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Saúde

Coronavírus no RJ: Estado ultrapassa 16 mil mortes

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A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro informa que registra, até este domingo (30/08), 16.027 mortes e 223.302 casos confirmados de coronavírus (Covid-19) no estado. Há ainda 540 óbitos em investigação e 347 foram descartados. Entre os casos confirmados, 201.715 pacientes se recuperaram da doença.

Os casos confirmados estão distribuídos da seguinte maneira:

Rio de Janeiro – 90.345

Niterói – 11.110

Macaé – 7.005

Campos dos Goytacazes – 4.479

Itaperuna – 2.491

Nova Friburgo – 2.409

Cabo Frio – 2.013

Petrópolis – 1.834

Rio das Ostras – 1.691

Santo Antônio de Pádua – 997

São João da Barra – 791

Bom Jesus do Itabapoana – 699

Porciúncula – 550

São Francisco de Itabapoana – 519

Natividade – 465

Quissamã – 420

Varre-Sai – 402

Armação dos Búzios – 399

Miracema – 382

Italva – 328

Itaocara – 324

Cardoso Moreira – 301

Carapebus – 266

São Fidélis – 238

Laje do Muriaé – 224

Cambuci – 170

Aperibé – 167

São José de Ubá – 134

As 16.027 vítimas de Covid-19 no estado foram registradas nos seguintes municípios:

Rio de Janeiro – 9.634

Niterói – 365

Campos dos Goytacazes – 301

Petrópolis – 169

Macaé – 134

Rio das Ostras – 71

Itaperuna – 37

São Fidélis – 22

S. Francisco de Itabapoana – 22

Bom Jesus do Itabapoana – 20

Itaocara – 19

Quissamã – 16

Porciúncula – 12

Santo Antônio de Pádua – 11

São João da Barra – 10

Aperibé – 6

Italva – 6

Cambuci – 4

Carapebus – 4

Miracema – 3

Natividade – 3

Cardoso Moreira – 1

Para mais informações, acesse o painel de monitoramento de casos no Estado do Rio de Janeiro em painel.saude.rj.gov.br.

Fonte: Núcleo de Imprensa Governo do Rio de Janeiro

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Saúde

Dia Internacional da Tireoide: saiba mais sobre essa importante glândula do corpo

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Alterações hormonais causam sintomas variados que podem confundir os pacientes

A tireoide é uma glândula localizada na altura do pescoço, responsável por produzir hormônios que controlam diferentes funções do organismo, entre elas, a capacidade de concentração cerebral, a regulagem dos ciclos menstruais e os movimentos intestinais. O Dia Internacional da Tireoide, celebrado neste 25 de maio, tem o objetivo de conscientizar a população sobre os problemas que podem atingir essa importante glândula do corpo.

Segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), aproximadamente 60% da população sofre algum problema relacionado à tireoide, mas apenas 5% deste percentual de casos apresenta riscos para os pacientes. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), a estimativa de novos casos de câncer de tireoide de 2020 a 2022 é de 1.830 em homens e 11.950 em mulheres, totalizando 13.780 casos no país.

A alteração hormonal causada pela tireoide pode causar o hipotireoidismo, que é a ausência de produção de hormônios pela glândula, e o hipertireoidismo, ou seja, a produção de hormônios em excesso. A endocrinologista da Unimed Vitória Queulla Garret explica que o hipotireoidismo pode causar desânimo, queda do cabelo, fraqueza e sonolência. “São sintomas que causam a sensação de que o corpo está mais devagar”.

É importante lembrar que outras patologias podem ter sintomas parecidos, como o transtorno ansioso, deficiência da ferritina, quando os níveis de ferro no organismo estão baixos, e cansaço por estresse. “Já o hipertireoidismo pode gerar sintomas como taquicardia, perda de peso, insônia, aumento do ritmo intestinal e irritabilidade. Todos estes sintomas também podem estar presentes na ansiedade”.

Câncer de tireoide

A especialista explica que o câncer de tireoide normalmente não provoca sintomas e o diagnóstico correto é feito por meio de um exame clínico que consiste na análise da glândula pelo endocrinologista. “Quando existem nódulos palpáveis, é solicitada uma ultrassonografia da tireoide e quando há alguma característica suspeita de nódulo maligno, este deve ser confirmado pela biópsia”, alerta.

O paciente diagnosticado com a doença é orientado a realizar a cirurgia para a retirada do nódulo e, quando necessário, iniciar o tratamento com a iodoterapia, isto é, a administração, por via oral, do iodo-131, um elemento radioativo que combate as células cancerígenas que ainda se encontram no organismo. “Não existe uma dieta específica ou outras ações para que os transtornos relacionados à tireoide possam ser evitados. As suspeitas devem ser observadas de acordo com os sintomas e o histórico familiar. O importante é manter a consulta com um especialista para que o diagnóstico seja feito o mais precoce possível”.

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