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Covid-19: Estado do Rio soma 461 óbitos e 5.306 casos confirmados

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A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro informa que registra, até esta terça-feira (21/04), 5.306 casos confirmados de pessoas infectadas por coronavírus, sendo que 461 foram a óbito pela Covid-19 no estado. Há ainda 204 mortes em investigação.

Os casos confirmados estão distribuídos da seguinte maneira, na capital e nas regiões Norte e Noroeste fluminense:

Rio de Janeiro – 3.587

Macaé – 19

Rio das Ostras – 16

Campos dos Goytacazes – 7

Bom Jesus do Itabapoana – 5

Itaperuna – 3

Quissamã e São Fidélis – 3

S. Francisco de Itabapoana – 2

Carapebus, Porciúncula, Santo Antônio de Pádua e S. João da Barra – 1

A secretaria confirma 39 óbitos só nesta terça-feira. As 461 vítimas foram registradas nos seguintes municípios (Norte e Noroeste fluminense, além da capital):

Rio de Janeiro – 283

Rio das Ostras – 5

Macaé – 4

B. J. do Itabapoana, Campos dos Goytacazes e S. Francisco de Itabapoana – 1

Fonte: Núcleo de Imprensa do Governo do Estado do Rio de Janeiro

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Supermercado do RJ vende cabeça de peixe em bandeja

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Carcaça de peixe à venda em mercado do RJ
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Carcaça de peixe à venda em mercado do RJ

Uma parte do peixe que costuma ser descartada chamou atenção de cariocas ao aparecer à venda em bandejas no supermercado. Na cidade de Valença, no sul do Rio de Janeiro, está sendo comercializado avulso, sem o corpo do pescado.

A imagem foi compartilhada pela página “Barra Mansa Forte” nas redes sociais. “É a primeira vez que se vê na bandeja uma parte que nem todos consumiam, sendo descartada”, diz o post.

A comercialização da cabeça de peixe é apenas um entre os recentes episódios onde partes que geralmente não eram comercializadas passaram a ocupar as vitrines dos mercados no Brasil, em razão da crise econômica que levou grande parte da população à fome no país.

No Pará, restos de peixe como vísceras, espinhas e cabeça também estão sendo vendidos. O quilo custa R$ 3,90.

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Em Santa Catarina, após a repercussão de uma placa cobrando R$ 4 por kg de osso em um mercado, o Procon-SC emitiu uma nota técnica recomendando que os estabelecimentos evitassem a cobrança de ossos destinadas ao consumo humano.


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