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CineMarias: confira a programação e lista de selecionadas do laboratório audiovisual

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O mês de março marca a luta pelos direitos da mulher e, para reforçar a importância de debater o protagonismo feminino, o projeto CineMarias abre ao público parte do seminário A tela por elas, que será transmitido on-line. A programação tem início na segunda-feira (08), Dia Internacional da Mulher.

O seminário é o ponto de partida do laboratório imersivo audiovisual do CineMarias, formação que será voltada para 60 mulheres selecionadas por meio de inscrição prévia. Até a próxima sexta-feira (12), o público geral poderá acompanhar ao vivo parte da programação, que inclui a roda de bate-papo Deixa a mina falar!, mediada pelo coletivo Nação Mulher ES e pela empreendedora, bacharel em Direito e policial Manuela Amaral; três mesas-redondas, que abordarão temas como direitos das mulheres, combate à violência, imprensa e empoderamento.

Também estará disponível o primeiro dia de atividades do workshop “A tela por elas: resistência, poesia e representação da mulher no audiovisual”, facilitado pela jornalista e documentarista Eliza Capai.

Segundo a diretora de programação Luana Laux a decisão da abertura do seminário veio como forma de democratizar o acesso e fomentar o diálogo sobre temas como enfrentamento à violência de gênero e protagonismo de mulheres no cinema, na política e na sociedade em uma data tão importante para a luta feminina.

“O foco do projeto é atender jovens mulheres residentes de comunidades da Grande Vitória, nossas futuras cineastas, como as chamamos. Mas, abrir parte da programação para o público não-bolsista e democratizar o seu acesso faz parte do nosso objetivo principal de fomentar o diálogo e novas narrativas com a sociedade sobre o enfrentamento à violência contra as mulheres e o protagonismo e representação feminina no cinema, nas redes e na TV”, explica Luana Laux.

A ação cultural é uma realização do Instituto Vida Nova (Movive) e Puri Produções, com produção da Lúdica Audiovisual e apoio do Centro Universitário Faesa, da Agenda Mulher, com recursos da Lei Aldir Blanc por meio da Secretaria da Cultura (Secult), direcionada pela Secretaria Especial da Cultura do Ministério do Turismo.

Laboratório audiovisual: lista de selecionadas

As inscrições para a etapa formativa do CineMarias foram encerradas no dia 1º de março e contaram com mais de 170 inscritas. A comissão avaliadora selecionou as 60 jovens que receberão bolsa-auxílio de até R$ 600 para participarem das atividades.

Foram selecionadas mulheres entre 18 e 29 anos, residentes da Grande Vitória e, prioritariamente, moradoras de comunidades atendidas pelo programa Estado Presente em Defesa da Vida ou inscritas no CADÚnico.

Os dados mostram que, entre as inscritas, 78,8% se autodeclaram negras (pretas e pardas) e a maioria tem renda de até um salário mínimo (40,6%). O levantamento também mostra que 71,8% estão desempregadas atualmente e que 80% já viveram ou presenciaram alguma situação envolvendo a Lei Maria da Penha.

Veja a lista de participantes selecionadas por ação:

Seminário CineMarias – A tela por elas: resistência, poesia e representação da mulher no audiovisual

Eliane de Fatima Inácio

Ingrid da Rocha Ricardo

Jéssica Elaine Moreira Sampaio

Luana Pereira dos Reis

Marcela Gomes do Nascimento

Michelli Francisco Da Silva

Michey Pereira Bravim Furtado

Natália dos Santos Ferreira

Suzana Nascimentos das neves

Thays Ferreira Santos

Curso 1 – Voz e introdução à criação de roteiro

Bruna da Silva Pereira

Clarissa Souza Santos

Franciele Rufino Saracura

Giovanna Novaes Xavier de Araújo Matoso

Karina Lima Soares

Kariny Peçanha Santos

Mariana Souza Costa

Rayssa da Silva Henrique

Stefane Lorrane de Jesus Lima

Vitória Bordon Santo

Curso 2 – O olhar, a tela e a linguagem cinematográfica

Esther Almeida Borges

Josélia Andrade Santos

Juliana Almeida Santos

Marcela do Nascimento Ferraz

Maria Antônia Oliveira

Marianna Eilert Gonçalves

Rayssa de Andrade Norbim

Thairiny Alves Franco

Veronica Campanussio

Yasmin Toretta Ferreira da Silva

Curso 3 – Somos todas montadoras: pensamento, teoria da montagem e técnicas de edição

Alice Sales Vieira

Andressa Riguête Pereira

Brenda Brazil Santos

Daniela Santos Ribeiro

Erika Aparecida da Silva

Géssica Loureiro Pereira Lopes

Helen de Souza Silva

Isadora Caprini

Ronalda Santos Araujo

Rosimery Soares Loiola

Modalidade Lab imersivo | Oficina de realização de filmes-poesia Existo porque resisto

Adriele Nascimento Coelho

Anna Carolina Campos Arandjelovic Schmith

Bárbara Galvão Silva

Cristiane Soares Abelha

Elisândra Eler Machado

Gabriely Rangel Nascimento

Geovana Silva Bernadina

Géssica Barbosa das Virgens

Giovanna de Oliveira

Ingrid Nascimento da Silva

Jaiara Dias Soares

Kelli Pereira Simoura

Kendolly Pianca Storch Messias

Mariany de Paiva faria

Priscila Santos Vieira

Rayane Jesus de Oliveira

Rucka de Lacaia

Sielly dos Santos Soares

Simone Santos Silva

Sthefany Rodrigues de Brito Silva

Programação: mulheres de representatividade na tela

As telas do computador e do celular serão palco para as falas de mais de 15 mulheres convidadas para integrar o seminário A tela por elas. Participarão profissionais e pesquisadoras das mais variadas frentes, como Direito, Educação e Comunicação Social.

Data: 08/03 (segunda-feira) 

De 9h às 10h

Abertura e leitura do manifesto CineMarias com a jornalista Karolina Lopes

De 10h às 13h30

Workshop 1 A tela por elas: resistência, poesia e representação da mulher no audiovisual com Eliza Capai

De 14h às 17h

Roda de bate-papo Deixa a mina falar!, mediada pelo coletivo Nação Mulher ES e por Manuela Amaral (empreendedora, bacharel em direito e policial)

09/03 (terça-feira)

De 17h às 18h30

Mesa redonda 1: Imprensa, voz e a agenda de direito das mulheres. A mesa irá abordar as tendências e práticas da cobertura jornalística sobre a violência de gênero e das novas narrativas criadas por mulheres ocupando espaços de poder.

Participantes: Elaine Silva (editora-chefe do Jornal A Gazeta), Renata Bravo (advogada e idealizadora do coletivo Juntas e Seguras), Gla Carrareto (repórter de A Gazeta) e Mayra Bandeira (produtora da TV Vitória)

Mediação: Katilaine Chagas (jornalista)

11/03 (quinta-feira)

De 10h às 12h

Mesa redonda 2: Direitos e segurança da mulher.  As participantes vão debater os desafios para a garantia da vida e dos direitos das mulheres e os serviços e acolhimento às vítimas de violência.

Participantes: Catarina Cecin Gazele (procuradora de Justiça e professora de Direito da Ufes), Luizane Guedes (doutora em Psicologia e militante do Núcleo Estadual de Mulheres Negras do Espírito Santo) e Nara Borgo (secretária de Estado de Direitos Humanos)

Mediadora: Aline Alves (jornalista e produtora cultural)

 12/03 (sexta-feira)

 De 10h às 12h

Mesa redonda 3: A dona da história. A mesa vai conversar sobre o espaço, direito à voz e o protagonismo feminino na construção de suas próprias narrativas.

Participantes: Jacqueline Moraes (vice-governadora do Estado), Bárbara Cazé (doutoranda e pesquisadora do Núcleo de Estudos Afro Brasileiros da Ufes) e Gabriela Alves (professora de Comunicação Social da Ufes)

Mediadora: Sthefany Duhz (jornalista e pesquisadora)

Serviço

CineMarias

Seminário “A tela por elas”

Realização: de 08 a 12 de março

Local: www.cinemarias.com.br e canal do CineMarias no YouTube

Imprensa

Sthefany Duhz (27) 99876-0508

Aline Alves (27) 99983-3390

[email protected]

Fonte: Governo ES

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PMES celebra acordo de cooperação técnica com Associação dos Autistas do ES

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A Polícia Militar do Espírito Santo (PMES) celebrou um acordo de cooperação técnica com a Associação dos Autistas do Espírito Santo (AMAES). Com a parceria firmada será possível aumentar a equipe destinada à Equoterapia e o programa passará a atender mais famílias.

O acordo é recebido com alegria, já que o mês de abril é dedicado à conscientização do autismo. Também é um mês muito importante para a PMES, que neste ano comemora seu 186º aniversário, a mais antiga e fiel instituição pública do Espírito Santo.

Há exatos 25 anos foi iniciado, no então Esquadrão de Polícia Montada, o atendimento às pessoas com deficiências através da Equoterapia, uma técnica que utiliza o equino em sessões de terapia, se aproveitando de todas as características do cavalo na busca por melhorias para o “praticante”. Inicialmente de forma bastante modesta, mas com o sentimento peculiar dos policiais militares, o de ajudar pessoas.

Com passar do tempo, os resultados alcançados foram se mostrando merecedores de maior atenção na prestação desse serviço. Tanto foi a dedicação à Equoterapia que o programa institucional da PMES foi vencedor de quatro Prêmios Inovação na Gestão Pública do ES (INOVES).

Ao longo dos anos mais famílias procuravam o serviço, oferecido de forma filantrópica e sem nenhum ônus. Atualmente são 45 contemplados e mais de 450 famílias aguardando para participarem do programa.

Tal demanda fez com que o Comando Geral da Corporação, através do Regimento de Polícia Montada (RPMont), buscasse novas parcerias e nesse sentido, a AMAES se mostrou como uma aliada. Em 19 de janeiro deste ano foi publicado no Diário Oficial do Estado o Acordo de Cooperação Técnica nº 002/2020, com o qual será possível ter condições de reforçar a equipe de policiais da Equoterapia com profissionais civis fornecidos pela AMAES, incrementando assim a capacidade de atendimento às famílias necessitadas.

Na busca pela qualidade, a PMES está realizando o 1º Curso de Equoterapia, algo inédito que possui o objetivo de qualificar os futuros profissionais, civis e militares, que trabalharão em conjunto formando a equipe multidisciplinar prevista na legislação.

Para o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Douglas Caus, “a concretização desse acordo de cooperação com a AMAES vem coroar o trabalho executado pela nossa Cavalaria, pois teremos a capacidade de implementar ainda mais nossa equipe e consequentemente diminuir a espera por parte daquelas famílias que buscam o atendimento”, declarou.

Já para o Comandante de Polícia Ostensiva Especializada, coronel Carlos Ney de Souza Pimenta, “o mais incrível nesse programa executado pela Cavalaria é exatamente o antagonismo existente, ou seja, uma força especializada que geralmente atua como último recurso do Estado para a preservação da ordem pública com característica repressiva, ao mesmo tempo é capaz de realizar uma assistência social de forma a oferecer a possibilidade de qualidade de vida tanto do praticante, quando o torna independente, quanto de seus familiares quando os deixam mais tranquilos para viverem suas vidas”.

O atual comandante do Regimento de Cavalaria, tenente-coronel Giuliano Menegatti, afirma que “esse trabalho requer muita dedicação, que somente o amor desses incansáveis profissionais fez com que aquele sonho, que outrora fora sonhado por muitos, pudesse se tornar realidade e atingir o patamar que hoje se encontra. Esse amor pelo próximo, aliado ao amor pelo cavalo, move essa engrenagem chamada Equoterapia dentro da Polícia Militar. Como disse o coronel Carlos Henrique Pereira França, eterno Comandante do Regimento, na aula de abertura do curso de Equoterapia “sinônimo de Equoterapia é amor”.

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