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Covid-19: Casagrande considera ‘longo’ prazo de 16 meses para vacinar a população

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O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), considerou longo o prazo de 16 meses para que a campanha de vacinação contra a Covid-19 seja concluída no país.

A declaração foi dada pelo governador na manhã desta quarta-feira (16), ao chegar ao Palácio do Planalto para o lançamento do plano nacional de vacinação pelo governo federal.

O prazo já havia sido divulgado em uma prévia do plano de vacinação apresentada pelo Ministério da Saúde na semana passada.

Segundo o documento, serão quatro meses para vacinar todos os grupos prioritários e, em seguida, 12 meses para imunizar a “população em geral”.

Mas, para o governador, o Brasil tem condições para que toda a população seja imunizada até julho de 2021.

É longo, é longo, é longo. Eu acho que 16 meses a gente vai entrar 2022, tá certo? O esforço que a gente tem que fazer é imunizar as pessoas agora até o final do primeiro semestre. […] Eu acho que temos condições até o mês de junho, julho, com a capacidade que a Fiocruz tem, com a capacidade que o Butantan tem, a gente tem condições de vacinar todos os brasileiros até o meio do ano”.

Após o anúncio do plano nacional de imunização nesta manhã, Casagrande usou o Twitter para dizer que o planejamento contempla a compra de todas as vacinas registradas na Anvisa e que espera que o processo de registro dos imunizantes seja rápido.

Fonte: G1

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Estado orienta municípios a ampliar vacinação contra Covid-19 de crianças para demais faixas etárias

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Em ofício enviado no último sábado (22) aos 78 municípios capixabas, o Governo do Espírito Santo, por meio da Secretaria da Saúde (Sesa), orientou que seja ampliada a vacinação contra a Covid-19 de crianças para as demais faixas etárias.

A medida visa a acompanhar a autorização do uso do imunizante Coronavac ao público de 6 a 17 anos, divulgado na última semana pelo Ministério da Saúde. Também se ajusta ao cenário atual de disponibilidade das doses da Coronavac e do reduzido estoque de Pfizer pediátrica.

“A ampliação imediata de todas as faixas etárias de 5 a 11 anos só é possível, porque o Estado dispõe de estoque de doses da Coronavac. A autorização da Anvisa permitirá que o Espírito Santo seja um dos primeiros estados brasileiros a vacinar livremente todas as idades pediátricas”, destacou o secretário de Estado da Saúde, Nésio Fernandes.

Dessa forma, a Sesa recomenda aos municípios que destinem as doses pediátricas da Pfizer, ainda disponíveis nas redes de frio municipais ou nas salas de vacinação, às crianças de 5 anos e as doses da Coronavac às crianças a partir dos 6 anos de idade. Ou seja, com a disponibilidade de doses da Coronavac no Estado, a vacinação de crianças sem comorbidades poderá ser ampliada.

Seguem as recomendações propostas pelo Estado aos municípios:

– Vacinar crianças de 5 anos de idade e as crianças de 5 a 11 anos imunossuprimidas com a Pfizer pediátrica;

– Priorizar a vacinação de crianças de 6 a 11 anos com doses da Coronavac;

– Vacinar os adolescentes de 12 a 17 anos de idade com a Coronavac ou Pfizer adulto;

– Vacinar os adolescentes de 12 a 17 anos de idade imunossuprimidos com a Pfizer adulto.

Com as orientações, objetivo é dar oportunidade de forma célere para que todas as crianças e adolescentes de 5 a 17 anos ainda não vacinados possam receber as vacinas. Até esta segunda-feira (24), pouco mais 13.200 doses foram aplicadas em crianças de 5 a 11 anos no Estado, segundo dados da Plataforma Vacina e Confia.

Vale destacar que, com as publicações das Resoluções Comissão Intergestores Bipartite (CIB) de Nº 011/2022 e Nº 013/2022, o Estado já havia iniciado a vacinação das faixas etárias 5 a 11 anos com comorbidades; de crianças indígenas e quilombolas; de crianças com deficiência permanente, além da vacinação de crianças de 10 e 9 anos sem comorbidades.

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