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Comer bem também se aprende na escola

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Alimentar-se de forma saudável, diversificada e equilibrada pode “vir de berço”, mas também ser algo aprendido na escola. Afinal de contas, o ato de se nutrir faz parte das diversas atividades realizadas diariamente pelos alunos e pode ser aproveitado para estimular o desenvolvimento de hábitos saudáveis de alimentação desde a infância, prática reforçada no Dia Nacional da Alimentação Escolar, comemorado nesta quinta-feira, dia 21 de outubro.

No Centro Educacional Leonardo da Vinci há mais de 30 anos é realizado o Projeto Educação Alimentar. De acordo com o diretor Mário Broetto, a escola optou por não ter cantina com industrializados e oferecer os alimentos aos alunos em refeitórios. “Com a orientação de uma equipe de Nutrição, criamos oportunidades de experimentação de itens naturais diversificados, como frutas, legumes, verduras, grãos, cereais, etc., incentivando-os a adquirir hábitos saudáveis e ter uma relação amigável e consciente com a comida, além de bom comportamento à mesa”, explica.

Durante o ano e conforme a faixa etária, o projeto envolve atividades sistematizadas como rodas de estudo sobre alimentos, experimentação em sala de aula, encontro com a nutricionista da escola, plantio de sementes, acompanhamento do ciclo da vida, colheita no herbanário, entre outras.

Segundo o diretor, a expectativa é formar cidadãos que saibam fazer boas escolhas em relação à alimentação e até influenciem positivamente suas respectivas famílias nesse aspecto. “A formação integral que propomos aos nossos estudantes passa pela alimentação. Buscamos mostrar a eles que comer de forma balanceada vai além do simples satisfazer de necessidades fisiológicas, pode também ser divertido, afetivo, cultural e social”, explica o diretor.

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Ações de inclusão e aceleração de carreira buscam promover a equidade racial na BRK Ambiental

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Novembro é considerado o Mês da Consciência Negra, reforçando a luta contra o racismo estrutural e o preconceito no Brasil. Apesar dos muitos avanços, ainda são grandes os desafios para a população negra na busca de oportunidades no mercado de trabalho. Na tentativa de impulsionar a pluralidade em suas unidades, a BRK Ambiental tem atuado para atrair, capacitar e dar oportunidades às pessoas negras.

Por meio do Programa Diversifik, que desenvolve estratégias para ampliar as discussões e práticas sobre diversidade e inclusão, a concessionária desenvolve o Programa de Aceleração de Carreiras para Mulheres Negras que, em parceria com o Grupo Mulheres do Brasil, desenvolve profissionais negras e pardas para ocupar cargos de liderança.

A supervisora de projetos e controle de obras da BRK Ambiental em Cachoeiro de Itapemirim, Adriana Cardoso da Silva de Oliveira, participou do programa em 2020, retornando em 2021 para contar a sua experiência para as novas participantes. Ela explica que, durante a iniciativa, realizada durante uma semana, em formato on-line, é feita uma imersão para promover conhecimentos, competências e habilidades, além do autoconhecimento, com a valorização da ancestralidade, do potencial individual e do empoderamento.

“A cada encontro, uma convidada externa aborda um tema, como ancestralidade, autoconhecimento, desenvolvimento pessoal, comunicação não violenta e networking, compartilhando um pouco de suas experiências profissionais e também suas histórias de vida com as participantes. São feitas dinâmicas e abertos espaços de fala, para nos posicionarmos. É uma semana de muito aprendizado, partilha, autoconhecimento, empoderamento e de reconhecimento de como a nossa ancestralidade nos fortalece. Ubuntu: ‘Eu sou porque nós somos’ ”, afirma Adriana Cardoso.

Para a supervisora, o programa contribuiu para a formação profissional e pessoal de cada participante a partir da visão de que não se está sozinha e de que há diversas outras mulheres que desejam ser vistas e reconhecidas pelo seu potencial, capacidade técnica e conhecimentos, e não por algo que não é relevante, como a cor de pele ou raça. “Ao buscar promover essa equidade, a BRK Ambiental já se posicionou, já enxergou que existem potenciais grandes na empresa e que precisam de suporte para promover essa transformação tão necessária para a história do nosso país”, completa.

Mulheres negras e pardas correspondem 40,54% do quadro de mulheres na BRK Ambiental em Cachoeiro de Itapemirim

De acordo com convenção do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Brasil, são negras as pessoas que se autodeclaram preto ou pardo. Mesmo com 56% da população se autodeclarando de raça negra, o país possui apenas 29,9% de negros ocupando cargos de gerência, segundo o Instituto.

Para a supervisora de Recursos Humanos da BRK Ambiental em Cachoeiro de Itapemirim, Adriana Altoé Pigatti, construir uma cultura empresarial que pensa na inclusão e na diversidade é a chave para uma empresa que está comprometida em transformar a vida das pessoas e que busca a equidade racial e a valorização de funcionários e funcionárias.

Adriana Pigatti destaca que, na unidade de Cachoeiro de Itapemirim, 40,54% das mulheres funcionárias da BRK são negras e pardas. A supervisora acrescenta que das nove mulheres contratadas como funcionárias e estagiárias em 2021, para atuar em diversas áreas da empresa, cinco integram esse grupo.

“Na BRK Ambiental, buscamos criar uma cultura inclusiva, que promova um ambiente seguro, livre de preconceitos e estereótipos. Temos o programa Diversifik, que nos orienta, e políticas que asseguram esse compromisso, como a Política de Ambiente de Trabalho Positivo. No recrutamento temos uma clara intenção de materializar nosso compromisso com uma sociedade mais justa e igualitária, garantindo o direito à igualdade de concorrência em todas as vagas”, completa Adriana Pigatti.

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