde recomendou ao proprietário mantenha a unidade fechada até que seja esclarecido. 

Fonte: Folha Vitória

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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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