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Coronavírus no RJ: 13,5 mil mortes e 143 mil curados

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A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro registrou, até este sábado (01/08), 13.556 mortes e 167.213 casos confirmados de Covid-19 no estado. Há ainda 1.003 óbitos em investigação e 323 foram descartados. Até o momento, entre os casos confirmados, 143.322 pacientes se recuperaram da doença.

As 13.556 vítimas de Covid-19 foram registradas nos seguintes municípios:

Rio de Janeiro – 8.344

São Gonçalo – 593

Duque de Caxias – 578

Niterói – 309

Campos dos Goytacazes – 211

Petrópolis – 145

Macaé – 115

Cabo Frio – 81

Nova Friburgo – 64

Rio das Ostras – 60

Itaperuna – 30

São Francisco de Itabapoana – 20

São Fidélis – 15

Bom J. do Itabapoana, Itaocara e Quissamã – 13

Armação dos Búzios e Porciúncula – 10

São João da Barra – 9

Santo Antônio de Pádua – 6

Aperibé e Italva – 5

Carapebus – 4

Miracema e Natividade – 3

Cambuci e Cardoso Moreira – 1

Os casos confirmados no estado estão distribuídos da seguinte maneira:

Rio de Janeiro – 71.792

Niterói – 9.079

São Gonçalo – 8.572

Duque de Caxias – 6.417

Macaé – 5.647

Campos dos Goytacazes – 3.063

Itaperuna – 1.755

Cabo Frio – 1.479

Nova Friburgo – 1.325

Petrópolis – 1.264

Rio das Ostras – 1.247

Santo Antônio de Pádua – 743

São João da Barra – 574

Bom Jesus do Itabapoana – 412

São Francisco de Itabapoana – 397

Porciúncula – 336

Quissamã – 310

Natividade – 284

Miracema – 251

Armação dos Búzios – 243

Itaocara – 229

Carapebus – 218

Italva – 212

São Fidélis – 205

Cardoso Moreira – 202

Laje do Muriaé – 199

Aperibé – 143

Varre-Sai – 140

São José de Ubá – 123

Cambuci – 103

Para mais informações, acesse o painel de monitoramento de casos no Estado do Rio de Janeiro em painel.saude.rj.gov.br.

Fonte: Núcleo de Imprensa Governo do Rio de Janeiro

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Brasil perde posições em ranking mundial de percepção de corrupção

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Brasil despenca em ranking mundial de percepção de corrupção
REPRODUÇÃO/AGÊNCIA BRASIL

Brasil despenca em ranking mundial de percepção de corrupção

O Brasil caiu duas posições no ranking mundial de percepção de  corrupção, calculado pela instituição Transparência Internacional, e passou a ocupar o 96º lugar, a terceira pior posição em sua série histórica. A pesquisa foi divulgada nesta terça-feira (25) pela instituição.

O índice de percepção de corrupção é feito a partir da análise de dados, pesquisas e avaliações de especialistas. É elaborado desde 1995, mas teve uma padronização metodológica em 2012 que permitiu traçar uma comparação histórica a cada ano.

O Brasil alcançou 38 pontos, em uma escala de 0 a 100. Este desempenho coloca o país abaixo da média global, que é de 43 pontos, e abaixo da média regional da América Latina e Caribe (41 pontos).

Também é inferior à pontuação do BRICS (grupo de países formados por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), que foi de 39 pontos, e inferior à média do G-20, grupo formado pelas 19 maiores economias do mundo mais a União Europeia, que teve 54 pontos.

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Do ponto de vista mundial, o ranking da percepção de corrupção é liderado por Dinamarca e Finlândia, empatados em primeiro lugar com 88 pontos. Isso significa que é muito baixa a percepção desse tipo de ilícito na administração pública desses países.

No relatório que divulgou os dados, a Transparência Internacional diz que o aumento da corrupção provoca diretamente um crescimento nas violações de direitos humanos e enfraquecimento da democracia no país afetado. “A corrupção possibilita violações de direitos humanos, dando abertura a uma espiral perversa e desenfreada. À medida que os direitos e as liberdades vão se erodindo, a democracia entra em declínio, dando lugar ao autoritarismo, que, por sua vez, possibilita níveis maiores de corrupção”, diz o relatório.


A pontuação obtida pelo Brasil em 2021, de 38 pontos, foi a mesma do ano passado, mas a queda em duas posições ocorreu porque outros países tiveram melhoria no índice. A melhor pontuação alcançada pelo país foi nos anos de 2012 e 2014, com 43 pontos, nos quais o Brasil ocupou o 69º lugar no ranking. Em 2019, primeiro ano do governo de Jair Bolsonaro, o Brasil caiu para a posição 106 do ranking, sua pior alcançada na série histórica.

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