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Corpo de idosa é trocado e enterrado por outra família em MG; entenda

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senhora de blusa rosa, colar e óculos
Reprodução Redes Sociais

O corpo de Leonora de Jesus Celestina foi enviado a outro local

Em Belo Horizonte ( MG ), os familiares de uma idosa de 91 anos, que morreu na última segunda-feira (11), aguardavam o corpo para o velório  e levaram um susto ao saber que a idosa já havia sido enterrada em outro cemitério e em uma cova destinada ao parente de outra família. As informações são do jornal  O Tempo .

Nesta terça-feira (12), enquanto a família de Leonora de Jesus Celestina aguardava a chegada do corpo dela no Cemitério da Saudade, foram comunicados de que ela havia sido enterrada no Cemitério da Consolação, em uma cova coletiva.

“A gente ficou preocupado e ligou para a funerária. Foi quando eles disseram que havia tido um probleminha e não estavam localizando o corpo da minha avó e pediram pra gente ir no hospital novamente. No hospital falaram que o corpo dela tinha sumido. Quando depois nos foi informado que o corpo dela já tinha sido sepultado um dia antes, às 12h45”, disse o neto de Leonora, Jaílson Rocha.

De acordo com ele, a avó foi internada após uma parada cardíaca e, apesar dela ter testado negativo para a Covid-19 , ela foi internada em uma área destinada a atendimento de pessoas com a doença. Desse modo, o hospital onde a idosa ficou internada também não teria deixado que a família reconhecesse o corpo.

Após o enterro da mulher no cemitério errado, outras duas pessoas também foram enterradas na cova coletiva. Dessa maneira, para fazer a exumação do corpo, era necessária a autorização dessas duas outras famílias, que só foi conseguida nesta quarta-feira (13).

“É um descaso. O sentimento de tristeza. Ela deixou um filho de 66 anos, doente, com problemas de saúde e ele está arrasado. Ela deixou três filhos e vários netos”, afirma.

Duas famílias machucadas

A família de Leonora descobriu que o corpo de Fernando Jesus Reis, de 68 anos, foi enterrado no lugar do dela. E a família de Fernando também ficou surpresa ao saber que o corpo do homem ainda estava no hospital, apesar de pensarem ter o enterrado na segunda.

Em nota, o Hospital São Francisco de Assis disse que houve um equívoco por parte da funerária responsável pelo translado do corpo, quando foi retirado do hospital. O São Francisco de Assis disse que, ao identificar o problema, se reuniu com os familiares e afirmou que a funerária “assumiu a responsabilidade informando que adotará as ações necessárias para remediar o ocorrido, arcando com todas as despesas”. 

Veja a nota do hospital na íntegra:

Em relação a troca de corpos de pacientes com Covid-19 questionada no dia 12 de janeiro de 2021, terça-feira, a Fundação Hospitalar São Francisco de Assis (FHSFA) esclarece que realmente houve um equívoco por parte da Funerária Emirtra no recolhimento do corpo para deslocamento ao local do enterro.

Quando o paciente vai a óbito, é feita a identificação para o mesmo e essa identificação o acompanha em todas as etapas, seguindo todos os processos sistêmicos da Fundação. Todas as etapas são registradas e conferidas por meio de protocolos para garantir a segurança da informação. Neste caso específico, foi identificado que não  houve a devida conferência por parte da Funerária o que, infelizmente, ocasionou na troca dos corpos.

Após tomar conhecimento do ocorrido, a alta gestão da Fundação prontamente realizou uma reunião com os envolvidos para solucionar o problema e acolhimento dos familiares. Na ocasião, a Funerária Emirtra assumiu a responsabilidade informando que adotará as ações necessárias para remediar o ocorrido, arcando com todas as despesas.

Ressaltamos que a Fundação é uma instituição filantrópica com atendimento exclusivo ao Sistema Único de Saúde (SUS), e, em seus 10 anos de atuação, nunca passou por uma situação como essa justamente por seguir criteriosos protocolos de segurança. Uma dessas medidas é a opção para as famílias de pacientes que falecem com a Covid-19 reconhecerem os corpos dos seus entes queridos seguindo diversas medidas de segurança.

Apesar de não ter nenhuma responsabilidade sobre o triste fato ocorrido, a Fundação lamenta muito e se solidariza com as dores dos familiares. Sabemos que é um momento de muita tristeza e o enterro faz parte do processo de luto.

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79% dos brasileiros pretendem se vacinar contra a Covid-19, diz Datafolha

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Maior parte dos brasileiros pretendem se vacinar
Divulgação/Sputnik Vaccine

Maior parte dos brasileiros pretendem se vacinar

Com o início da vacinação em território nacional , a intenção de participar da campanha de imunização contra a Covid-19 também cresceu, indica pesquisa divulgada pelo Datafolha neste sábado (23). Em dezembro, 73% das pessoas ouvidas pelo instituto diziam que pretendiam se vacinar. Esse número cresceu para 79% neste mês.

A proporção de pessoas ouvidas que pretendem se vacinar, entretanto, é menor que em agosto, quando 89% disseram que se vacinariam. Nos últimos meses, foram apresentados dados de eficácia das vacinas . Além disso, o governo federal, sobretudo o presidente Jair Bolsonaro , minimizaram a importância das vacinas, destacando a possibilidade de “tratamentos precoces” com ivermectina e cloroquina , medicamentos cuja eficácia contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2) não foi comprovada.

Segundo Datafolha, outros 17% das pessoas dizem que não pretendem se vacinar e 4% não sabem. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O crescimento ocorre em meio à autorização do uso emergencial de duas vacinas no país, a CoronaVac , produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan , e a Covishield, desenvolvida pela Universidade de Oxford com a AstraZeneca. No último dia 17, a primeira pessoa foi vacinada em São Paulo . No dia seguinte, começou a campanha nacional de imunização. Até este sábado, 120 mil pessoas já tinham sido vacinadas apenas no Estado de São Paulo.

Nesta sexta-feira (22), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( Anvisaautorizou também o uso emergencial das doses da CoronaVac produzidas no país. Inicialmente, o Instituto Butanan havia estimado em 4,8 milhões o número de doses produzidas no país.

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Segundo o órgão, entretanto, após o processo de envase e conferência de lote, o número de doses produzidas no seu complexo fabril foi de 4,1 milhões.

“Desse total, 900 mil doses foram imediatamente destinadas nesta sexta-feira, 22/1, ao Programa Nacional de Imunizações. As demais doses serão enviadas tão logo passem por inspeção de controle de qualidade”, afirmou o Butantan.

Casos sobem e população vê doença fora de controle

Nesta sexta-feira, o  Brasil ultrapassou as 215 mil mortes causadas pela Covid-19 em menos de um um ano desde a chegada do vírus no Brasil . Foram contabilizados 1.071 novos óbitos nas últimas 24 horas, chegando a 215.299 vidas perdidas desde o início da pandemia, segundo o boletim dos veículos de imprensa. O levantamento também indicou 55.319 novas ocorrências da enfermidade, totalizando 8.755.133 contágios na história da doença no país.

Nas últimas semanas, principalmente após as aglomerações registradas nas festas de final de ano, o número de novos casos e mortes voltou a subir, retornando aos patamares observados no auge da doença.

Segundo o Datafolha, 62% considera que a pandemia está fora de controle no Brasil. Apenas 3% das pessoas ouvidas pelo instituto acreditam que o surto está “totalmente controlado”. Para 33% dos adultos que participaram da pesquisa, a Covid-19 está controlada parcialmente.

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