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Coronavírus no RJ: 16,2 mil mortes e 226,8 mil casos confirmados

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A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro informa que registra, até esta terça-feira (01/09), 16.217 mortes e 226.800 casos confirmados de coronavírus. Há ainda 455 óbitos em investigação e 347 foram descartados. Entre os casos confirmados, 204.845 pacientes se recuperaram da doença.

As 16.217 vítimas de Covid-19 no estado foram registradas nos seguintes municípios:

Rio de Janeiro – 9.737

Niterói – 371

Campos dos Goytacazes – 306

Macaé – 134

Rio das Ostras – 71

Itaperuna – 40

Itaocara – 23

Bom Jesus do Itabapoana – 20

Porciúncula – 14

Santo Antônio de Pádua – 12

Italva – 6

Natividade – 4

Miracema – 3

Cardoso Moreira – 1

Os casos confirmados estão distribuídos da seguinte maneira:

Rio de Janeiro – 91.688

Niterói – 11.256

Macaé – 7.101

Campos dos Goytacazes – 4.587

Itaperuna – 2.537

Rio das Ostras – 1.704

Santo Antônio de Pádua – 1.009

Bom Jesus do Itabapoana – 715

Porciúncula – 559

São Francisco de Itabapoana – 524

Natividade – 473

Quissamã – 425

Varre-Sai – 414

Miracema – 387

Italva – 328

Cardoso Moreira – 318

Carapebus – 268

Laje do Muriaé – 233

São Jose de Ubá -134

Para mais informações, acesse o painel de monitoramento de casos no Estado do Rio de Janeiro em painel.saude.rj.gov.br.

Fonte: Núcleo de Imprensa Governo do Rio de Janeiro

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Ministério da Saúde nega corte em UTIs e diz que ações no STF são injustas

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Ministério da Saúde
Agência Brasil

Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde disse, em nota enviada ao Uol neste domingo (28), que as ações no  Supremo Tribunal Federal (STF) de governos estaduais para a reativação de leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) são “injustas” e “desnecessárias”.

Neste sábado (27), a ministra do STF Rosa Weber concedeu liminar para que o ministério retome o custeio de UTIs  nos estados de São Paulo, Maranhão e Bahia, suspenso gradativamente desde o início. A decisão atendeu ao pedido feito pelas Procuradorias dos estados.

De acordo com o ministério, porém, não houve, “em nenhum momento, desabilitação ou suspensão de pagamentos de leitos de UTI para tratamento de pacientes da Covid-19 .”

A pasta ainda acrescenta que “os pagamentos têm sido feitos conforme demanda e credenciamento dos governos dos estados”. “Ressalta-se que conforme pactuação tripartite do Sistema Único de Saúde, a abertura e viabilização física dos leitos cabe aos gestores estaduais e municipais, cabendo ao Governo Federal o custeio das estruturas – no caso dos leitos Covid-19, com valor de diária dobrada, no valor de R$ 1.600”, escreveu o ministério.

O Ministério da Saúde ainda alega que pediu, em janeiro, crédito extraordinário de R$ 2,8 bilhões à União para custear ações de enfrentamento à pandemia de Covid-19 , o que inclui o custeio de leitos de UTI .

“O recurso, liberado por meio de Medida Provisória assinada pelo presidente Jair Bolsonaro na última quinta-feira (25/2), será repassado aos estados demandantes para pagamento de leitos em uso desde o mês de janeiro pelas unidades federadas”, afirma a pasta.

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