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Covid-19: Cachoeiro inicia vacinação de adolescentes nesta quarta-feira (15)

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Vacinação ocorrerá por demanda espontânea em todas unidades de saúde e na Policlínica Municipal - Foto: Márcia Leal

A Secretaria Municipal de Saúde (Semus) de Cachoeiro de Itapemirim iniciará, nesta quarta-feira (15), a vacinação contra a Covid-19 de adolescentes de 12 a 17 anos, com comorbidades, e de 15 a 17 anos, sem comorbidades. As aplicações ocorrerão nas 32 Unidades Básicas de Saúde, da sede e do interior, e na Policlínica Municipal Bolívar de Abreu (Centro Municipal de Saúde), sem necessidade de agendamento. O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8h às 15h.

Para se vacinar, é preciso apresentar um documento de identidade, cartão de vacina e CPF ou cartão do SUS. No caso dos adolescentes com comorbidades, também é importante levar documento comprobatório de 2018 em diante, o que inclui: laudo de profissional de saúde; cartão de gratuidade do transporte público que indique condição de deficiência permanente; documento de centro especializado; documento oficial de identidade com indicação de deficiência.

Caso não haja doses disponíveis no momento da vacinação, os profissionais da unidade realizarão o cadastro do adolescente para que seja vacinado posteriormente.

Vacinação em instituições

Também nesta quarta-feira, a Semus realizará a vacinação de adolescentes que cumprem medidas socioeducativas no Instituto de Atendimento Socioeducativo do Espírito Santo (Iases). Na sexta-feira (17), está prevista a vacinação de adolescentes de 12 a 17 anos na Associação dos Pais e Amigos de Excepcionais do município (Apae Cachoeiro).

“Os adolescentes circulam mais pela cidade, saem de casa para estudar, e por isso é muito importante alcançar esse público com a vacinação. Por isso, pedimos aos pais e responsáveis que não deixem de levá-los para tomar a primeira dose”, afirma o secretário municipal de Saúde, Alex Wingler.

Primeira dose para maiores de 18 anos e reforço a partir de 60 anos

Pessoas com 18 anos ou mais que ainda não tomaram a primeira dose também podem se dirigir até a unidade de saúde mais próxima para se vacinar. Além disso, pessoas de 60 anos ou mais que tenham tomado duas doses ou a vacina de dose única há cinco meses também podem se dirigir até uma unidade para receber a dose de reforço – conforme a resolução nº 171/2021 da CIB/SUS-ES, divulgada nesta segunda-feira (13).

Na sexta-feira (10), a Semus já havia iniciado a aplicação da terceira dose em pessoas de 70 anos ou mais e imunossuprimidos (baixa imunidade), público que continua sendo contemplado.

Vai vacinar? Doe alimentos e itens de higiene

As pessoas que se vacinam contra a Covid-19, em Cachoeiro, podem colaborar com a campanha “Compartilhe Amor”, doando, no momento da vacinação na unidade de saúde, alimentos não perecíveis e itens de higiene (álcool em gel e sabão), na quantidade que quiserem. A Prefeitura destina todos os produtos arrecadados a famílias em situação de vulnerabilidade social, para reforçar as ações de combate à insegurança alimentar no município durante a pandemia.

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Alunos da rede municipal de Cachoeiro voltam a ter aulas sem rodízio

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Outras medidas de prevenção contra Covid-19 seguem sendo adotadas - Foto: Márcia Leal

Foram retomadas, nesta quarta-feira (20), as aulas presenciais nas escolas da rede municipal de Cachoeiro, sem o sistema de rodízio de estudantes, medida que havia sido adotada como parte do protocolo de segurança contra a Covid-19.

O retorno às salas de aula sem revezamento foi celebrado por educadores, alunos e responsáveis. Na escola municipal Athayr Cagnin, no bairro Nossa Senhora de Fátima, a volta agradou Cleonice Marques Medeiros, avó de dois estudantes.

“Apesar de preocupada por causa da pandemia, confio bastante na segurança da escola, os profissionais estão trabalhando para isso. Os meus netos já estavam com saudade e, além disso, estudar em casa era difícil, pois eu não tinha tempo suficiente para ajudar e não somos capacitados como os professores. Em casa, também reforço as medidas de segurança e, até agora, está dando certo”, explica.

“Eu estava com saudade da aula presencial sem rodízio. É bom para rever os amigos e, também, para estudar, bem melhor que on-line. Acredito que os alunos vão colaborar também, respeitando as regras”, afirma a aluna Ana Clara Semeão Maia, de 13 anos.

Dulcinéia Peres, gestora da Athayr Cagnin, que atende alunos do 1º ao 5º ano do ensino fundamental em tempo integral, afirma que a escola está seguindo todas as medidas de prevenção.

“Continuamos com o uso de máscara, álcool em gel e o distanciamento necessário neste retorno. Os pais e alunos aderiram bastante, estão satisfeitos com as aulas presenciais. Os responsáveis não precisam se preocupar, pois estamos fazendo o nosso trabalho, para garantir a segurança dos alunos e funcionários”, frisa.

O fim do revezamento foi autorizado pelo governo estadual, com a publicação da Portaria Conjunta Sedu/Sesa nº 07-R, de 06 de outubro.

Foram consideradas, para o retorno sem rodízio, a ampla cobertura vacinal contra a Covid-19 no estado – em especial, entre os trabalhadores da educação; a efetividade dos protocolos preventivos adotados; as condições de testagem em massa e as experiências consolidadas, em diversas nações, com o retorno seguro das atividades escolares em contextos de baixa transmissão da doença associada ao avanço da vacinação nos territórios.

Segue sendo obrigatório, para alunos e servidores, o uso de álcool em gel, máscaras e demais equipamentos de proteção individual. As unidades de ensino deverão priorizar atividades em áreas externas, com espaços amplos e arejados, além de garantir medidas que respondam às necessidades dos estudantes público-alvo da educação especial.

O distanciamento físico, nas salas de aula, será de 1,5 m² por criança, na educação infantil, e de 1,2 m² por estudante nos demais níveis de ensino.

“Estamos felizes com o retorno e mantendo todas as medidas de segurança necessárias no ambiente escolar. O contato entre professor e aluno e a interação pedagógica no retorno às aulas presenciais são essenciais para o desenvolvimento da aprendizagem dos nossos estudantes”, ressalta a secretária municipal de Educação, Cristina Lens.

De acordo com a Secretaria Municipal de Educação (Seme), os estudantes que tenham laudo médico, contraindicando a atividade presencial, estarão autorizados a continuar em aulas remotas.

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