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Política Nacional

Comissão externa discute situação dos povos indígenas na pandemia

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Alex Pazuello/Prefeitura de Manaus
Saúde - doenças - coronavírus pandemia índios testagem (vacinação de indígenas contra influenza e testes de Covid-19 no Parque das Tribos, Manaus-AM)
O novo coronavírus tem se espelhado pelas comunidades indígenas brasileiras

A comissão externa da Câmara dos Deputados que acompanha ações de combate ao novo coronavírus reúne-se nesta quarta-feira (15), às 9h30, no plenário 3, para discutir a situação dos povos indígenas no enfrentamento da pandemia de Covid-19.

Os convidados serão ouvidos por videoconferência. São eles:

  • o secretário especial de Saúde Indígena, Robson Santos da Silva;
  • o presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Marcelo Augusto Xavier da Silva;
  • a secretária nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Sandra Terena;
  • a assessora política do Institutos de Estudos Socioeconômicos (Inesc) Leila Saraiva;
  • o neurologista e coordenador de Saúde do Povo Zo’é, Erik Jennings;
  • os coordenadores do Projeto Xingu, da Unifesp, Douglas Rodrigues e Sofia Mendonça;
  • a coordenadora-executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), Sônia Guajajara; e
  • o coordenador nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq), Biko Rodrigues.

Da Redação – MO

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Política Nacional

Novo conselheiro pode estar por trás de nova fase de Bolsonaro

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almirante fala ao microfone
Reprodução

O almirante Flávio Rocha é apontado como braço direito do presidente

A nova conduta do presidente Jair Bolsonaro, mais comedida e menos polêmica, pode estar relacionada ao almirante Flávio Rocha, que há seis meses ingressou no governo como um dos principais conselheiros do gabinete presidencial.

Apelidado de “Rochinha”, Flávio é Secretário de Assuntos Especiais da Presidência da República e conhecido pelo seu caráter “apaziguador e discreto”. De acordo com reportagem publicada pela Folha de São Paulo, o secretário é o “novo braço direito” do presidente.

O almirante é criticado por ainda ser um militar na ativa, o que pode gerar uma mistura da sua atuação nas Forças Armadas com o cargo no governo. Ainda segundo fontes da Folha, Rochinha participa de mais de 90% das reuniões de Bolsonaro no gabinete presidencial.

A confiança de Bolsonaro no secretário também é perceptível nas decisões das quais o almirante participa, como a escolha do novo ministro da Educação.

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