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Política Nacional

Comissão debate volta do sarampo e ações do governo para conter a doença

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A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados promove audiência pública nesta quinta-feira (24) sobre a volta do sarampo e as ações do Ministério da Saúde para combater o avanço da doença.

O pedido para o debate é do deputado Jorge Solla (PT-BA). Ele alerta para a queda nas taxas de vacinação a cada ano, até chegarem ao patamar de 80%, quando o ideal seria acima de 95% e aponta que o próprio Unicef tem advertido sobre o problema.

EBC – Agência Brasil
Nos últimos anos, taxa de vacinação caiu para 80%, quando o desejável seria acima de 95%

“O crescimento dos surtos é puxado principalmente por 10 países, que, juntos, somaram mais de 74% do total de registros da doença em 2018; e o Brasil está entre eles. No entanto, em 2017 não havia sido registrado nenhum caso no Brasil”, destacou. Solla quer saber as razões para esse aumento nos casos de sarampo.

Foram convidados para o debate:

  • a chefe da área de saúde Unicef, Cristina Albuquerque;
  • o presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva, Gulnar Azevedo e Silva;
  • um representante do Ministério da Saúde;
  • a presidente da Fundação Oswaldo Cruz, Nísia Trindade Lima;
  • a representante da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), Socorro Gross Galiano.

A audiência ocorre às 10 horas desta quinta, em local a definir, com transmissão interativa.

Da Redação – GM

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Política Nacional

Pacheco priorizará saúde e crescimento econômico se eleito presidente do Senado

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Saúde pública, desenvolvimento social e o crescimento econômico do Brasil são as prioridades defendidas pelo senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), candidato à Presidência do Senado. Em coletiva concedida à imprensa nesta quinta-feira (21), o senador comentou questões que podem entrar na pauta do Senado neste ano, como a prorrogação do auxílio emergencial e o armamentismo. 

Pacheco oficializou a candidatura na última terça-feira (19) por meio de um manifesto em que se compromete a garantir as liberdades, a democracia, as estabilidades social, política e econômica do Brasil, entre outros temas. Além do próprio DEM, o senador conta com o apoio formal de partidos como o PDT, PL, Pros, PT, PP, PSD, PSC e Republicanos. 

Auxílio emergencial 

O senador apoia a discussão do auxílio emergencial para os mais afetados pela pandemia de covid-19. No entanto, o parlamentar afirmou que qualquer medida deverá ser tomada com responsabilidade fiscal e diálogo com o Ministério da Economia para encontrar uma “matemática possível para compatibilizar o teto de gastos públicos com a necessidade de amparar pessoas que estejam vulnerabilizadas”. 

 — Nós temos que reconhecer: a pandemia não terminou. Há pessoas alcançadas de maneira muito severa que demandam uma assistência do Estado. Se isso se dará numa modalidade de auxílio emergencial ou algo análogo a isso, como algum novo programa ou incremento do Bolsa-Família, essa é uma solução que se dará a partir do colégio de líderes do Senado Federal  — disse. 

Apoio dos partidos

O senador classifica como uma “rede de aliança” o apoio recebido dos partidos — que vai desde a oposição até à base do governo. Para Pacheco, esse apoio é uma oportunidade de pacificar e alinhar as pautas da Casa. 

— Essa é uma sinalização muito positiva de que nós vamos poder construir uma pauta comum para o bem dos brasileiros  — observou.  

Na entrevista, Pacheco garantiu que o diálogo entre os senadores também será uma prioridade da gestão dele e que as opiniões pessoais da gestão não serão impostas sobre a vontade do Senado. Até mesmo para para a vice-presidência, ainda não definida, o senador pretende “compatibilizar o máximo possível a regra da proporcionalidade”. 

— É minha intenção nós termos a participação de todos os partidos políticos  — destacou. 

Alinhamento com o Executivo 

Questionado sobre o apoio do presidente da República, Jair Bolsonaro, o parlamentar destacou a simpatia do chefe do Executivo, mas afirmou que candidatura é para os senadores. A respeito de pautas defendidas pelo presidente, o candidato disse ser “definitivamente contra” o porte de armas, por exemplo, mas que, havendo pretensão dos senadores, a pauta será discutida. “Essa e qualquer outra pauta”, completou. 

Eleição

Na disputa pela Presidência da Casa também estão os senadores Simone Tebet (MDB-MS), Major Olimpio (PSL-SP) e Jorge Kajuru (Cidadania-GO). A eleição está prevista para o início de fevereiro e Rodrigo Pacheco reforçou que irá se empenhar para garantir o cargo. 

— A última semana vai ser de trabalho, conversas, apresentação de propostas aos senadores e senadoras daquilo que a gente pensa para o Senado Federal  — concluiu.

Ana Lídia Araújo de Moura sob supervisão de Patrícia Oliveira

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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