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Corpos de Dom e Bruno serão entregues às famílias nesta quinta-feira (23)

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O indigenista Bruno Araújo e o jornalista Dom Phillips

O indigenista Bruno Araújo e o jornalista Dom Phillips – Reprodução – 06/06/2022

A Polícia Federal informou que os corpos do jornalista inglês Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira serão entregues às suas famílias nesta quinta-feira. Os restos mortais estão previstos para deixar o aeroporto de Brasília às 14h. De acordo com o Comitê de Crise, criado para investigar o caso, os exames de DNA foram concluídos e os resultados confirmaram que os restos mortais encontrados na cena do crime são de Phillips e Pereira.

“As amostras biológicas apontaram a presença de 02 (dois) Perfis Genéticos distintos nos remanescentes humanos encontrados pela Perícia da Polícia Federal. Os resultados encontrados estão em consonância com as análises de Odontologia Legal, da Antropologia Forense e da Papiloscopia que apontaram tratar-se dos remanescentes de Dom Phillips e Bruno Pereira”, diz a nota da Polícia Federal.

No domingo, a Polícia Federal (PF) informou que subiu para oito o número de suspeitos de envolvimento com as mortes — três deles já foram presos durante as investigações sobre o caso. De acordo com a polícia, mais cinco homens que ajudaram a ocultar os corpos de Bruno e Dom na mata foram identificados. A polícia, porém, não informou os nomes.

Último a ser preso, Jeferson da Silva Lima, conhecido como “Pelado da Dinha”, confessou em depoimento à Polícia Civil que estava na cena do crime, mas negou ter atirado contra Bruno e Dom Phillips.

Os outros dois presos, que também estão na carceragem da delegacia, são os irmãos Amarildo da Costa Oliveira, o “Pelado”, e Oseney da Costa de Oliveira, o “Dos Santos”. Segundo o superintendente da PF do Amazonas, Eduardo Alexandre Fontes, Pelado confessou ter cometido o crime. Dos Santos, por sua vez, teria negado a participação no crime, versão em que os policiais não confiam.

Os cinco fazem parte do grupo de pescadores ligados a Pelado e podem ser da comunidade de São Rafael, de acordo com investigadores. A ocultação de cadáver é um crime mais leve, com pena de 1 a 3 anos de prisão. De acordo com essa fonte, os assassinatos teriam sido cometidos num dia e os corpos oculados e o barco afundado no dia seguinte.

“As investigações continuam no sentido de esclarecer todas as circunstâncias, os motivos e os envolvidos no caso. Os trabalhos dos peritos do Instituto Nacional de Criminalística continuam em andamento para completa identificação dos remanescentes humanos e compreensão da dinâmica dos eventos”, diz a nota da PF.

Segundo as apurações, Pelado e os outros suspeitos presos faziam parte de um grupo de pesca e caça ilegal de animais vetados por lei, como pirarucus, tracajás e tartarugas, no Vale do Javari — região onde há a maior presença de indígenas isolados e a segunda maior reserva indígena do país. O suspeito já havia sido citado em denúncias feitas por Bruno e a Unijava (União dos Povos Indígenas do Vale do Javari), remetidas às autoridades.

Há indícios de que o esquema de pesca e caça ilegal seria custeado pelo narcotráfico e usado para lavar dinheiro. O Vale do Javari se situa na tríplice fronteira entre Brasil, Peru e Colômbia. A região é conhecida por fazer parte da rota da cocaína e skunk, que são produzidos nos países andinos e enviados ao Brasil para abastecer o mercado interno e externo.

Desde o início das investigações, testemunhas relataram terem visto Pelado e outras duas pessoas em uma embarcação indo atrás de Bruno e Dom no rio Itaquaí, que faz parte da bacia do Alto Solimões.

Exames feitos no Instituto de Criminalística da PF, em Brasília, concluíram que Bruno levou três tiros, um na cabeça e dois no tórax; e Dom, um no abdômen.

Sem mandante, diz PF

Na manhã de sexta-feira, a Polícia Federal afirmou que os suspeitos de envolvimento no desaparecimento do indigenista Bruno Pereira e do jornalista inglês Dom Phillips agiram “sem mandante nem organização criminosa por trás do delito”, segundo indicam as investigações. A PF diz também, no entanto, que mais prisões devem acontecer, dado existirem indícios da participação de outras pessoas no crime.

Ainda segundo a nota, as buscas pela embarcação da dupla, que teria sido afundada por Pelado, que confessou o assassinato dos dois, continuam nesta sexta-feira, com apoio dos indígenas da região e dos integrantes da União dos Povos Indígenas do Vale do Javari. A entidade contesta a versão de que não houve mandante.

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SP: Cobra Sylas é encontrada dentro do fogão de casa, em Perdizes

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Dona da jibóia Silas comemorou nas redes sociais
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Dona da jibóia Silas comemorou nas redes sociais

A cobra Sylas, desaparecida desde a última terça-feira (23), foi encontrada dentro da própria casa neste domingo (26). A informação foi publicada pela dona do animal em suas redes sociais.

Sylas, uma Jibóia Arco-Íris da Caatinga, estava dentro do fogão, em uma área coberta por uma proteção. As imagens da câmara de segurança do condomínio mostraram que o animal não tinha saído pela janela do apartamento.

“O Sylas foi encontrado ontem a noite, dentro do fogão, eu havia olhado anteriormente, mas acredito que ele estava numa posição que não dava para ver. Ontem ainda estava inconformada e conversei com muitos biológos, pessoas da área e até mesmo com amigas que também possuem esses animaizinhos e todos tinham certeza que ele ainda estaria no apartamento”, escreveu a dona nas redes sociais.

“Peço desculpas pelo “caos” gerado pelos arredores, mas como disse, eu revirei aqui de ponta cabeça e como a janela do quarto estava aberta, decidi alertar a VIZINHANÇA que ele poderia ter ido a algum lugar fora daqui, eu estava desesperada e preocupada com o que poderiam fazer com ele a solta por aí sem saberem que é um pet”, completou.

“Depois de ter visto as imagens da câmera, durante a noite toda, fiquei intrigada e estava bem obvio que ele não havia saído daqui! A espécie do Sylas possui hábitos noturnos, como ele trocou de pele no sábado, estava com fome e se aproveitou de uma pequena brecha na fiação para fugir e encontrar alimento, mas são animais que não percorrem grandes distâncias, ainda mais no inverno, já que são animais ectotermicos (precisam se aquecer com o ambiente) e seu metabolismo estava bem baixo pelo frio, isso só mostra que quando um animal desses escapa, ele irá encontrar o primeiro local quentinho e escuro para ficar, não sairá perturbando ou indo pra cima de alguém.”

Com 1,70m de comprimento, o animal não é peçonhento, pesa 2kg e segundo a dona, tem autorização para viver no apartamento. O sumiço chamou atenção quando a dona divulgou nas redes sociais que pagaria uma recompensa por quem a localizasse.

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