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Contorno de Iconha na BR 101 será inaugurado na quinta-feira (28)

Com a finalidade de destravar o gargalo de tráfego no sentido sul da BR 101, será inaugurado nesta quinta-feira (28), à partir de 10h, o Contorno de Iconha, um trecho de quase oito quilômetros de extensão, em pista duplicada. A obra, iniciada em setembro de 2016, promete reduzir o tempo de percurso devido ao desvio do fluxo para fora […]

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Com a finalidade de destravar o gargalo de tráfego no sentido sul da BR 101, será inaugurado nesta quinta-feira (28), à partir de 10h, o Contorno de Iconha, um trecho de quase oito quilômetros de extensão, em pista duplicada. A obra, iniciada em setembro de 2016, promete reduzir o tempo de percurso devido ao desvio do fluxo para fora da cidade.

O evento de entrega do trecho, que acontece com atraso de dois anos, será realizado logo antes do carnaval e contará com a presença do Governador do Espírito SantoRenato Casagrande, bem como com a do Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.

O novo trecho, de 7,84 quilômetros de extensão, poderá ser percorrido em aproximadamente sete minutos, com respeito ao limite de velocidade da via. Situação diferente da enfrentada hoje pelos motoristas com os constantes congestionamentos formados pelo tráfego de caminhões e carros de passeio na área urbana, o que pode atrasar a viagem em até uma hora. Com o contorno, o motorista vai economizar, portanto, 53 minutos.

O contorno conta com dois viadutos para acessar a cidade de Iconha em suas duas pontas, além de uma ponte sobre o rio que passa pela localidade e acostamentos. A obra aconteceu entre os quilômetros 374 e 379 da BR 101.

A construção do Contorno de Iconha faz parte dos compromissos assumidos pela concessionária que administra a rodovia no Estado, Eco101. As praças de pedágio começaram a funcionar em maio de 2014 e a promessa era que metade da BR 101 no Espírito Santo estaria duplicada em até cinco anos, o que não foi cumprido.

A obra do Contorno de Iconha teve início em 2016 com previsão de entrega em maio de 2017, entretanto, ocorreram vários adiamentos. No primeiro atraso, a Eco101 informou que o motivo foi o demora na emissão de licença ambiental e fixou a nova data de entrega para dezembro, mas adiou novamente para setembro de 2018, e depois novembro deste mesmo ano. O último prazo fixado foi primeiro trimestre de 2019.

Em setembro do ano passado, o então gerente da Eco101, Rodrigo Rodrigues, afirmou que o cronograma foi alterado devido à complexidade da obra e ao volume de chuvas daquele ano. Informou ainda que outros fatores como manifestações locais e a greve dos caminhoneiros também contribuíram para o atraso.

GARGALO

Para o presidente da Federação das empresas de Transportes do Espírito Santo, Gerson Pícoli, a entrega do contorno ajuda a resolver o gargalo no escoamento de produtos do Estado.

“Essa obra pronta é de fundamental importância para o escoamento dos produtos que transportamos. Dá velocidade no desenvolver da viagem e isso é fundamental para o atendimento da demanda”, assegura Gerson, que destaca também a importância da entrega do resto da BR duplicada.

APREENSÃO NO COMÉRCIO

Apesar da expectativa dos motoristas e moradores, os comerciantes veem com preocupação a diminuição do fluxo de veículos. Na principal via da cidade é forte a presença de padarias, lanchonetes, lojas de vestuário e acessórios para veículos, que possuem entre os seus clientes os viajantes que passam por Iconha.

O comerciante Fábio Lorencini, de 33 anos, é dono de uma farmácia e de uma loja de produtos para alimentação saudável. Ele não desconsidera os pontos positivos para os moradores com a redução do trânsito de veículos, mas diz que em longo e médio prazo o comércio pode perder vendas.

“Em questão de estacionamento vai melhorar. Para viver é melhor, mas para o comércio vai dar um baque muito grande. O público uma hora vai diminuir. Quem não for parar aqui vai passar por fora, e quem não é visto não é lembrado”, disse Fábio. As informações são de A Gazeta.


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Mercado financeiro prevê queda de 1,96% na economia este ano

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Com a pandemia de covid-19, o mercado financeiro tem piorado a estimativa para a queda da economia este ano. A previsão de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – passou de 1,18% para 1,96%. Essa foi a nona redução consecutiva.

A  previsão para o crescimento do PIB em 2021 subiu de 2,50% para 2,70%. As previsões de expansão do PIB em 2022 e 2023 permanecem em 2,50%.

Dólar

A cotação do dólar deve fechar o ano em R$ 4,60, contra R$ 4,50 na semana passada. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 4,47, contra R$ 4,40 da semana passada.

Inflação

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a previsão de inflação para 2020 pela quinta vez seguida. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 2,72% para 2,52%.

Para 2021, a estimativa de inflação segue em 3,50%, assim como para 2022 e 2023.

A projeção para 2020 está praticamente no limite inferior da meta que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, ou seja, o limite inferior é 2,50% e o superior, 5,50%. Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic tenha mais uma redução e encerre 2020 em 3,25% ao ano a mesma previsão da semana passada.

Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 4,50% ao ano. A previsão anterior era de 4,75% ao ano. Para o fim de 2022 e 2023, as instituições mantiveram a previsão em 6% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

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