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Coronavírus no RJ: 16,6 mil mortes e 233,3 mil casos confirmados

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A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro informa que registrou, até esta terça-feira (08/09), 16.646 óbitos e 233.373 casos confirmados de Covid-19 no estado. Há ainda 349 óbitos em investigação e 352 foram descartados. Entre os casos confirmados, 212.272 pacientes se recuperaram da doença.

As 16.646 vítimas de Covid-19 no estado foram registradas nos seguintes municípios:

Rio de Janeiro – 9.957

Niterói – 390

Campos dos Goytacazes – 324

Macaé – 136

Rio das Ostras – 73

Itaperuna – 43

São Francisco de Itabapoana – 22

Bom Jesus do Itabapoana – 21

Porciúncula – 15

Santo Antônio de Pádua – 13

São João da Barra -10

Italva – 6

Natividade – 4

Miracema – 3

Cardoso Moreira -1

Os casos confirmados estão distribuídos da seguinte maneira:

Rio de Janeiro – 93.899

Niterói – 11.677

Macaé – 7.285

Campos dos Goytacazes – 4.809

Itaperuna – 2.576

Rio das Ostras – 1.756

Santo Antônio de Pádua – 1.022

Bom Jesus do Itabapoana – 722

Porciúncula – 577

São Francisco de Itabapoana – 530

Natividade – 489

Miracema – 398

Italva – 334

Cardoso Moreira – 331

Itaocara – 331

Laje do Muriaé – 233

São José de Ubá – 135

Para mais informações, acesse o painel de monitoramento de casos no Estado do Rio de Janeiro em painel.saude.rj.gov.br.

Fonte: Núcleo de Imprensa Governo do Rio de Janeiro

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STF convoca ‘ministro da Rússia’ para completar sessão repleta de desfalques

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STF convoca 'ministro da Rússia' para completar sessão repleta de desfalques
REPRODUÇÃO/AGÊNCIA BRASIL

STF convoca ‘ministro da Rússia’ para completar sessão repleta de desfalques

Com tudo pronto para ser realizada e três ações que tratam de precatórios na pauta, a sessão de  julgamentos do Supremo Tribunal Federal (STF) desta quinta-feira quase não aconteceu por falta de quórum. E só aconteceu porque contou com a participação do ministro Luís Roberto Barroso diretamente da Rússia — que está seis horas à frente do Brasil.

Desde 12 de julho, quando o ministro Marco Aurélio Mello se aposentou, a Corte vem funcionando com apenas dez ministros. E nesta quinta, dos dez, apenas sete estariam pressentes — número que impediria o julgamento de temas constitucionais.

A incomum escassez de ministros desta quinta-feira foi resultado de uma soma de fatores. Além da demora de dois meses do senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) em pautar a sabatina do indicado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e dar andamento ao processo para a aprovação (ou rejeição) de André Mendonça, três ministros estavam fora de atuação: o presidente da Corte, Luiz Fux, Luís Roberto Barroso e Nunes Marques.

Judeu, Fux passou o dia 16 de setembro recluso, em jejum e oração em razão do Yom Kipur, o Dia do Perdão. Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Barroso está na Rússia como observador convidado das eleições parlamentares e regionais do país, que acontecerão nos próximos dias. Fora por razões médicas, Nunes Marques completou o quadro de ausências justificadas.

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Minutos antes de a sessão ser iniciada pela vice-presidente do STF, ministra Rosa Weber, e com tudo pronto para que as atividades começassem, um impasse sobre a realização ou não dos trabalhos foi criado. Sem ministros em número suficiente, a solução encontrada pela Corte foi chamar Barroso de emergência. Fora do Brasil desde o início da semana, o ministro, por exemplo, não participou da sessão de julgamentos desta quarta, quando o tribunal voltou a analisar o marco temporal de terras indígenas.

Nos bastidores do STF, a crise do quórum é vista como um dos aspectos dos prejuízos causados pelo desequilíbrio na composição dos ministros. Internamente, a demora do Senado em dar andamento à sabatina de André Mendonça não tem sido vista com bons olhos e incomoda parte dos ministros, que sentem alterado o funcionamento da Corte.

Com um ministro a menos, a chance de empate aumenta e, sem o voto de minerva para decidir as questões, alguns casos ficam travados. Foi o que se viu, por exemplo, no julgamento do caso sobre a inclusão do ISS na base de cálculo do PIS e da Cofins, discussão que é acompanhada de perto pelo governo federal. No final de agosto, quando a discussão já estava empatada, Fux pediu destaque e só deve retomar o caso quando o posto de 11º ministro da Corte for ocupado.


Esta semana, o julgamento que decidiria se detentas transexuais e travestis com identidade de gênero feminino podem escolher o presídio no qual cumprirão pena também terminou em empate, de cinco a cinco, e precisou ser paralisado. Agora, a análise do caso só será concluída quando o novo ministro for escolhido para compor o Supremo.

Nesta quinta, caso não tivesse havido pedido de vista (mais tempo para analisar a questão) e o julgamento tivesse continuado, o drama do empate poderia atingir um dos temais mais quentes do momento: precatórios. Um dos casos da pauta dizia respeito ao parcelamento das dívidas judiciais, mas a análise foi suspensa pelo ministro Gilmar Mendes.

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