conecte-se conosco


Nacional

Coronavírus no RJ: 14,9 mil mortes e 203 mil casos confirmados

Publicados

em

A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro informa que registrou, até esta quarta-feira (19/08), 14.913 mortes e 202.993 casos confirmados de coronavírus. Há ainda 917 óbitos em investigação e 336 foram descartados. Entre os casos confirmados, 182.513 pacientes se recuperaram da doença.

As 14.913 vítimas de Covid-19 no estado foram registradas nos seguintes municípios:

Rio de Janeiro – 9.048
Duque de Caxias – 615
Niterói – 330
Campos dos Goytacazes – 273
Macaé – 124
Rio das Ostras – 66
Itaperuna – 34
São Francisco de Itabapoana – 21
São Fidélis – 18
Itaocara – 17
B. Jesus do Itabapoana e Quissamã – 15
Porciúncula – 11
S. Antônio de Pádua e S. J. da Barra – 9
Italva – 6
Carapebus – 4
Miracema e Natividade – 3
Cambuci – 2
Cardoso Moreira – 1

Os casos confirmados estão distribuídos da seguinte maneira:

Rio de Janeiro – 83.735
Niterói – 10.134
Duque de Caxias – 7.158
Macaé – 6.633
Campos dos Goytacazes – 3.948
Itaperuna – 2.302
Rio das Ostras – 1.551
Santo Antônio de Pádua – 924
São João da Barra – 699
Bom Jesus do Itabapoana – 641
Porciúncula – 478
São Francisco de Itabapoana – 471
Quissamã – 380
Natividade – 372
Miracema – 338
Itaocara – 303
Italva – 297
Cardoso Moreira – 270
Varre-Sai – 260
Carapebus – 255
São Fidélis – 222
Laje do Muriaé – 219
São José de Ubá – 133

Para mais informações, acesse o painel de monitoramento de casos no Estado do Rio de Janeiro em painel.saude.rj.gov.br.

Fonte: Núcleo de Imprensa Governo do Rio de Janeiro

Comentários Facebook
Propaganda

Nacional

MP denuncia pintores que mataram idosa e diarista no RJ

Publicados

em

source
Prisão do pintor William Oliveira Fonseca
Divulgação – 12.06.2022

Prisão do pintor William Oliveira Fonseca

O Ministério Público do Rio denunciou os pintores Willian Oliveira Fonseca e Jhonatan Correia Damasceno pelos crimes de latrocínio (roubo seguido de morte), extorsão qualificada e incêndio contra a aposentada Martha Maria Lopes Pontes, de 77 anos, e sua diarista, Alice Fernandes da Silva, de 51. De acordo com as investigações da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), a dupla havia realizado um serviço recentemente no apartamento de luxo, no Flamengo, na Zona Sul do Rio, e retornou ao imóvel no último dia 9, quando cortou o pescoço das vítimas e ainda queimou o corpo da patroa. Ambos estão presos temporariamente.

De acordo com a denúncia, ao qual O GLOBO teve acesso, o promotor Silvio de Carvalho Neto, da Promotoria de Justiça junto a 27ª Vara Criminal, na tarde daquele dia, Willian e Jhonatan saíram de suas casas, em Acari, na Zona Norte da cidade, e deslocaram-se até o Flamengo, com bonés e máscaras, “a fim de dificultarem suas respectivas identificações junto às câmeras que guarneciam o condomínio”.

Ao chegarem no prédio na Avenida Rui Barbosa, foram autorizados a subir no apartamento de Martha e recebidos na porta dos fundos pela diarista. Nesse momento, Willian partiu para cima da funcionária, a amordaçando e amarrando suas mãos com uma fita durex que estava na cozinha da residência. Jhonatan então direcionou-se a idosa, que estava sentada em seu escritório, aproximando-se por trás e dizendo: “Fica calma, só quero seu dinheiro”.

Willian amarrou as mãos de Martha com um lacre e as pernas com um lençol e também a amordaçou. Com as duas vítimas imobilizadas e com suas liberdades restritas, Jhonatan pegou um talão de cheques no quarto da idosa e a obrigou a preenchê-los e assiná-los. Na posse das folhas, ele se dirigiu a uma agência bancária, na Rua Marquês de Abrantes, e efetuou três saques de R$ 5 mil. Os dois fugiram após o crime.

Segundo o laudo de exame de necropsia, a causa da morte de Martha e Alice foi esgorjamento — lesão profunda que atingiu a garganta das vítimas e que foi provocada por ação corto-contundente, possivelmente uma faca. Em depoimento prestado na DHC, Jhonatan confessou participação no caso, mas responsabilizou o comparsa pela morte das vítimas.

Na denúncia, Silvio de Carvalho Neto também requereu a prisão preventiva dos pintores, já que, segundo ele, a liberdade de Willian e Jhonatan “representará fonte inesgotável de intranquilidade e insegurança para a sociedade e familiares das vítimas fatais”: “A liberdade deste indivíduo contribuirá para a descrença da comunidade local na Justiça e estimulará a reiteração de tais inadmissíveis condutas criminosas nesta comarca. Enfim, imperioso se faz garantir a conveniência da instrução criminal, de modo que os parentes das vítimas e demais testemunhas possam depor em juízo sem sofrer perturbações. Isso porque, ainda que o denunciado não a ameacem diretamente, a simples presença ao seu lado, no dia da audiência, já é suficiente para lhe causar insegurança capaz de macular o testemunho”, escreveu o promotor.

Os cadáveres das duas mulheres foram localizados, por volta de 17h, por homens dos quartéis do Catete e do Humaitá do Corpo de Bombeiros. Eles foram acionados devido a um incêndio no apartamento onde estavam as vítimas. Pouco depois, uma faixa da Avenida Rui Barbosa chegou a ser interditada pela Polícia Militar, segundo o Centro de Operações (COR) da Prefeitura do Rio.

Comentários Facebook
Continue lendo

CIDADES

ESTADO

POLÍTICA

ENTRETENIMENTO

Mais Lidas da Semana