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Concurso? Não! Sabe quem vai para repor as vagas de servidores que se aposentarem? A tecnologia!

Os planos do governo Bolsonaro para o funcionalismo é de enxugar ao máximo o quadro de pessoal e investir mais em “digitalização”. Esse foi o recado deixado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, em palestra na última sexta-feira, na Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro. Na ocasião, ele descreveu seu trabalho durante o […]

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Os planos do governo Bolsonaro para o funcionalismo é de enxugar ao máximo o quadro de pessoal e investir mais em “digitalização”. Esse foi o recado deixado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, em palestra na última sexta-feira, na Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro. Na ocasião, ele descreveu seu trabalho durante o seminário ‘A Nova Economia Liberal’.

Segundo projeções feitas pelo ministro, entre 40% e 50% dos funcionários vão se aposentar nos próximos anos e não há intenção de contratar pessoal para repô-los. A ideia é investir na digitalização.

Além disso, ele deixou claro que o Executivo cobrará mais produtividade das categorias do ‘alto escalão’ do setor público, ou seja, daqueles com salários maiores do os funcionários do setor privado.

Guedes quer investir na digitalização do setor público como forma de compensar a redução no quadro de pessoal. A pasta também alerta que não haverá recursos suficientes para honrar com a folha de pagamento do setor público em 2020, caso a reforma da Previdência não seja aprovada.

O ministro afirmou ainda que os gastos com a máquina do Estado representam o terceiro grande componente das despesas públicas.

Privatizações no radar

A privatização de empresas estatais e a venda de ativos – como imóveis – são estratégias do ministro para abater a dívida pública e reduzir despesas com o segundo maior gasto das contas públicas, que são os referentes aos juros.

“Vamos atacar as prioridades. A primeira delas é a Previdência. O segundo maior gasto são os juros da dívida”, afirmou Guedes, ao descrever seu trabalho em palestra durante o seminário “A Nova Economia Liberal”, na Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.

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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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